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Segundo o HIPAA Journal, o phishing continua sendo um dos métodos de ataque mais comuns e eficazes usados contra organizações de saúde e é uma das principais causas de violações de dados na área da saúde. À medida que a saúde se torna mais digital, cibercriminosos passam a mirar cada vez mais em profissionais clínicos e funcionários administrativos para acessar prontuários eletrônicos e outros dados sensíveis de pacientes. Cair em ataques de phishing pode resultar em perdas financeiras, interrupção do atendimento ao paciente, exposição de registros médicos e violações de conformidade, como a HIPAA nos Estados Unidos.
As organizações de saúde podem proteger os dados dos pacientes contra ataques de phishing conscientizando os funcionários a respeito dessa ameaça, implementando uma autenticação robusta e utilizando um gerenciador de senhas confiável.
Por que o setor de saúde é alvo de ataques de phishing
Cibercriminosos têm como alvo as organizações da área de saúde porque elas armazenam dados muito valiosos em ambientes de rápida movimentação, com forças de trabalho grandes e distribuídas. Diferentemente da maioria dos setores, a área da saúde lida com informações pessoais sensíveis, transações financeiras importantes e serviços de vida ou morte, por isso é um alvo especialmente vulnerável a ataques de phishing.
Dados valiosos de pacientes
As organizações de saúde armazenam grandes quantidades de informações que deveriam ser protegidas, incluindo prescrições, registros médicos, diagnósticos, detalhes de seguro e números de identificação pessoal. Essas informações de saúde podem ser significativamente mais valiosas para os hackers do que a maioria das informações pessoais identificáveis, como números de cartão de crédito, porque esses podem ser rapidamente cancelados e reemitidos. Diferentemente dos cartões de crédito, os registros médicos e os números de identificação pessoal não podem ser facilmente substituídos, o que os torna valiosos para a exploração a longo prazo. As informações pessoais de saúde roubadas podem ser usadas para cometer roubo de identidade médica, fraude de seguro e até golpes de cobrança. Devido à sua profundidade e permanência, os dados do setor de saúde costumam ser vendidos por mais do que os dados financeiros na dark web, o que torna os hospitais e as seguradoras alvos lucrativos.
Ambientes clínicos acelerados
Os ambientes de saúde são de alta pressão, com médicos e funcionários respondendo com urgência às necessidades dos pacientes. Em salas de emergência e unidades de terapia intensiva, a rapidez é essencial, e os ataques de phishing exploram essa urgência. E-mails de phishing podem alegar que é necessária ação imediata, que um sistema crítico precisa ser atualizado ou que o acesso de uma conta está expirando. Devido à urgência dessas mensagens, é mais provável que um profissional de saúde as abra e aja rapidamente, sem refletir. Profissionais de saúde ocupados podem não ter tempo para verificar o domínio dos remetentes, passar o cursor sobre links suspeitos ou confirmar solicitações não solicitadas de acesso ou credenciais. Cibercriminosos tiram vantagem dessa situação, criando campanhas de phishing para aumentar suas chances de sucesso.
Forças de trabalho distribuídas e de telessaúde
Grandes hospitais empregam milhares de profissionais de saúde, dependem de fornecedores terceirizados e se coordenam com seguradoras, criando sistemas amplos e interconectados. Com a telessaúde cada vez mais comum, as organizações de saúde devem expandir o acesso remoto seguro para garantir que prontuários eletrônicos, portais de pacientes e outras plataformas estejam protegidas. Cada novo usuário, dispositivo e conexão expande a superfície de ataque, aumentando o risco de phishing.
Exemplos de ataques de phishing na área da saúde
Os cibercriminosos adaptam suas táticas para espelhar os processos e fluxos de trabalho clínicos do mundo real, tornando os ataques de phishing na área da saúde mais eficazes. Aqui estão alguns exemplos comuns de como esses ataques de phishing podem ser:
- Páginas de login falsas de prontuário eletrônico: cibercriminosos enviam e-mails se passando por sistemas de prontuário eletrônico, alegando que a conta de um usuário foi suspensa ou que a senha precisa ser redefinida. Se o usuário insere as credenciais na página falsa, os criminosos cibernéticos as capturam para acessar informações pessoais de saúde ou para se movimentar lateralmente dentro da rede clínica.
- Ransomware distribuído por meio de e-mails de phishing: um e-mail de phishing pode conter um anexo com o título “Fatura em aberto” ou “Resultados de exames atualizados do paciente”, induzindo profissionais de saúde a baixar o conteúdo. No entanto, o anexo pode conter malware ou um link malicioso que concede acesso não autorizado, podendo resultar em um ataque de ransomware. O ransomware pode impedir que profissionais de saúde realizem cirurgias ou processem prescrições urgentes, afetando diretamente a segurança e o atendimento ao paciente.
- Comprometimento de e-mail comercial (BEC): funcionários do setor de saúde podem receber e-mails que parecem vir do CFO ou do gerente da organização, solicitando a atualização das informações da folha de pagamento ou a modificação dos detalhes de pagamento do fornecedor. Se os funcionários atenderem a essas solicitações, os fundos podem ser transferidos diretamente para criminosos cibernéticos e informações de saúde sensíveis podem ser expostas.
- Spear phishing: esse é um tipo de ataque de phishing que tem como alvo indivíduos específicos, como executivos. Um médico ou executivo pode receber um e-mail personalizado que faz referência a informações publicamente disponíveis, mas contém um documento malicioso disfarçado de revisão de caso clínico ou de uma solicitação urgente. Os cibercriminosos têm como alvo médicos devido a seus privilégios de acesso a prontuários eletrônicos e executivos por sua capacidade de realizar transferências bancárias.
Como as organizações de saúde podem evitar cair em ataques de phishing
Prevenir ataques de phishing no setor de saúde começa com treinamento de funcionários, autenticação robusta, controles de acesso granulares e planos claros de resposta a incidentes.
Treine os funcionários de saúde para conscientização sobre phishing
Os funcionários são os principais alvos de phishing, tornando o treinamento contínuo de conscientização sobre segurança crucial. Profissionais clínicos, funcionários de faturamento, administradores e equipes de TI devem reconhecer e-mails suspeitos antes de interagir com eles. Os profissionais de saúde devem ser treinados para identificar domínios de e-mail falsificados, passar o cursor sobre os links antes de clicar, nunca baixar anexos não solicitados e denunciar e-mails suspeitos. Além do treinamento regular, as organizações de saúde devem fazer testes simulados de phishing regularmente para identificar em quais áreas os colaboradores precisam melhorar sua conscientização em segurança.
Exija autenticação multifator em todos os lugares
Como algumas tentativas de phishing ainda terão êxito, é necessário impor a autenticação multifator (MFA). Com a MFA em vigor, credenciais roubadas não podem ser usadas exclusivamente para acesso não autorizado a sistemas de saúde. As organizações de saúde devem exigir a MFA para contas de e-mail de funcionários, sistemas de prontuário eletrônico, plataformas de telessaúde e todas as contas privilegiadas. Alguns métodos de MFA são mais resistentes a phishing do que outros. Chaves de segurança físicas, passkeys e biometria são métodos de MFA mais eficazes do que códigos enviados por SMS, que podem ser interceptados e explorados.
Imponha o acesso de menor privilégio e a segurança de confiança zero
Limitar o acesso às informações pessoais de saúde reduz os possíveis danos de uma conta comprometida. Com o acesso de menor privilégio, os usuários acessam somente os sistemas e dados necessários para realizar suas funções. Por exemplo, uma enfermeira não deve ter acesso total aos dados de faturamento, e fornecedores terceirizados devem ser limitados apenas aos recursos necessários. Os controles de acesso baseados em funções (RBAC) dão suporte a essa abordagem de privilégio mínimo atribuindo permissões com base em cargos, em vez de individualmente. Quando combinam esses controles com princípios de segurança de confiança zero, em que toda solicitação de acesso é continuamente verificada, as organizações de saúde podem impedir que criminosos cibernéticos se movimentem lateralmente por suas redes, caso as credenciais sejam comprometidas.
Melhore a segurança de e-mail com filtros anti-phishing
Ter uma solução avançada de segurança de e-mail pode impedir muitas tentativas de phishing antes mesmo que cheguem à caixa de entrada de um funcionário de saúde. Sistemas modernos de filtragem anti-phishing utilizam protocolos de detecção de ameaças baseados em IA, escaneamento de URLs e autenticação de domínio para analisar links e anexos em busca de intenções maliciosas. Mesmo com a filtragem avançada em vigor, os funcionários ainda devem verificar se os links ou anexos são seguros antes de clicar ou fazer download.
Crie um plano sólido de resposta a incidentes
As organizações de saúde devem partir do princípio de que algumas tentativas de phishing terão êxito, mesmo com medidas preventivas rigorosas em vigor. Um plano de resposta a incidentes bem definido minimiza os danos potenciais e garante que os incidentes de segurança sejam tratados o mais rápido possível. Um plano eficaz de resposta a incidentes deve incluir o seguinte:
- Definição de procedimentos claros para denunciar e-mails suspeitos
- Estabelecimento de protocolos para equipes de conformidade
- Descrição de etapas para isolar contas comprometidas na rede
- Elaboração de procedimentos para investigação forense
Invista em um gerenciador de senhas seguro
Se os profissionais de saúde usarem senhas fracas ou repetidas em vários sistemas, um único login comprometido pode dar aos cibercriminosos acesso a muitas contas privilegiadas. Um gerenciador de senhas seguro como o Keeper® ajuda organizações de saúde a eliminar a reutilização de senhas, gerar senhas exclusivas para cada conta, armazenar credenciais com segurança e compartilhar o acesso entre os membros da equipe de maneira segura. Em ambientes que exigem acesso compartilhado, o gerenciamento seguro de senhas é fundamental.
Proteja os dados dos pacientes com o Keeper
Os ataques de phishing no setor de saúde comprometem diretamente a segurança dos pacientes e a conformidade regulatória. Para adotar uma abordagem proativa contra o phishing, as organizações de saúde devem avaliar suas práticas de segurança existentes, fazer testes de phishing, implementar autenticação multifator resistente a phishing e treinar os funcionários para conscientização contra o phishing. Ao melhorar as defesas com um gerenciador de senhas seguro como o Keeper, as organizações de saúde não apenas protegem os dados sensíveis, mas também sua equipe e pacientes.
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