Para manter a eficiência operacional, as instituições financeiras dependem bastante de fornecedores terceirizados, como processadores de pagamento, provedores de plataformas bancárias e integrações de fintech. Segundo
Um jeito útil de avaliar uma plataforma moderna de segurança de identidade é analisando três pilares centrais: autenticação e controles de acesso robustos, gerenciamento de acesso privilegiado (PAM) que reduz privilégios permanentes e gerenciamento seguro de credenciais e segredos com visibilidade contínua.
Neste blog, vamos analisar o que esses pilares significam, como eles funcionam juntos e como avaliá-los e implementá-los sem criar lacunas ou atritos à medida que você escala a automação e os fluxos de trabalho baseados em agentes.
O que é uma plataforma de segurança de identidade moderna e por que ela é importante
Uma plataforma de segurança de identidade ajuda a proteger identidades humanas e identidades não humanas (NHIs), controlar o acesso a aplicativos e infraestrutura e impor políticas com visibilidade em ambientes de nuvem e híbridos. O comprometimento baseado em identidade é um caminho comum de acesso inicial; na verdade, ataques baseados em identidade aumentaram 32% somente no primeiro semestre de 2025, segundo a Microsoft. Invasores roubam credenciais, abusam de fluxos fracos de autenticação (incluindo fadiga de push de MFA em alguns ambientes) e procuram acessos privilegiados que possam reutilizar.
Ao mesmo tempo, a expansão da nuvem e o acesso remoto continuam a ampliar os locais de onde as identidades podem fazer login e o que elas podem acessar.
Não se trata mais apenas de usuários humanos. Muitos ambientes dependem fortemente de identidades não humanas (NHIs): contas de serviço, APIs, tarefas de CI/CD, scripts de automação e, cada vez mais, agentes de IA que executam ações em nome das equipes. Essas identidades muitas vezes acabam com amplas permissões e segredos de longa duração porque precisam funcionar sem supervisão.
Ferramentas pontuais podem ser eficazes para casos de uso individuais, mas também podem criar lacunas entre o gerenciamento de identidade e acesso (IAM), o PAM, o gerenciamento de segredos e o registro em log. Uma abordagem de plataforma reduz essas lacunas ao alinhar políticas, imposições e evidências de auditoria para que as equipes possam gerenciar o risco de identidade de ponta a ponta, incluindo a atividade de NHIs e agentes de IA.
Os pilares a considerar em uma plataforma moderna de segurança de identidade
Antes de comparar fornecedores ou planejar uma implementação, é bom definir as funcionalidades que reduzem o risco de identidade na prática. Os três pilares a seguir formam uma base prática. Cada um dá suporte ao próximo, e a omissão de qualquer um costuma criar um ponto cego em outro lugar.
Pilar 1: garantia de identidade e controle de acesso robustos
Esse pilar visa dificultar a usurpação de identidade e facilitar a limitação das ações que as identidades podem executar. Tudo começa com a autenticação reforçada, como MFA, e o uso de métodos resistentes ao phishing para acesso de maior risco quando necessário. Isso também significa usar risco e contexto para tomar decisões melhores, por exemplo, exigindo verificações mais rigorosas para aplicativos sensíveis, dispositivos desconhecidos ou comportamentos incomuns de login.
A partir daí, o controle de acesso deve impor privilégios mínimos por meio de funções e políticas de acesso condicional. O objetivo é que as identidades tenham acesso somente ao que precisam, pelo tempo necessário. Isso se aplica a funcionários e prestadores de serviço, bem como a NHIs e agentes de IA.
A automação do ciclo de vida ajuda a evitar que o controle de acesso se desvie com o tempo. Fluxos de trabalho joiner-mover-leaver devem provisionar e desprovisionar o acesso de maneira confiável. No lado das NHIs, os controles do ciclo de vida devem abranger contas de serviço, integrações, clientes de API e agentes de IA: como são criados, como as permissões são concedidas, como os segredos são rotacionados e como são desativados quando a carga de trabalho muda.
Pilar 2: gerenciamento de acesso privilegiado que reduz privilégios permanentes
O PAM é melhor avaliado pelos seus resultados: reduzir acessos administrativos permanentes, isolar caminhos de acesso de alto risco e controlar o acesso a sistemas críticos, tudo com uma trilha de auditoria detalhada em todas as etapas. O objetivo do PAM moderno é tornar o privilégio temporário e controlado, em vez de permanente e presumido.
O privilégio deve ser concedido para um propósito específico e uma janela de tempo, expirando automaticamente. O isolamento de credenciais é igualmente importante, pois usuários, cargas de trabalho e agentes de IA não devem receber senhas nem chaves privilegiadas diretamente. Quando as credenciais privilegiadas são expostas, elas podem ser copiadas, armazenadas em cache, registradas ou roubadas e depois reutilizadas.
A gravação de sessões e a possibilidade de encerrá-las em tempo real ajudam a minimizar os riscos quando algo dá errado. O rastreamento de comandos, quando apropriado, pode adicionar detalhes que aceleram as investigações, e a IA pode ser usada em certas plataformas de PAM para automatizar o encerramento de sessões de alto risco.. Aprovações e imposição de fluxos de trabalho adicionam salvaguardas para ações de maior risco. A rotação automatizada ajuda a fechar o ciclo para que credenciais privilegiadas não permaneçam válidas por mais tempo do que o pretendido após o uso.
Pilar 3: segredos, credenciais e visibilidade contínua
Credenciais e segredos são diferentes, mas os termos podem se sobrepor. As credenciais costumam dar suporte ao acesso humano, enquanto os segredos dão suporte ao acesso de máquinas, incluindo chaves de API, tokens, certificados e credenciais de agentes de IA que viabilizam a automação. O importante é gerenciar os dois com segurança. Em muitas organizações, a dispersão de segredos cresce rapidamente à medida que os pipelines de CI/CD e as integrações se multiplicam.
Uma plataforma moderna deve armazenar credenciais em um cofre seguro e habilitar o compartilhamento criptografado, assim as equipes não dependem de mensagens de chat ou planilhas. Ela também deve gerenciar segredos para aplicações e pipelines de CI/CD, com ganchos de automação para que cargas de trabalho e agentes de IA possam recuperar segredos de maneira segura sem codificá-los diretamente em repositórios ou scripts de compilação.
A rotação deve ser orientada por políticas e automatizada, especialmente para segredos de máquinas e credenciais de agentes. Segredos de longa duração são mais fáceis de roubar e mais difíceis de rastrear, podendo permanecer válidos por muito mais tempo do que o pretendido.
A visibilidade é o que une tudo isso. Logs de auditoria centralizados e relatórios prontos para conformidade devem mostrar ações humanas e de máquinas lado a lado, incluindo qual NHI ou agente de IA as executou, o que acessou, qual política permitiu e o que foi alterado. Integrações com o Gerenciamento de Informações e Eventos de Segurança (SIEM) e sistemas de tickets podem tornar esses logs úteis nas operações do dia a dia, não apenas durante auditorias ou respostas a incidentes.
Veja uma plataforma moderna de segurança de identidade em ação
O Keeper® ajuda as equipes a colocar esses pilares em prática, unificando os fluxos de trabalho de acesso privilegiado, protegendo credenciais e segredos e permitindo a geração de relatórios prontos para auditoria. Na prática, isso significa permitir acesso com prazo limitado a sistemas de alto risco, manter credenciais e segredos privilegiados protegidos centralmente, em vez de distribuídos para usuários e scripts, e capturar a atividade da sessão para dar suporte à resposta a incidentes e aos requisitos de conformidade.
Solicite uma demonstração do KeeperPAM® para ver uma plataforma moderna de segurança de identidade em ação.