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	<title>Keeper Security Blog &#8211; Cybersecurity News &amp; Product Updates</title>
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	<description>Cybersecurity starts with Keeper Security. Stay up-to-date with the latest cybersecurity news and insights, as well as product updates and announcements.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 17:00:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O que saber sobre os ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água dos EUA</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/18/what-to-know-about-the-us-water-cyber-attacks/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades e Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[No final de julho de 2026, mais de 30 sistemas municipais de abastecimento de água em Minnesota foram alvo de ataques cibernéticos coordenados que afetaram a Tecnologia Operacional (TO) usada para monitorar e controlar remotamente os equipamentos hídricos. Os ataques tiveram início em 26 e 27 de julho, atingindo vários sistemas de controle automatizados em]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No final de julho de 2026, mais de 30 sistemas municipais de abastecimento de água em Minnesota foram alvo de ataques cibernéticos coordenados que afetaram a Tecnologia Operacional (TO) usada para monitorar e controlar remotamente os equipamentos hídricos. Os ataques tiveram início em 26 e 27 de julho, atingindo vários sistemas de controle automatizados em todo o estado, incluindo os de Plymouth, Braham e South St. Paul. Embora as autoridades tenham confirmado que o abastecimento de água potável não foi comprometido, o Minnesota IT Services (MNIT) ativou a resposta a incidentes de segurança cibernética do estado em colaboração com parceiros municipais, estaduais e federais para investigar as violações e reforçar as proteções para a Infraestrutura Crítica (IC).</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para conhecer as principais lições desses ataques cibernéticos ao setor hídrico, seu impacto mais amplo no setor e como o <a href="https://www.keepersecurity.com/">Keeper<sup>®</sup></a> pode ajudar a proteger a IC em todos os setores contra ameaças cibernéticas.</p>

<h2 id="h-what-you-should-know-about-the-us-water-cyber-attacks" class="wp-block-heading">O que você precisa saber sobre os ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água dos EUA</h2>
<section id="summaryBlock-block_903407ff5404c0b71557e5250d400a44" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os ataques tiveram como alvo Controladores Lógicos Programáveis (PLCs) conectados à internet, dispositivos remotos usados para monitorar e gerenciar a infraestrutura hídrica, vinculados a sistemas de controle automatizados em várias cidades de Minnesota.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os atacantes acessaram os PLCs expostos e alteraram suas senhas e endereços IP, bloqueando o acesso dos operadores aos seus sistemas e causando uma perda de monitoramento que obrigou algumas concessionárias a migrar para operações manuais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Nenhum fornecimento de água foi comprometido em decorrência desses ataques, e autoridades confirmaram que a qualidade da água não foi afetada.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Este incidente de segurança ultrapassou Minnesota, com serviços de água e esgoto em </span><a href="https://www.nbcnews.com/tech/security/hackers-targeted-municipal-water-systems-7-states-week-fbi-says-rcna590210" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">pelo menos seis outros estados reportando incidentes cibernéticos</span></a><span style="font-weight: 400;"> ao FBI.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 id="h-the-impact-of-the-us-water-cyber-attacks" class="wp-block-heading">O impacto dos ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água dos EUA</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água em todo o país se distinguem das violações de dados que dominam as manchetes porque, em vez de roubar dados confidenciais, os invasores tiveram como alvo a OT em uma clara tentativa de interromper a IC. O incidente foi menos um caso de roubo e mais uma demonstração de quão vulneráveis podem ser os sistemas de controle industrial que mantêm os serviços essenciais em funcionamento. Ao alterar senhas e endereços IP em PLCs expostos, os invasores bloquearam o acesso dos operadores aos sistemas dos quais dependiam para monitorar e controlar os equipamentos de água, eliminando a visibilidade sobre o funcionamento desses sistemas. Várias concessionárias precisaram recorrer a operações manuais para manter o abastecimento de água funcionando com segurança enquanto trabalhavam para recuperar o controle.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O que torna este incidente tão preocupante é o quadro geral que ele revela. Em toda a campanha multiestadual, autoridades federais relataram consequências mais graves em algumas áreas, incluindo avisos de fervura d&#8217;água e quedas na pressão da água. Os sistemas de abastecimento de água se tornaram alvos atraentes para ataques cibernéticos porque muitos dependem de OT exposta à internet e gerenciada remotamente, frequentemente conectada por meio de dispositivos e modems desatualizados que nunca foram projetados tendo a segurança como prioridade. Muitas concessionárias, especialmente os sistemas municipais de menor porte, também enfrentam sérias limitações de recursos em segurança cibernética, sem o orçamento e a equipe necessários para proteger cada conexão. Como resultado, um setor crítico do qual milhões de pessoas e empresas dependem todos os dias é protegido por sistemas que os invasores descobriram ser relativamente fáceis de acessar.</p>

<h2 id="h-what-the-water-industry-can-learn-from-the-us-water-cyber-attacks" class="wp-block-heading">O que o setor hídrico pode aprender com os ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água nos EUA</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Embora a investigação ainda esteja em andamento, esses ataques cibernéticos a sistemas hídricos já revelaram fragilidades de segurança que concessionárias de água e esgoto de todos os portes podem aproveitar para se proteger. Este incidente demonstrou o que pode acontecer quando sistemas expostos, credenciais fracas e lacunas nos controles básicos de acesso são explorados. Para os operadores de água e esgoto, as lições a seguir são urgentes e viáveis.</p>

<h3 id="h-the-risk-of-internet-exposed-ot" class="wp-block-heading">O risco de OT exposta à internet</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A principal vulnerabilidade nesses ataques foi que a OT estava diretamente acessível pela internet pública. Os invasores identificaram e exploraram PLCs e modems celulares expostos, incluindo dispositivos não documentados instalados por fornecedores ou operadores que não apareceram nas varreduras de segurança de rotina. Essas conexões esquecidas ou não gerenciadas abriram um caminho direto para os invasores acessarem sistemas críticos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As concessionárias de água devem mapear todas as conexões externas e considerar que caminhos de acesso remoto não gerenciados já existem em outras partes de seu ambiente. A OT nunca deve ser exposta diretamente à internet. Em vez disso, os operadores precisam de acesso remoto seguro que estabeleça uma camada de proteção entre a internet pública e os sistemas responsáveis por executar a CI.</p>

<h3 id="h-the-danger-of-default-and-weak-credentials" class="wp-block-heading">O perigo de credenciais padrão e fracas</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Muitos PLCs neste ataque eram protegidos apenas por senhas padrão do fabricante ou credenciais fracas, o que permitiu que os invasores fizessem login, alterassem essas senhas e bloqueassem os operadores de seus próprios sistemas. A principal lição para o setor hídrico é eliminar todas as senhas padrão e aplicar credenciais fortes e exclusivas em cada dispositivo e conta. Credenciais padrão e compartilhadas de forma insegura estão entre as formas mais comuns de entrada para invasores e também entre as vulnerabilidades de segurança mais fáceis de corrigir.</p>

<h3 id="h-the-importance-of-network-segmentation-and-offline-backups" class="wp-block-heading">A importância da segmentação de rede e dos backups off-line</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A resposta de Braham, Minnesota, a este incidente demonstrou o valor de uma preparação cuidadosa: a equipe se recuperou em menos de 90 minutos. Após detectar o comprometimento, eles isolaram o sistema afetado, restauraram-no a partir de um backup e reiniciaram a planta, tudo isso mantendo os residentes da cidade abastecidos com serviço de água ininterrupto. Isso demonstra como práticas eficazes de recuperação podem reduzir o impacto de uma invasão e transformar uma crise em potencial em uma breve interrupção.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A principal lição é construir resiliência antes que um ataque aconteça, segmentando os sistemas de OT dos sistemas de TI e da internet pública, para que uma violação em uma área não se propague para outras. Com backups off-line testados, os operadores podem restaurar os sistemas rapidamente quando algo dá errado.</p>

<h3 id="h-why-smaller-utilities-are-especially-vulnerable" class="wp-block-heading">Por que as concessionárias de menor porte são especialmente vulneráveis</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A CISA destacou que os invasores têm como alvo entidades do setor hídrico de todos os portes, não apenas grandes áreas metropolitanas. Esta é uma preocupação significativa, pois as concessionárias municipais de menor porte geralmente operam com orçamentos limitados e equipes de TI reduzidas, o que as deixa menos preparadas para se defender contra esse tipo de ataque. Concessionárias de menor porte devem reconhecer que mesmo as mais enxutas precisam de controles de acesso básicos, e cada vez mais não precisam arcar com esse custo sozinhas. No nível federal, o <a href="https://www.cisa.gov/cybergrants/slcgp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">State and Local Cybersecurity Grant Program da CISA</a> (SLCGP) ajuda governos estaduais, locais e territoriais a aprimorar sua resiliência em cibersegurança, e os sistemas municipais de abastecimento de água operados por governos locais podem buscar esse financiamento por meio da agência administradora do seu estado. Vários estados também estão começando a agir. <a href="https://www.governor.ny.gov/news/governor-hochul-announces-more-9-million-cybersecurity-grants-help-protect-153-water-systems" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nova York, por exemplo, anunciou recentemente mais de US$ 9 milhões em subsídios de segurança cibernética</a> para ajudar a proteger os sistemas de abastecimento de água em todo o estado. As concessionárias de menor porte devem buscar ativamente esse tipo de financiamento e assistência para corrigir as lacunas de segurança antes que sejam exploradas.</p>

<h2 id="h-how-keeper-security-helps-protect-critical-infrastructure-against-cyber-attacks" class="wp-block-heading">Como o Keeper Security ajuda a proteger a infraestrutura crítica contra ataques cibernéticos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As recomendações emitidas por autoridades em resposta a esses ataques apontam para a mesma necessidade central: controle granular sobre acesso e identidade. É exatamente para isso que a plataforma unificada de segurança de identidade do Keeper foi desenvolvida. Com uma arquitetura de confiança zero e conhecimento zero, o Keeper garante que o acesso à IC seja verificado, criptografado e controlado em cada etapa, de modo que até mesmo as conexões das quais os invasores dependiam em Minnesota sejam eliminadas antes que possam ser exploradas.</p>

<h3 id="h-secure-remote-access" class="wp-block-heading">Acesso remoto seguro</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A principal falha nesses ataques foi que a OT estava acessível diretamente pela internet pública. <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/remote-infrastructure-access/">O acesso remoto seguro do Keeper para infraestrutura</a> elimina a necessidade dessa exposição arriscada, dando aos operadores acesso controlado a PLCs e sistemas de controle sem deixá-los diretamente expostos à internet. Em vez de depender de modems inseguros e dispositivos expostos, as conexões remotas passam por um canal seguro e monitorado com o Keeper.</p>

<h3 id="h-credential-and-secrets-management" class="wp-block-heading">Gerenciamento de credenciais e segredos</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Default or weak credentials can make internet-facing devices easier for attackers to compromise. <a href="https://www.keepersecurity.com/business.html">Keeper Password Management for Business</a> helps enforce strong, unique credentials across accounts and replace default passwords that can give attackers an easy way in. By generating and securely storing credentials, Keeper helps close one of the easiest entry points and aligns with official recommendations to replace default passwords with strong, unique ones.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para as identidades de máquinas e segredos que operam nos bastidores, o <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">Keeper Secrets Manager</a> oferece rotação automatizada de tokens de API, contas de serviço e outras credenciais de infraestrutura. Isso é importante porque, mesmo que um invasor obtenha acesso não autorizado, credenciais exclusivas e rotacionadas regularmente podem reduzir o risco de uma credencial comprometida ser reutilizada para se mover entre sistemas.</p>

<h3 id="h-privileged-access-management-pam" class="wp-block-heading">Gerenciamento de acesso privilegiado (PAM)</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Além de proteger credenciais individuais, proteger a CI significa controlar exatamente quem pode acessar os sistemas que a executam. O <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM<sup>®</sup></a> garante acesso de menor privilégio, de modo que usuários e fornecedores tenham apenas o acesso de que realmente precisam, com monitoramento de sessão e controle sobre conexões privilegiadas gerenciados pelo KeeperPAM. Os recursos do Keeper estão alinhados às diretrizes oficiais para garantir que o acesso remoto seja mediado, monitorado e controlado, e para limitar rigorosamente o acesso à rede aos sistemas de controle críticos, dando aos operadores maior capacidade de detectar e responder a atividades suspeitas antes que se agravem.</p>

<h2 id="h-secure-remote-access-with-keeper" class="wp-block-heading">Acesso remoto seguro com o Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os ataques cibernéticos aos sistemas de abastecimento de água em todo o país devem lembrar às organizações que nenhum setor é imune a ataques cibernéticos, nem mesmo a IC da qual as comunidades dependem diariamente. À medida que os ataques cibernéticos a sistemas de abastecimento de água se espalham além das fronteiras estaduais, esses incidentes deixam claro que a proteção de serviços essenciais deve começar pelo controle de acesso aos sistemas que os executam. O Keeper protege o acesso privilegiado e o acesso remoto com uma arquitetura de confiança zero e conhecimento zero que elimina as conexões expostas e as credenciais fracas das quais os invasores dependem.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/demo/pam-demo-request/">Solicite uma demonstração do KeeperPAM</a> para ver como sua organização pode proteger sua infraestrutura mais crítica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a governança da IA reduz os riscos de segurança</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/10/how-ai-governance-reduces-security-risks/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
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					<description><![CDATA[A governança da IA reduz o risco de segurança impondo o acesso de privilégio mínimo, protegendo os dados e as credenciais que os sistemas de IA manipulam e tornando cada ação da IA auditável. Isso é importante porque a maioria das organizações implanta a IA mais rápido do que consegue governá-la. Funcionários adotam ferramentas não]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A governança da IA reduz o risco de segurança impondo o acesso de privilégio mínimo, protegendo os dados e as credenciais que os sistemas de IA manipulam e tornando cada ação da IA auditável. Isso é importante porque a maioria das organizações implanta a IA mais rápido do que consegue governá-la. Funcionários adotam ferramentas não autorizadas, e agentes de IA autônomos são criados sob identidades de usuários existentes. Cada um adiciona identidades de máquina não monitoradas que ampliam a superfície de ataque: essa é a lacuna que a governança vem preencher.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre o que é a governança da IA, os riscos que ela ajuda a reduzir e como o Keeper<sup>®</sup> ajuda a governar agentes de IA e a proteger as credenciais, o acesso e os dados dos quais eles dependem.</p>

<h2 id="h-what-is-ai-governance" class="wp-block-heading">O que é a governança da IA?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-ai-governance/">governança da IA</a> é o conjunto de políticas, processos e controles que governam como os sistemas de IA são implantados, acessados e monitorados em toda a organização. Ela reduz o risco de segurança impondo o acesso de privilégio mínimo e tornando cada ação de IA transparente e responsável. Na prática, isso significa saber exatamente qual IA está em execução, o que ela pode acessar e o que ela faz.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Uma governança robusta da IA se baseia em cinco pilares:</p>
<section id="summaryBlock-block_369990b394bf7605c8b9b45e3fda601e" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Responsabilização</b><span style="font-weight: 400;">: todo sistema e agente de IA tem um proprietário claro, de modo que sempre há uma pessoa ou equipe responsável pelo seu comportamento.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Controle de acesso</b><span style="font-weight: 400;">: identidades humanas e não humanas (NHIs) recebem acesso com privilégio mínimo e privilégio permanente zero (ZSP), de modo que os sistemas de IA só acessam o que precisam, quando precisam.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Proteção de dados</b><span style="font-weight: 400;">: controles impedem que os dados sensíveis ingeridos, processados e gerados pela IA sejam expostos ou usados indevidamente.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Transparência</b><span style="font-weight: 400;">: mantenha um registro completo e revisável do que cada sistema de IA fez e acessou.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Monitoramento</b><span style="font-weight: 400;">: a visibilidade contínua da atividade da IA detecta comportamentos suspeitos antes que se tornem um incidente.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 class="wp-block-heading">Os riscos que a governança da IA ajuda a reduzir</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Sem governança, cada ferramenta e agente de IA que uma organização adota se torna um ponto cego. A governança reduz esse risco dando às equipes de segurança visibilidade e controle sobre como a IA é utilizada, o que ela pode acessar e como ela se comporta. A seguir, estão os principais riscos que ela aborda.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Shadow AI</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Shadow AI é o uso de ferramentas de IA que uma organização não aprovou ou desconhece. Quando os funcionários colam informações sensíveis em chatbots ou assistentes de codificação não aprovados para avançar mais rápido, ninguém tem um inventário de quais ferramentas estão em uso, uma política sobre quais dados podem ser compartilhados ou visibilidade sobre como esses modelos retêm e reutilizam essa entrada. <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/06/09/how-shadow-ai-is-creating-an-unmanaged-identity-crisis/">A shadow AI está criando uma crise de identidades não gerenciadas</a>, mas a governança reduz o risco ao exigir descoberta e política antes que a IA toque em dados sensíveis.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Acesso permanente</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Agentes de IA e contas acumulam acesso permanente, independentemente de o usarem ativamente. O acesso permanente é um dos maiores riscos de segurança em qualquer ambiente, pois credenciais remanescentes podem ser exploradas por um cibercriminoso. A IA agrava essa situação, uma vez que os agentes são inicializados rapidamente, recebem amplo acesso para concluir uma tarefa e, em seguida, raramente são revisados ou revogados. Quanto mais acesso permanente existe, maior é a superfície de ataque e, consequentemente, o raio de explosão quando uma identidade é comprometida. A governança da IA reduz esse risco ao buscar o ZSP, em que nenhuma identidade tem acesso permanente. Em vez disso, as identidades recebem acesso temporário para uma tarefa específica, e esse acesso é automaticamente revogado assim que ela é concluída.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Vazamento de dados</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A segurança dos sistemas de IA depende inteiramente da segurança dos dados que circulam por eles. As informações inseridas em um prompt não desaparecem simplesmente assim que o modelo responde. Dependendo do provedor e do plano, os dados podem ser registrados, armazenados ou usados para treinar o modelo e, em alguns casos, podem reaparecer na saída de outro usuário. A governança reduz esse risco ao controlar quais dados os sistemas de IA podem acessar e ingerir em primeiro lugar.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Exposição de credenciais e segredos</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Scripts, pipelines e aplicativos de IA precisam de credenciais, como chaves de API, tokens e senhas, para funcionar. Com muita frequência, esses segredos são incorporados de maneira fixa diretamente no código ou na configuração, onde podem vazar por meio de repositórios, logs ou violações e, em seguida, ser reutilizados por cibercriminosos. A governança reduz esse risco ao exigir que os segredos sejam armazenados, gerenciados e injetados de maneira segura, em vez de incorporados onde qualquer pessoa possa encontrá-los.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Dispersão de NHIs</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-are-non-human-identities/">As NHIs são identidades de máquina</a>, incluindo agentes de IA, contas de serviço e bots, que se autenticam e agem por conta própria. A IA acelerou o crescimento das NHIs, e as identidades de máquinas agora superam em muitas vezes o número de usuários humanos. No entanto, elas raramente são governadas com o mesmo rigor, o que resulta em acessos permanentes e credenciais estáticas que ninguém revisa nem rotaciona. A governança elimina essa lacuna ao estender às NHIs os mesmos controles de acesso, propriedade e gerenciamento do ciclo de vida que as contas de pessoas físicas recebem.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Injeção de prompts</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Em um ataque de injeção de prompt, os cibercriminosos criam entradas maliciosas para sequestrar o comportamento de um modelo de IA, substituindo as instruções para vazar dados, realizar ações arriscadas ou contornar controles de segurança. O acesso com privilégios mínimos limita os danos; um agente de IA sequestrado só pode acessar o que lhe foi estritamente permitido. As organizações que monitoram as atividades de IA podem detectar o comportamento anormal causado por uma injeção antes que ele se espalhe.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Como o Keeper ajuda a governar a IA agêntica</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A governança da IA só reduz o risco quando as equipes a impõem a todas as identidades que têm contato com a IA. O Keeper oferece essa governança a partir de uma única plataforma.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Governe a IA agêntica em todos os endpoints</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os assistentes de codificação por IA e os agentes autônomos de IA operam sob a identidade de quem os iniciou, o que significa que herdam os privilégios do usuário e podem ler arquivos sensíveis, executar comandos privilegiados ou acessar serviços externos. O <a href="https://www.keepersecurity.com/endpoint-privilege-management/">Keeper Endpoint Privilege Manager</a> (Keeper EPM) governa esses agentes da mesma maneira que governa usuários humanos com acesso privilegiado. O Keeper EPM vê quais agentes estão sendo executados em um endpoint, decide se um determinado agente tem permissão para ser executado e limita o que um agente em execução pode fazer, avaliando cada solicitação independentemente dos próprios direitos do usuário. Um agente não pode herdar silenciosamente privilégios excessivos nem agir sem supervisão: cada ação sensível é permitida, negada ou retida para aprovação.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Proteja o gerenciamento de segredos para NHIs</h3>

<p class="wp-block-paragraph">As credenciais de que a IA precisa para funcionar muitas vezes acabam codificadas diretamente em scripts, pipelines e aplicativos, onde ficam expostas e podem ser reutilizadas por cibercriminosos. O <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">Keeper Secrets Manager</a> elimina as credenciais embutidas no código ao armazená-las em um cofre criptografado e injetá-las com segurança somente no runtime. Desenvolvido para identidades de máquina e contas de serviço, ele fornece acesso controlado em vez de segredos permanentes que ninguém monitora. O Keeper Secrets Manager também se integra a fluxos de trabalho de agentes de IA por meio do <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/01/05/how-the-model-context-protocol-is-redefining-zero-trust-for-ai-agents/">protocolo de contexto do modelo</a> (Model Context Protocol &#8211; MCP), para que os agentes recuperem os segredos de que precisam sob demanda, em vez de armazená-los localmente.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Imponha o acesso de privilégio mínimo e Just-in-Time (JIT)</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os privilégios permanentes podem transformar um agente de IA comprometido em um grande incidente de segurança. O <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM<sup>®</sup></a> impõe privilégios permanentes zero (ZSP) e acesso JIT em contas privilegiadas e nos sistemas com os quais a IA interage, para que o acesso seja concedido somente para uma tarefa específica e revogado no momento em que ela é concluída. A rotação e a descoberta automatizadas de credenciais garantem que elas sejam controladas continuamente. Ao remover o acesso permanente, o Keeper minimiza o acesso com excesso de permissões e o <a href="https://www.keepersecurity.com/ai-agent-blast-radius-calculator/">raio de impacto da IA</a> de qualquer conta comprometida, deixando menos recursos à disposição do cibercriminoso.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Implemente a criptografia de conhecimento zero</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A proteção dos dados processados pela IA começa por garantir que somente usuários autorizados possam lê-los. A <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">arquitetura de conhecimento zero</a> do Keeper significa que a criptografia e a descriptografia acontecem somente no dispositivo do usuário; os dados nunca ficam visíveis para o Keeper, nem em repouso nem em trânsito. Camadas de defesa em profundidade (Defense-in-Depth &#8211; DiD), como a criptografia em repouso com suporte de HSM, protegem ainda mais os dados armazenados. Isso reduz significativamente o risco de vazamento de dados e acesso não autorizado porque as informações sensíveis das quais os sistemas de IA e as credenciais dependem permanecem criptografadas e legíveis apenas por usuários autorizados.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Detecte e monitore as ameaças de IA</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com controles de acesso granulares, as equipes precisam saber quando algo apresenta um comportamento anormal. O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI<sup>®</sup></a> combina detecção de ameaças orientada por IA, detecção de anomalias e insights de sessão em todas as atividades privilegiadas com classificação por nível de risco, para que as equipes possam se concentrar no que é mais importante. Em vez de comportamentos maliciosos ou suspeitos passarem despercebidos até que o dano já tenha sido causado, o Keeper os identifica em tempo real e os transforma em alertas que permitem às equipes de segurança tomar medidas imediatas.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Tenha suporte para auditoria, relatórios e conformidade</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A governança da IA depende da capacidade de comprovar o que as ferramentas e contas de IA fizeram. O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/advanced-reporting-alerts-module/">Módulo de Relatórios e Alertas Avançados</a> (ARAM) do Keeper fornece registros detalhados de eventos, relatórios personalizados, alertas configuráveis e integração com SIEM, proporcionando às equipes total responsabilidade por todas as ações privilegiadas e de IA. O Keeper também mantém uma ampla cobertura de conformidade:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li>SOC 2 Tipo 2</li>



<li>ISO 27001</li>



<li>Certificação FedRAMP High</li>



<li>Autorização GovRAMP High</li>



<li>FIPS 140-3</li>



<li>HIPAA</li>



<li>GDPR</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Com o Keeper, as equipes de segurança não estão somente suprindo lacunas de auditoria, mas também se alinhando às estruturas que, cada vez mais, definem o uso responsável da IA, como o NIST AI RMF e a Lei de IA da UE.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Garanta hoje mesmo o acesso seguro à IA com o Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Com a governança da IA, o risco de segurança da IA passa de algo não gerenciado para algo controlado. Imponha o acesso de privilégio mínimo para todas as identidades humanas e de máquinas, proteja as credenciais, os segredos e os dados dos quais a IA depende e torne todas as ações da IA auditáveis por meio de uma governança que ofereça visibilidade e controle sobre como a IA opera em todos os seus ambientes. O Keeper reúne governança de IA agêntica, gerenciamento de segredos, acesso privilegiado e auditabilidade total em uma única plataforma, para que você possa governar a IA sem precisar combinar várias ferramentas.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">Comece a sua avaliação gratuita do KeeperPAM</a> para assumir o controle da IA em execução nos seus ambientes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governança da IA x conformidade da IA: qual é a diferença?</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/04/ai-governance-vs-ai-compliance-whats-the-difference/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/04/ai-governance-vs-ai-compliance-whats-the-difference/</guid>

					<description><![CDATA[A principal diferença entre governança da IA e conformidade da IA é que a governança da IA é a estrutura interna que uma organização desenvolve para gerenciar a IA de maneira responsável, enquanto a conformidade da IA é como as organizações demonstram aos reguladores externos que estão cumprindo as leis e os regulamentos aplicáveis. Esses]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A principal diferença entre governança da IA e conformidade da IA é que a governança da IA é a estrutura interna que uma organização desenvolve para gerenciar a IA de maneira responsável, enquanto a conformidade da IA é como as organizações demonstram aos reguladores externos que estão cumprindo as leis e os regulamentos aplicáveis. Esses dois termos são usados de maneira intercambiável, mas resolvem problemas diferentes. Somente com a conformidade, uma organização pode satisfazer os reguladores sem controlar de maneira significativa como a IA se comporta. Somente com a governança, há controles implementados, mas não há comprovação de que cumprem as normas regulatórias.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre governança da IA e conformidade da IA, como elas se diferenciam e por que sua organização precisa das duas.</p>

<h2 id="h-what-is-ai-governance" class="wp-block-heading">O que é a governança da IA?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A governança da IA é o conjunto de políticas, funções e processos que determina como uma organização constrói, implanta e gerencia a IA ao longo do seu ciclo de vida. É um processo interno e proativo, moldado pelos valores da própria organização, e estabelece diretrizes antes que um sistema chegue à produção.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a governança da IA abrange decisões do dia a dia que mantêm a IA responsável, incluindo a classificação de casos de uso por risco, a atribuição de um proprietário a cada sistema e a definição de limiares de aprovação. Também abrange o trabalho contínuo, como o monitoramento do comportamento do modelo, o registro de decisões e a realização de verificações de viés, para que a organização seja capaz de explicar como o sistema chega aos resultados.</p>

<h2 id="h-what-is-ai-compliance" class="wp-block-heading">O que é a conformidade da IA?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A conformidade da IA envolve atender aos requisitos externos — leis, regulamentações, padrões do setor e obrigações contratuais — que governam como a IA é usada. Ao contrário da governança, não é um processo moldado pelos valores da própria organização. Em vez disso, responde à questão de saber se uma organização está ou não seguindo as regras que se aplicam a ela. Regulamentações como a <a href="https://artificialintelligenceact.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei da IA da UE</a> impõem classificações de risco, obrigações de transparência e supervisão humana para sistemas de alto risco. As organizações também adotam cada vez mais estruturas voluntárias, como a <a href="https://www.nist.gov/itl/ai-risk-management-framework" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrutura de gerenciamento de riscos de IA do NIST</a>, para demonstrar uma abordagem confiável e estruturada, mesmo nos casos em que a legislação ainda não se atualizou.</p>

<h2 id="h-the-main-differences-between-ai-governance-and-ai-compliance" class="wp-block-heading">As principais diferenças entre governança da IA e conformidade da IA</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A governança da IA é interna e proativa, originando-se dentro de uma organização e refletindo os padrões que ela exige de si mesma. A conformidade da IA é externa e baseada em evidências, validando que a organização cumpre as regras estabelecidas por terceiros, e depende da documentação que a organização pode apresentar. A governança questiona se uma organização está gerenciando a IA de maneira responsável e cria os controles para isso. A conformidade questiona se a organização está cumprindo as regras e se pode apresentar evidências para comprovar isso. A seguir, estão as principais distinções entre governança da IA e conformidade da IA.</p>

<table id="tablepress-188" class="tablepress tablepress-id-188">
<thead>
<tr class="row-1">
	<td class="column-1"></td><th class="column-2"><b>AI governance</b></th><th class="column-3"><b>AI compliance</b></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr class="row-2">
	<td class="column-1"><b>Driven by</b></td><td class="column-2">Internal values, risk tolerance and objectives</td><td class="column-3">External laws, regulators and standards</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1"><b>Posture</b></td><td class="column-2">Prevents problems before they happen</td><td class="column-3">Validates rules already in place</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1"><b>Main output</b></td><td class="column-2">Controls, ownership and accountability</td><td class="column-3">Documentation, disclosures and audit evidence</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"><b>Examples</b></td><td class="column-2">Review boards, approval workflows and monitoring</td><td class="column-3">EU AI Act conformity, ISO/IEC 42001 and GDPR</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<h3 class="wp-block-heading">Como a governança da IA e a conformidade da IA trabalham juntas</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Apesar das suas diferenças, a governança da IA e a conformidade da IA dependem uma da outra. Depois que uma organização classifica seus casos de uso, designa responsáveis e incorpora o monitoramento ao funcionamento da IA, atender a um requisito externo passa a ser, em grande parte, uma questão de indicar os controles que já existem. A conformidade sem governança é apenas documentação sem substância: a papelada cumpre uma lista de verificação, enquanto as regras não são aplicadas na prática. A verdadeira conformidade da IA só é sustentável quando a governança da IA está atuando nos bastidores.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A IA precisa tanto de governança quanto de conformidade</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Ignorar a governança da IA ou a conformidade da IA traz consequências significativas. Se há falhar na conformidade, você expõe a organização a penalidades regulatórias e a danos duradouros à reputação. Se há falhas na governança, você enfrenta uma adoção insegura da IA e um risco maior de <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/06/09/how-shadow-ai-is-creating-an-unmanaged-identity-crisis/">shadow AI</a>. Esses dois riscos aumentam à medida que os agentes de IA têm acesso mais privilegiado em todo o seu ambiente, tornando essencial governar e proteger esses agentes para salvaguardar os dados sensíveis.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">Proteja os seus agentes de IA e o acesso privilegiado com o Keeper<sup>®</sup></a> para impor o acesso de privilégio mínimo, manter uma trilha de auditoria detalhada e controlar identidades humanas e de máquina.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Riscos ocultos de identidade da IA para MSPs</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/04/ais-hidden-identity-risk-for-msps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Peter Koros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MSP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/08/04/ais-hidden-identity-risk-for-msps/</guid>

					<description><![CDATA[As organizações estão integrando rapidamente a IA às operações comerciais diárias. As equipes estão usando o Microsoft Copilot e o Gemini para resumir reuniões, os desenvolvedores estão acelerando a entrega de software com copilotos de código e as equipes de atendimento ao cliente estão implantando chatbots viabilizados por IA para melhorar o tempo de resposta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As organizações estão integrando rapidamente a IA às operações comerciais diárias. As equipes estão usando o Microsoft Copilot e o Gemini para resumir reuniões, os desenvolvedores estão acelerando a entrega de software com copilotos de código e as equipes de atendimento ao cliente estão implantando chatbots viabilizados por IA para melhorar o tempo de resposta. Embora essas iniciativas sejam vistas sob a ótica da produtividade e da inovação, elas também estão reformulando os ambientes de identidade das organizações de maneiras que costumam passar despercebidas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Toda implantação de IA depende do acesso confiável a sistemas de negócios. Seja qual for a plataforma utilizada pelo assistente de IA — Microsoft 365, Salesforce, SharePoint ou uma base de conhecimento interna —, ele faz a autenticação, recupera informações e executa ações utilizando credenciais e permissões que devem ser concedidas e gerenciadas. Por isso, cada implantação introduz outra identidade que deve ser protegida.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Em reuniões com clientes e discussões executivas, as conversas sobre IA costumam girar em torno de ganhos de produtividade, políticas de governança e uso aceitável. Há um foco limitado nas identidades criadas para dar suporte a essas tecnologias.  </p>

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Então,</strong> <strong>quais novas identidades estamos criando no processo?</strong></p>

<p class="wp-block-paragraph">A resposta tem implicações que vão muito além da adoção da IA.  </p>

<h2 id="h-how-ai-is-expanding-the-identity-attack-surface-for-msps" class="wp-block-heading">Como a IA está ampliando a superfície de ataque de identidade para MSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Vamos analisar o que acontece quando uma empresa adota uma nova ferramenta de IA:</p>

<p class="wp-block-paragraph">Uma equipe de marketing conecta um assistente de escrita de IA ao SharePoint. A equipe de vendas habilita um assistente de CRM com tecnologia de IA. Um gerente de atendimento ao cliente inicia um chatbot conectado à documentação interna. A equipe de operações automatiza fluxos de trabalho repetitivos usando orquestração baseada em IA.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Cada implantação parece ser um aumento isolado de produtividade. Do ponto de vista da segurança, no entanto, as implicações são muito mais profundas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Cada uma dessas soluções exige acesso confiável para realizar as tarefas que foi projetada para executar. Algumas fazem a autenticação por meio de conexões OAuth, enquanto outras dependem de chaves de API, contas de serviço, credenciais de máquina ou tokens de acesso. Cada uma recebe permissão para recuperar informações, interagir com aplicativos de negócios e executar ações em nome dos usuários. Individualmente, essas identidades raramente atraem muita atenção. Coletivamente, elas começam a ampliar o que muitas organizações nunca medem: a superfície de ataque de identidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A rápida expansão da IA nas empresas está tornando esse desafio difícil de ignorar. De acordo com o <a href="https://www.microsoft.com/en-us/worklab/work-trend-index/2025-the-year-the-frontier-firm-is-born" target="_blank" rel="noreferrer noopener">índice de tendências de trabalho de 2025</a> da Microsoft, 82% dos líderes empresariais dizem que este é um ano crucial para repensar aspectos centrais da estratégia e das operações por meio da IA. O relatório também constatou que 46% das organizações já estão usando agentes de IA para automatizar totalmente fluxos de trabalho ou processos de negócios, ilustrando a rapidez com que a IA está passando da experimentação para as operações cotidianas.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Esses números ilustram mais do que o aumento do uso da IA.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Eles apontam para um número crescente de aplicativos, fluxos de trabalho e processos automatizados que exigem acesso confiável em ambientes corporativos.</p>

<h2 id="h-why-non-human-identities-nhis-create-hidden-risks" class="wp-block-heading">Por que as identidades não humanas (NHIs) criam riscos ocultos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os programas de identidade tradicionais foram desenvolvidos em torno de pessoas. Um funcionário ingressa na organização, recebe uma conta, obtém acesso aos sistemas adequados e, por fim, tem esse acesso removido quando muda de cargo ou deixa a empresa. Embora esse processo nem sempre seja tranquilo, ele segue um ciclo de vida previsível com responsabilidade definida.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A IA não.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Um assistente de IA pode se autenticar por meio de um token OAuth. Uma plataforma de automação de fluxo de trabalho pode depender de várias contas de serviço e chaves de API. Um agente autônomo pode acessar diversos aplicativos corporativos usando credenciais de máquina que operam continuamente sem interação humana direta. Diferente das contas de funcionários, essas identidades costumam ser criadas instantaneamente durante a configuração do aplicativo ou por administradores, desenvolvedores e usuários de negócios individuais que conectam ferramentas de IA a sistemas existentes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Muitas dessas identidades existem fora dos processos que as organizações já têm implementados para governar funcionários. Algumas permanecem ativas muito tempo depois de serem necessárias, pois removê-las pode interromper fluxos de trabalho ou quebrar integrações. Ao longo do tempo, as organizações acumulam centenas ou até milhares de identidades que não estão vinculadas a uma pessoa, mas têm acesso legítimo a sistemas empresariais essenciais.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de segurança referem-se coletivamente a elas como <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-are-non-human-identities/">identidades não humanas</a> (NHIs): identidades digitais usadas por aplicativos, serviços, cargas de trabalho e processos automatizados em vez de funcionários. Embora o termo possa ser desconhecido para algumas organizações, o conceito não é. Cada chave de API, conexão OAuth, conta de serviço, credencial de máquina e agente de IA atuando em nome de um usuário representa outra identidade com acesso privilegiado que deve ser gerenciada ao longo do seu ciclo de vida.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O número de NHIs não está parado. Cada nova implantação de IA, fluxo de trabalho automatizado e integração de sistemas introduz credenciais, contas de serviço e identidades de máquinas que exigem governança. À medida que mais aplicativos, fluxos de trabalho e sistemas se tornam interconectados, manter a visibilidade fica cada vez mais difícil.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Isso não é simplesmente um problema de inventário. É um problema de visibilidade e controle.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações não conseguem proteger de maneira eficaz identidades cuja existência desconhecem, revisar regularmente permissões que não conseguem visualizar nem revogar acessos que não sabem que foram concedidos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, os invasores não precisam se preocupar com essa limitação.</p>

<h2 id="h-why-attackers-target-unmanaged-machine-identities" class="wp-block-heading">Por que os invasores visam identidades de máquina não gerenciadas</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os cibercriminosos não fazem distinção entre identidades humanas e de máquina. Eles estão simplesmente procurando o caminho mais rápido para sistemas valiosos e dados sensíveis.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, as campanhas de phishing e o roubo de credenciais visavam principalmente os funcionários, pois as contas de usuário representavam o caminho mais direto para o ambiente de uma organização. Essa realidade não mudou, mas o número de pontos de entrada potenciais, sim.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os atacantes de hoje estão explorando cada vez mais chaves de API, contas de serviço, tokens de acesso e credenciais de máquina porque essas identidades costumam operar com permissões amplas, acesso persistente e muito menos supervisão do que as contas de usuário tradicionais. Ao contrário de uma conta de funcionário, uma conta de serviço não questiona uma solicitação inesperada, uma chave de API não reporta atividades suspeitas e um agente de IA não reconhece que está interagindo com um sistema malicioso. Se essas identidades forem comprometidas, elas costumam fornecer aos invasores exatamente o que eles precisam: acesso legítimo.</p>

<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o<a href="https://redcanary.com/threat-detection-report/trends/identity-attacks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> relatório de detecção de ameaças de 2025</a> da Red Canary, os ataques a identidades aumentaram 850% em relação a 2024 e representaram 53% do volume total de detecções em 2025, destacando a crescente dependência dos invasores no roubo de credenciais e em técnicas de ataque baseadas em identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Cada nova implantação de IA introduz outra identidade de máquina, conta de serviço ou credencial no ambiente.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O desafio não é simplesmente o fato de existirem mais identidades. É que muitas recebem permissões que vão além do necessário, permanecem ativas por mais tempo do que o pretendido ou operam sem monitoramento contínuo. Individualmente, esses problemas podem parecer insignificantes. Juntos, eles criam uma coleção em expansão de identidades confiáveis que os invasores podem explorar.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais as organizações optam pela automação, mais importante se torna entender não apenas quem tem acesso aos sistemas críticos, mas também o que tem acesso a eles.</p>

<h2 id="h-why-ai-identity-security-matters-for-msps" class="wp-block-heading">Por que a segurança de identidade da IA é importante para MSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria das organizações, gerenciar esse ecossistema crescente de identidades não é apenas um desafio técnico; é um desafio de visibilidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas simplesmente não sabem quantas NHIs existem em seus ambientes, quais sistemas elas podem acessar ou se essas permissões ainda são necessárias. Muitas vezes, as iniciativas de IA são impulsionadas por departamentos, desenvolvedores ou unidades de negócios específicos, focados em resolver desafios imediatos. A governança de identidades a longo prazo raramente faz parte da conversa.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs, é aqui que a especialização se torna um diferencial.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, os MSPs têm ajudado os clientes a proteger endpoints, gerenciar infraestrutura e implantar soluções de cibersegurança. À medida que os clientes continuam a integrar a IA em suas operações, eles contarão com consultores de confiança para ajudá-los a gerenciar as credenciais, permissões e identidades de máquinas que essas tecnologias trazem.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para ajudar os clientes a lidar com essa mudança, é preciso começar com um conjunto diferente de perguntas:  </p>

<ul class="wp-block-list">
<li>Quais aplicações de IA atualmente têm acesso a sistemas críticos para os negócios?</li>



<li>Quais contas de serviço e chaves de API ainda são ativamente necessárias?</li>



<li>Quem é o proprietário de cada identidade de máquina?</li>



<li>As permissões estão alinhadas com os princípios do privilégio mínimo?</li>



<li>Como as credenciais são rotacionadas, monitoradas e protegidas?</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Ao iniciar essas discussões e revisitá-las à medida que os ambientes de IA evoluem, os MSPs elevam seu papel de provedor de tecnologia a consultor estratégico. Ao ajudar os clientes a governar identidades relacionadas à IA, os MSPs podem minimizar o risco de longo prazo, ao mesmo tempo em que viabilizam a adoção responsável da IA.  </p>

<h2 id="h-how-keepermsp-can-help-clients-build-a-secure-ai-foundation-nbsp" class="wp-block-heading">Como o KeeperMSP pode ajudar os clientes a construir uma base segura de IA  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">Entender o problema é só o primeiro passo. Ajudar os clientes a lidar com isso exige a base adequada de segurança de identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para MSPs, isso significa ajudar os clientes a implementar uma estrutura capaz de governar o acesso privilegiado de maneira consistente em identidades humanas e de máquinas. Isso significa proteger credenciais, impor o acesso de menor privilégio, proteger segredos, monitorar sessões privilegiadas e manter a visibilidade ao longo do ciclo de vida da identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Em vez de tratar o acesso relacionado à IA como um desafio de segurança separado, os MSPs devem incentivar os clientes a incorporá-lo em sua estratégia mais ampla de segurança de identidade. Quer o acesso pertença a um funcionário, a um aplicativo, a um agente de IA ou a um fluxo de trabalho automatizado, os mesmos princípios fundamentais devem ser aplicados: verificar o acesso, aplicar o privilégio mínimo, proteger as credenciais e monitorar continuamente a atividade. Uma abordagem unificada reduz a complexidade, enquanto garante que os clientes mantenham controles de segurança consistentes à medida que seus ambientes continuam a evoluir.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-privileged-access-manager/">KeeperMSP</a> foi desenvolvido com esses desafios em mente. Com sua arquitetura de segurança de conhecimento zero, <a href="https://www.keepersecurity.com/enterprise.html">gerenciamento de senhas corporativas</a>, <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">gerenciamento de acesso privilegiado</a> (PAM), <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">gerenciamento de segredos</a> e recursos de acesso remoto seguro, o Keeper permite que os provedores ajudem os clientes a proteger as credenciais, os segredos e os caminhos de acesso privilegiado mais visados pelos atacantes. Em vez de depender de ferramentas desconectadas, os MSPs podem gerenciar identidades humanas e de máquinas por meio de uma única plataforma desenvolvida com base em princípios de confiança zero e governança de acesso contínuo.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs, o valor vai muito além da tecnologia. Ele fornece a visibilidade, o controle e a escalabilidade necessários para ajudar os clientes a adotarem a IA sem permitir que a sua superfície de ataque de identidade ultrapasse a sua estratégia de segurança.  </p>

<h2 id="h-every-ai-deployment-creates-new-identity-security-risks" class="wp-block-heading">Cada implantação de IA cria novos riscos de segurança de identidade</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Cada implantação de IA expande o ecossistema de identidades de uma organização e, com isso, a responsabilidade de governar cada nova identidade com o mesmo rigor aplicado aos seus equivalentes humanos. As organizações que reconhecerem essa conexão desde o início estarão mais bem posicionadas para inovar sem ampliar desnecessariamente sua superfície de ataque.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs, ajudar as empresas gerenciadas a entender e governar essas identidades representa muito mais do que outra implantação de tecnologia. Isso coloca os MSPs na vanguarda de uma das mudanças mais significativas na cibersegurança desde a migração para a computação em nuvem. Ao ajudar os clientes a navegar pelos desafios criados pela IA, os MSPs podem reforçar seu papel como consultores indispensáveis, ao mesmo tempo que permitem que as organizações acompanhem o ritmo da inovação sem prejudicar a visibilidade nem o controle.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Porque cada implantação de IA traz mais do que apenas uma nova funcionalidade. Ela traz mais uma identidade a ser protegida.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/msp-partner-program/">Conheça o Programa de Parceiros MSP do Keeper</a> e saiba como ele ajuda os MSPs a lidar com o crescente impacto da IA no gerenciamento de identidades.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Checklist de cibersegurança para MSSPs</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/27/cybersecurity-checklist-for-mssps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MSP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/27/cybersecurity-checklist-for-mssps/</guid>

					<description><![CDATA[Os provedores de serviços de segurança gerenciados (MSSPs) operam em uma superfície de ataque ampla e complexa, gerenciando simultaneamente o acesso privilegiado a múltiplos ambientes de clientes enquanto mantêm a segurança da própria infraestrutura. Essa responsabilidade dupla torna os MSSPs alvos valiosos para invasores que sabem que violar apenas um MSSP pode liberar acesso a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os provedores de serviços de segurança gerenciados (MSSPs) operam em uma superfície de ataque ampla e complexa, gerenciando simultaneamente o acesso privilegiado a múltiplos ambientes de clientes enquanto mantêm a segurança da própria infraestrutura. Essa responsabilidade dupla torna os MSSPs alvos valiosos para invasores que sabem que violar apenas um MSSP pode liberar acesso a todas as redes de clientes que o provedor gerencia. Os MSSPs devem implementar várias medidas de segurança que abrangem o gerenciamento de identidades e acessos (IAM), segurança de endpoint e procedimentos de resposta a incidentes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Confira este checklist de cibersegurança estruturada para MSSPs, que traz uma estrutura auditável para garantir que o acesso seja aplicado de forma segura e consistente em sistemas internos e ambientes de clientes.</p>

<h2 id="h-1-implement-a-zero-trust-security-model" class="wp-block-heading">1. Implemente um modelo de segurança com confiança zero</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-zero-trust/">segurança com confiança zero</a> opera sob o princípio de que nenhum usuário, aparelho ou sessão é implicitamente confiável, e toda solicitação de acesso deve ser validada independentemente da localização. Nos MSSPs, essa estrutura cobre todas as camadas de operação, desde a equipe interna que acessa plataformas até os técnicos que supervisionam os sistemas dos clientes. Cada ponto de contato expande a superfície de ataque da organização, e a retirada da confiança implícita é essencial para manter uma segurança robusta. Isso é crucial nos MSSPs que protegem ambientes com vários locatários, pois, sem controles de confiança zero, uma credencial violada ou uma sessão não autorizada pode aumentar o risco. A aplicação da validação em cada ponto de acesso ajuda a conter esse risco e mantém os ambientes dos clientes devidamente isolados uns dos outros.</p>

<h2 id="h-2-enforce-least-privilege-access-across-all-client-environments" class="wp-block-heading">2. Aplique o acesso de menor privilégio em todos os ambientes do cliente</h2>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-least-privilege-access/">Acesso de menor privilégio</a> significa que cada usuário, sistema e aplicação opera apenas com as permissões necessárias para executar uma função específica. Nos MSSPs, onde os técnicos se movem rotineiramente entre os ambientes dos clientes, controlar esse acesso é importante para a proteção contra riscos internos e externos. Na prática, o acesso deve ser específico para o cliente e temporário. Por exemplo, um técnico provisionado para realizar a manutenção de firewall para um cliente não deve ter acesso permanente ao ambiente de outro cliente, e o acesso deve ser revogado imediatamente após a conclusão da tarefa.</p>

<h2 id="h-3-eliminate-insecure-credential-sharing" class="wp-block-heading">3. Elimine o compartilhamento inseguro de credenciais</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Compartilhar senhas por e-mail ou <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/spreadsheets-and-sticky-notes-are-insecure/">guardar em planilhas</a> é um dos riscos mais comuns à segurança, embora evitáveis, nos MSSPs. Credenciais manuseadas sem controles de segurança adequados estão vulneráveis à interceptação e não deixam nenhuma <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/01/10/what-is-an-audit-trail-importance-and-steps-to-implement-it/">trilha de auditoria</a>. Nos MSSPs que gerenciam credenciais em muitos ambientes de clientes, a exposição potencial aumenta rapidamente. O gerenciamento seguro de credenciais baseado em cofre deve substituir completamente essas práticas. Gerenciadores dedicados de senhas são criados para centralizar o armazenamento de credenciais, impor controles de acesso granulares e manter um registro detalhado de quem acessou o quê e quando.</p>

<h2 id="h-4-secure-and-manage-credentials-centrally" class="wp-block-heading">4. Proteja e gerencie centralmente as credenciais</h2>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que um MSSP adiciona clientes, o número de senhas, contas de serviço, chaves de API e credenciais privilegiadas que ele deve gerenciar cresce rapidamente. Sem um sistema unificado, essas credenciais podem ficar dispersas pelos ambientes dos clientes, limitando a visibilidade e o controle. Uma plataforma criptografada baseada em cofre mantém as credenciais gerenciadas centralmente e acessíveis apenas de acordo com a função do técnico. Ela também fornece permissões e atividades auditáveis, ao mesmo tempo em que simplifica o desligamento de técnicos e a rotação de credenciais.</p>

<h2 id="h-5-protect-non-human-identities-nhis" class="wp-block-heading">5. Proteja as identidades não humanas (NHIs)</h2>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-are-non-human-identities/">Identidades não humanas</a> (NHIs) como contas de serviço, tokens e agentes de IA são os vetores de ataque mais negligenciados nos ambientes MSSP. Diferente das contas de usuários humanos, as NHIs geralmente operam sem autenticação multifator (MFA) e frequentemente acumulam permissões além da função original. Um dos pontos de exposição mais comuns é a <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-secrets-sprawl/">dispersão de segredos</a>, onde segredos são incorporados diretamente em códigos, scripts ou arquivos de configuração que são compartilhados entre equipes ou esquecidos em sistemas legados. No contexto do MSSP, um segredo incorporado de forma fixa (hardcoded) em um repositório compartilhado pode expor vários clientes de uma só vez, uma vez que scripts de automação e integrações podem ser reutilizados em ambientes de clientes. Um gerenciador de segredos centralizado como o Keeper, que armazena e rotaciona credenciais de INHs, ajuda a garantir que os segredos nunca sejam armazenados em texto simples e estejam sujeitos aos mesmos controles de acesso que as identidades humanas.</p>

<h2 id="h-6-use-jit-access-for-privileged-accounts" class="wp-block-heading">6. Adote o acesso JIT nas contas privilegiadas</h2>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-just-in-time-access/">O acesso Just-in-Time (JIT)</a> dá permissões elevadas apenas quando necessário para uma tarefa específica e revoga automaticamente o acesso após a conclusão da tarefa. Em vez de manter o acesso indefinidamente, o acesso JIT garante que as permissões elevadas existam apenas pelo tempo necessário. Nos MSSPs, o acesso permanente em toda a infraestrutura do cliente coloca em risco todos os ambientes de clientes. Se um técnico com acesso permanente aos sistemas de um cliente tiver as credenciais violadas, esse acesso fica imediatamente disponível para um invasor. O acesso JIT elimina essa janela, uma vez que cada sessão privilegiada é provisionada sob demanda, direcionada a sistemas específicos e vence automaticamente.</p>

<h2 id="h-7-monitor-and-record-all-sessions" class="wp-block-heading">7. Monitore e grave todas as sessões</h2>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/privileged-session-management/">O gerenciamento de sessões privilegiadas</a> traz visibilidade em tempo real sobre todas as sessões privilegiadas, rastreando a atividade no momento em que ela acontece e mantendo uma gravação completa e com registro de data/hora para fins de auditoria. Em um ambiente com mais de um cliente, onde vários técnicos podem acessar o mesmo ambiente durante diferentes sessões e períodos, a visibilidade total exige responsabilização. Detectar comportamento suspeito em tempo real é tão importante quanto ter um registro após o ocorrido. Uma sessão que se desvia da atividade esperada, incluindo o acesso a sistemas fora do escopo definido ou a execução de comandos incomuns, pode ser sinalizada e encerrada antes que a atividade se agrave. Com o monitoramento de sessões em tempo real, cada ação realizada durante uma sessão privilegiada é revisável e atribuível, tanto internamente quanto para clientes que esperam transparência.</p>

<h2 id="h-8-secure-all-endpoints-across-client-environments" class="wp-block-heading">8. Proteja todos os endpoints em ambientes de clientes</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Cada endpoint em todos os ambientes de clientes é um ponto de entrada potencial e, em ambientes com mais de um locatário, um aparelho mal configurado ou não gerenciado na rede de um cliente pode estender o risco para além daquela organização. A aplicação de controles em nível de aparelho e políticas de segurança consistentes em todos os endpoints gerenciados elimina essa exposição em larga escala. A aplicação de configurações garante que os endpoints em cada ambiente de cliente sigam uma linha de base de segurança definida, incluindo padrões de criptografia, controles de aplicação e níveis de patch. Com o gerenciamento de privilégios de endpoint adequado, os MSSPs podem <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/06/23/how-to-enforce-least-privilege-on-endpoints/">aplicar o princípio do menor privilégio em endpoints</a>, elevando aplicações ou processos específicos quando legitimamente necessário, enquanto retiram direitos administrativos permanentes que não servem a nenhum propósito.</p>

<h2 id="h-9-maintain-full-visibility-and-audit-trails" class="wp-block-heading">9. Mantenha visibilidade e trilhas de auditoria completas</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente com vários clientes, saber quem acessou o quê e quando é crucial. Trilhas de auditoria abrangentes consolidam essa visibilidade em um único registro, com cada login e alteração de permissão atribuídos a um usuário e carimbo de data/hora específicos em todos os ambientes gerenciados. Na <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2022/12/09/what-is-an-incident-response-plan/">resposta a incidentes</a>, as trilhas de auditoria reduzem o tempo entre a detecção de ameaças e a contenção. Em vez de montar manualmente uma linha do tempo com base em logs fragmentados, os responsáveis pela resposta têm uma visualização imediata e precisa do que ocorreu. Para fins de conformidade, as trilhas de auditoria demonstram controles de acesso, segregação de funções e a integridade das atividades privilegiadas, conforme exigido por frameworks como CMMC, GDPR, SOC 2 e HIPAA. Os MSSPs que atendem setores regulamentados devem fornecer os relatórios e controles de segurança de que os clientes precisam para permanecerem prontos para auditoria.</p>

<h2 id="h-how-keeper-helps-mssps-strengthen-security" class="wp-block-heading">Como o Keeper<sup>®</sup> ajuda os MSSPs a fortalecer a segurança</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A plataforma unificada de segurança de identidade do Keeper foi projetada para os desafios únicos que os MSSPs enfrentam ao gerenciar acesso privilegiado, credenciais e identidades em ambientes de clientes em larga escala.</p>

<h3 id="h-zero-knowledge-architecture-to-support-multi-tenant-security" class="wp-block-heading">Arquitetura de conhecimento zero para a segurança em multilocatários</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Uma das ameaças mais significativas em ambientes com vários locatários é o risco de violação entre os clientes. <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">A arquitetura de conhecimento zero do Keeper</a> garante que os dados sejam criptografados e descriptografados no nível do aparelho, o que significa que nem o Keeper pode acessar os dados armazenados. O Keeper também oferece um <a href="https://www.keepersecurity.com/features/admin-console/">console de administração centralizado</a>, que impõe um isolamento estrito dos locatários; não há possibilidade de dados ou acesso serem transferidos entre ambientes de clientes. Com o Keeper, cada locatário permanece totalmente compartimentado, eliminando o risco de movimento lateral que torna os MSSPs alvos atraentes para invasores.  </p>

<h3 id="h-password-management-for-secure-credential-storage" class="wp-block-heading">Gerenciamento de senhas para armazenamento seguro de credenciais</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/encrypted-vault/">cofre criptografado do Keeper</a> oferece um ambiente de conhecimento zero para armazenar e gerenciar credenciais, garantindo que as senhas nunca sejam expostas em texto simples. O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/password-sharing/">compartilhamento seguro</a> permite que as equipes deem acesso a credenciais sem nunca expor a senha associada, tornando o acesso controlado e revogável. Em situações que exigem o compartilhamento de credenciais com clientes ou fornecedores terceirizados, o <a href="https://www.keepersecurity.com/features/one-time-share/">compartilhamento único</a> entrega credenciais via link criptografado que vence após um único uso. Esse compartilhamento seguro e temporário elimina o risco de credenciais permanecerem no e-mail ou serem enviadas ao destinatário incorreto, reduzindo a exposição interna e externa.</p>

<h3 id="h-pam-for-jit-access-and-session-management" class="wp-block-heading">PAM para acesso JIT e gerenciamento de sessões</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/02/19/the-top-6-pam-features-that-you-actually-need/">KeeperPAM<sup>®</sup></a><sup> </sup>aplica <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/role-based-access-control/">controles de acesso baseado em funções</a> (RBAC) que garantem que os técnicos operem apenas com as permissões que as funções e tarefas exigem, com escopo por cliente e revogação automática após o uso. O provisionamento JIT elimina privilégios permanentes em toda a infraestrutura do cliente, limitando a janela de oportunidade para que o acesso persistente cause danos. O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI<sup>®</sup></a> oferece detecção de ameaças em tempo real, sinalizando comportamentos suspeitos e mantendo uma trilha de auditoria completa em todas as sessões para dar aos MSSPs a visibilidade entre clientes e a responsabilização que a conformidade exige.</p>

<h3 id="h-secrets-management-for-protecting-nhis" class="wp-block-heading">Gerenciamento de segredos para proteger NHIs</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">O Keeper Secrets Manager</a> fornece armazenamento seguro e centralizado para NHIs, como chaves de API, contas de serviço, tokens e credenciais de máquinas, eliminando efetivamente a necessidade de codificar segredos diretamente em scripts ou arquivos de configuração. A dispersão de segredos em ambientes de clientes é contida por uma camada de gerenciamento centralizada com controles de acesso completos e <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/password-rotation/">recursos de rotação integrados</a>. As integrações nativas com fluxos de trabalho de DevOps e pipelines de CI/CD garantem que a <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/07/28/how-keeper-protects-non-human-identities-nhis-in-it-environments/">proteção de NHI</a> não crie atrito para as equipes, mantendo os mesmos padrões de segurança aplicados aos humanos.</p>

<h3 id="h-endpoint-privilege-management-to-enforce-least-privilege" class="wp-block-heading">Gerenciamento de privilégios de endpoint para aplicar o menor privilégio</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/endpoint-privilege-management/">Keeper Endpoint Privilege Manager</a> (EPM) retira os direitos permanentes de administrador local em endpoints gerenciados e aplica o acesso de privilégio mínimo no nível do aparelho. Isso ajuda a prevenir o escalonamento de privilégios que os invasores utilizam para se mover lateralmente uma vez dentro de um ambiente. A elevação em nível de aplicação permite que processos específicos sejam executados com permissões elevadas quando operacionalmente necessário, sem dar acesso administrativo abrangente que se estenda muito além do caso de uso pretendido. O KeeperEPM também estende a governança à IA agêntica, controlando quem pode executar agentes em um endpoint, o que esses agentes podem fazer em nome de um usuário e como os agentes solicitam elevação administrativa. Em um amplo portfólio de clientes, o EPM é uma camada de governança unificada para identidades humanas e de máquinas, sem exigir configuração individualizada para cada organização.</p>

<h2 id="h-improve-mssp-security-with-keeper" class="wp-block-heading">Reforce a segurança dos MSSPs com o Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O controle de acesso é uma das preocupações de segurança mais importantes e, ao mesmo tempo, mais frequentemente exploradas nos MSSPs. Como lhes é confiado o acesso privilegiado em ambientes de clientes, os MSSPs exigem controles de segurança estruturados, consistentes e aplicados continuamente. Este checklist serve como um guia prático para os MSSPs avaliarem a força dos controles existentes e identificarem possíveis lacunas na aplicação do privilégio mínimo, proteção NHI e segurança de endpoint. O <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-privileged-access-manager/">KeeperMSP</a> permite que os MSSPs implementem essas recomendações em todos os ambientes de clientes em um console centralizado, sem prejudicar o isolamento e a responsabilização que cada locatário exige.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-msp-free-trial/">Faça uma avaliação gratuita do KeeperPAM para MSPs</a> para saber como a plataforma unificada da Keeper cobre todo o escopo dos requisitos de segurança de MSSPs.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cada decisão de fornecedor é uma decisão de segurança</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/10/every-vendor-decision-is-a-security-decision/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Peter Koros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 14:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança de senha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/10/every-vendor-decision-is-a-security-decision/</guid>

					<description><![CDATA[Os provedores de serviços gerenciados nunca tiveram tanta influência sobre os resultados de segurança de seus clientes. Todos os dias, os MSPs tomam decisões que afetam como as organizações autenticam usuários, protegem o acesso privilegiado, se recuperam de ransomware, gerenciam dados confidenciais e se defendem das ameaças cibernéticas mais recentes. Suas empresas gerenciadas continuam dependendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os provedores de serviços gerenciados nunca tiveram tanta influência sobre os resultados de segurança de seus clientes. Todos os dias, os MSPs tomam decisões que afetam como as organizações autenticam usuários, protegem o acesso privilegiado, se recuperam de ransomware, gerenciam dados confidenciais e se defendem das ameaças cibernéticas mais recentes. Suas empresas gerenciadas continuam dependendo dessas decisões, pois geralmente não dispõem de recursos internos para avaliá-las.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Essa confiança gera um valor imenso. E isso também gera maior responsabilidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Por anos, os MSPs avaliavam os fornecedores principalmente com base em funcionalidade, capacidades de integração, facilidade de implantação e suporte. A segurança era uma consideração, mas muitas vezes apenas um dos vários fatores que influenciavam uma nova decisão de compra. Hoje, os riscos são diferentes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os ataques cibernéticos se tornaram mais onerosos, os agentes de ameaças são mais sofisticados e as pequenas e médias empresas enfrentam pressão crescente de reguladores e seguradoras para demonstrar práticas eficazes de cibersegurança.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, organizações impactadas por incidentes cibernéticos estão examinando não apenas como os invasores obtiveram acesso, mas se os fornecedores de confiança exerceram a devida diligência para ajudar a evitá-lo. As implicações são claras: escolher parceiros de tecnologia tornou-se muito mais do que uma decisão de aquisição. Agora, é moldado por requisitos de segurança, resultados de negócios e prioridades de gerenciamento de risco.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Cada fornecedor de segurança que um MSP apresenta passa a fazer parte da estratégia de defesa desse cliente. Cada gerenciador de senhas, solução de backup, plataforma de acesso remoto, provedor de identidade e ferramenta de acesso privilegiado é mais uma camada de confiança. Quando essas tecnologias funcionam conforme o esperado, elas ajudam as organizações a reduzir o risco. Quando falham, as consequências podem ser graves.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs que gerenciam dezenas ou até centenas de ambientes de clientes, selecionar os parceiros de tecnologia certos pode ser uma das decisões de segurança mais importantes que podem tomar.  </p>

<h2 id="h-the-unique-cybersecurity-risks-msps-face" class="wp-block-heading">Os riscos exclusivos de cibersegurança que os MSPs enfrentam</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os invasores modernos não buscam apenas vulnerabilidades; eles buscam multiplicadores de força. Em vez de atacar organizações individualmente, muitos agentes de ameaças buscam relações de confiança que possam fornecer acesso a muitos ambientes downstream. E os MSPs representam exatamente esse tipo de oportunidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Um MSP típico pode gerenciar infraestrutura, identidades, endpoints, sistemas de backup, ferramentas de acesso remoto e controles de segurança em dezenas ou centenas de ambientes de clientes. Comprometer um prestador de serviços pode gerar consequências que vão muito além de uma única organização.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o<a href="https://www.verizon.com/about/news/2025-data-breach-investigations-report" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Relatório de Investigações de Violação de Dados de 2025</a> da Verizon, o envolvimento de terceiros em violações dobrou para 30%, enquanto o abuso de credenciais permaneceu como um dos principais vetores de acesso inicial, com 22%. Enquanto isso, o<a href="https://www.bakerdonelson.com/webfiles/Publications/20250822_Cost-of-a-Data-Breach-Report-2025.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Relatório de Custo de uma Violação de Dados de 2025 da IBM</a> constatou que o custo médio de uma violação de dados nos EUA é de US$ 10,22 milhões. Para os MSPs responsáveis por proteger ambientes de clientes distintos, essas tendências reforçam a crescente necessidade de due diligence de fornecedores, segurança de identidade e controles de acesso privilegiado.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Em conjunto, essas descobertas destacam uma realidade que os MSPs conhecem bem: os invasores nem sempre arrombam a porta. Na maioria das vezes, eles apenas fazem o login.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como os MSPs estão no centro de tantas relações de confiança, a postura de segurança de cada fornecedor na cadeia importa. Seja qual for a fraqueza em uma plataforma de backup, solução de acesso remoto ou sistema de gerenciamento de identidade, o impacto pode se estender por inúmeros ambientes de clientes.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Quanto maior a base de clientes, maiores as consequências.</p>

<h2 id="h-what-recent-cybersecurity-lawsuits-mean-for-msp-accountability" class="wp-block-heading">O que os processos judiciais recentes de cibersegurança significam para a responsabilidade dos MSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Talvez a mudança mais significativa na cibersegurança seja que as organizações estão cada vez mais analisando quem deve ser responsabilizado após uma violação. Maior ênfase está sendo colocada sobre se controles de segurança razoáveis estavam em vigor antes de um ataque. E esse escrutínio vai além dos agentes de ameaças e alcança os fornecedores, consultores e prestadores de serviços contratados para proteger esses ambientes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Há vários casos recentes que ilustram esse movimento.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Conforme relatado pelo <a href="https://www.csoonline.com/article/4027266/clorox-sues-cognizant-for-380m-over-alleged-helpdesk-failures-in-cyberattack.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CSO Online</a>, a Clorox busca aproximadamente US$ 380 milhões em indenização da Cognizant. A Clorox alega que falhas nos procedimentos de verificação de identidade e redefinição de credenciais contribuíram para um ataque cibernético que perturbou significativamente as operações.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O que torna esse caso notável é que as alegações se concentram na verificação de identidade, e não em explorações técnicas sofisticadas. A reclamação concentra-se em saber se medidas apropriadas estavam em vigor para verificar com precisão os usuários antes de conceder acesso. Apesar da complexidade da cibersegurança moderna, uma simples falha na verificação de identidade pode ter criado uma oportunidade ideal para o ataque.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">A comunidade de MSPs também testemunhou litígios que envolveram diretamente prestadores de serviços e seus parceiros de tecnologia. De acordo com <a href="https://www.channele2e.com/news/msp-backup-vendor-sued-over-cybersecurity-breach" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um artigo do ChannelE2E</a>, o escritório de advocacia Mastagni Holstedt, sediado em Sacramento, processou seu MSP, a LanTech, e seu fornecedor de backup, a Acronis, após um grave incidente de ransomware. A ação judicial buscou mais de US$ 1 milhão em indenização, levantando preocupações sobre as tecnologias e as capacidades de recuperação implantadas.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Se os réus vencerão ou não é irrelevante como conclusão principal. O ponto mais relevante é que a ação judicial foi aberta. O cliente final não se concentrou apenas nos invasores. Em vez disso, o escritório de advocacia analisou mais profundamente as organizações encarregadas de ajudar a prevenir e a se recuperar do incidente. Reforçando essa tendência, o <a href="https://www.bleepingcomputer.com/news/security/marquis-sues-sonicwall-over-backup-breach-that-led-to-ransomware-attack/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BleepingComputer</a> noticiou que a Marquis Software Solutions processou a SonicWall após um incidente de ransomware supostamente ligado a um comprometimento de appliances de backup.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Individualmente, esses casos envolvem tecnologias, setores e circunstâncias distintos. No entanto, todos eles compartilham um tema recorrente: as organizações esperam que os fornecedores e prestadores de serviços em quem confiam comprovem que medidas de segurança eficazes estavam em vigor antes de qualquer incidente. O consultor jurídico da Keeper, David Oskin, reafirma:</p>

<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">O ambiente jurídico e regulatório para os MSPs se tornou cada vez mais complexo, elevando a importância da preparação para litígios e da gestão de riscos.</p>
</blockquote>

<p class="wp-block-paragraph">Embora os detalhes de cada alegação sejam diferentes, todos giram em torno da confiança. Mais importante ainda, a questão subjacente permanece: esses provedores poderiam ter feito mais para reduzir o risco para seus clientes?</p>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações dependem de fornecedores para proteger dados confidenciais. Elas confiam que os prestadores de serviços implementarão as salvaguardas necessárias. Elas confiam que as tecnologias de segurança funcionarão conforme o esperado durante uma crise. Quando essa confiança é quebrada, cada decisão que contribuiu para a postura de segurança da organização passa a ser escrutinada.  </p>

<h2 class="wp-block-heading">Por que a segurança de identidade é prioridade para os MSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Um dos motivos pelos quais o caso da Clorox atraiu tanta atenção é que ele ilumina um desafio mais amplo do setor: a identidade se tornou o principal campo de batalha da cibersegurança.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, as organizações se concentraram principalmente em defesas de perímetro criadas para manter os invasores do lado de fora. Os criminosos modernos adaptaram-se nos últimos anos. Em vez de tentar contornar os controles de segurança diretamente, eles geralmente visam as identidades que controlam o acesso a esses sistemas, incluindo, entre outros, credenciais, contas privilegiadas, fluxos de trabalho de autenticação, procedimentos de help desk e tokens de acesso.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Quando os invasores obtêm acesso a uma identidade de confiança, eles podem se mover livremente pelo ambiente usando ferramentas e privilégios legítimos. Isso ajuda a explicar por que o roubo de credenciais, phishing, engenharia social e abuso de privilégios continuam entre as técnicas de ataque mais comuns observadas em todos os setores.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs, o desafio é ainda maior. Gerenciar centenas de ambientes de clientes significa gerenciar milhares de identidades, contas privilegiadas e eventos de autenticação. E cada credencial de administrador compartilhada, segredo não gerenciado e processo de autenticação fraco aumenta o nível de risco.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações que minimizam o risco com sucesso geralmente são as mesmas que priorizam a identidade como um controle de segurança fundamental, e não como uma ferramenta isolada.  </p>

<h2 class="wp-block-heading">Como os MSPs devem avaliar fornecedores  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">As ameaças cibernéticas modernas exigem que os MSPs avaliem os fornecedores com mais critério e por uma perspectiva de segurança. Recursos do produto, qualidade do suporte e facilidade de implantação continuam sendo componentes essenciais. Mas a arquitetura de segurança merece maior atenção.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Antes de adicionar uma nova solução à sua cadeia, os MSPs devem verificar:</p>
<section id="summaryBlock-block_5093f82689b729c76aa4edb5551c11af" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Como o acesso é protegido?</b><span style="font-weight: 400;"> </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">A solução oferece suporte à autenticação multifator?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Como as contas privilegiadas são protegidas e os segredos gerenciados?</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>A arquitetura segue os princípios de confiança zero?</b><span style="font-weight: 400;"> </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">O acesso pode ser restringido com base no princípio de menor privilégio?  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">As ações administrativas são controladas e monitoradas?  </span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>A segurança foi validada de forma independente?</b><span style="font-weight: 400;"> </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">O fornecedor mantém certificações de segurança reconhecidas?  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Foram realizadas auditorias independentes?  </span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Como é o processo de recuperação do fornecedor?</b><span style="font-weight: 400;"> </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Com que rapidez as questões de segurança são resolvidas?  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Qual é o nível de transparência da organização em relação a incidentes?</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Como os dados do cliente são protegidos?</b><span style="font-weight: 400;"> </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Quais padrões de criptografia são utilizados?  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Quais controles existem para evitar o acesso não autorizado?</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
    </div>
</section>


<p class="wp-block-paragraph">Em última análise, as respostas a essas perguntas separam os fornecedores que apenas divulgam segurança daqueles que a incorporam em suas soluções, arquitetura e operações.  </p>

<h2 class="wp-block-heading">Por que a arquitetura de segurança importa na escolha de fornecedores para MSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O ponto em comum entre os ataques cibernéticos mais prejudiciais da atualidade, e grande parte do escrutínio que se segue, é o acesso. Para os MSPs, isso torna a segurança de identidade um fator central na escolha de parceiros de tecnologia.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-password-manager.html">Keeper<sup>®</sup></a> foi desenvolvido para proteger as credenciais, contas privilegiadas e identidades que os invasores visam com mais frequência. Com sua arquitetura de segurança de conhecimento zero, <a href="https://www.keepersecurity.com/enterprise.html">gerenciamento de senhas corporativas</a>, <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">Gerenciamento de Acesso Privilegiado</a>, <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">gerenciamento de segredos</a> e recursos de <a href="https://www.keepersecurity.com/endpoint-privilege-management/">gerenciamento de privilégios de endpoint</a>, o Keeper ajuda as organizações a minimizar o risco baseado em identidade antes que os invasores possam explorá-lo.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os MSPs, isso significa maior visibilidade sobre o acesso privilegiado, proteção mais sólida para credenciais e mais confiança de que estão recomendando uma plataforma desenvolvida para ajudar a proteger cada ambiente de cliente que gerenciam.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Um padrão mais elevado para a seleção de fornecedores</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Cada fornecedor que um MSP apresenta passa a ser uma extensão de sua própria estratégia de segurança. Os clientes talvez nunca saibam por que uma determinada solução foi escolhida, mas certamente sentirão as consequências se essa escolha não estiver à altura.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Em uma era de risco cibernético crescente, a seleção de fornecedores não se resume a comparar recursos, preços ou facilidade de implantação. Trata-se de escolher parceiros com a arquitetura de segurança, proteções de identidade e maturidade operacional necessárias para resistir às ameaças cibernéticas modernas.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que essas ameaças evoluem e a responsabilidade cresce, os fornecedores que os MSPs selecionam vão determinar a resiliência de cada ambiente de cliente que gerenciam.  </p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/start-msp-trial/">Comece sua avaliação gratuita do KeeperMSP</a><sup>®</sup> hoje para aproveitar uma plataforma com criptografia robusta de conhecimento zero e recursos avançados de segurança desenvolvidos para proteger seus clientes.</p>
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		<title>Keeper Security ultrapassa US$&#160;225 milhões em ARR com crescimento transformador e emerge como o padrão de mercado para segurança de identidade nativa da IA</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/09/keeper-passes-225m-in-arr-as-ai-native-identity-security-takes-off/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Darren Guccione]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades e Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Keeper protege mais de 95.000 organizações, incluindo muitas empresas da Fortune 500 e agências do setor público. A empresa está emergindo rapidamente como o padrão de mercado para segurança de identidade nativa da IA para empresas no mundo inteiro, com sua plataforma líder de segurança de identidade de confiança zero e conhecimento zero. Em]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Keeper protege mais de 95.000 organizações, incluindo muitas empresas da Fortune 500 e agências do setor público. A empresa está emergindo rapidamente como o padrão de mercado para segurança de identidade nativa da IA para empresas no mundo inteiro, com sua plataforma líder de segurança de identidade de confiança zero e conhecimento zero. Em 2025, a empresa líder de análise Gartner reconheceu a Keeper como a segunda concorrente de software de segurança que mais cresceu no mundo, ficando atrás apenas do Google.* Esse reconhecimento reforça a rápida expansão de mercado do Keeper ao abordar desafios de segurança de identidade criados pela transformação da nuvem e pela adoção de inteligência artificial em toda a infraestrutura e nos endpoints corporativos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Keeper está crescendo a um ritmo mais de 4 vezes superior à média do setor.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Esse crescimento líder de mercado é impulsionado pela explosão de identidades na era da IA agêntica e pelo foco incansável na inovação para proteger os clientes, como evidenciado pelo lançamento da sua plataforma unificada de gerenciamento de acesso privilegiado e segurança de identidade, <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM®</a>, que protege tanto identidades humanas quanto <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-are-non-human-identities/">identidades não humanas</a> (NHIs), incluindo contas de serviço, identidades de máquinas, bancos de dados, agentes de IA e cargas de trabalho agênticas. Desde o lançamento do KeeperPAM em fevereiro de 2025, a receita do KeeperPAM apresentou um crescimento de 10 vezes em relação ao ano anterior, e o Keeper observou um crescimento de novos clientes líder no setor, adicionando uma média de 850 novas organizações a cada mês. Nos últimos quinze meses, o Keeper adicionou mais de 400 funcionalidades e produtos inovadores ao KeeperPAM.</p>

<p class="wp-block-paragraph">“A identidade é o novo perímetro de segurança”, disse Darren Guccione, CEO e cofundador da Keeper Security. “À medida que as empresas implementam cada vez mais agentes de IA e sistemas autônomos, o número de identidades privilegiadas e credenciais de máquina está crescendo exponencialmente. As organizações precisam de uma plataforma moderna e unificada que proteja todas as identidades, tanto humanas quanto não humanas, e governe todas as interações privilegiadas. Nosso crescimento reflete a demanda do mercado por uma plataforma desenvolvida especificamente para enfrentar esses desafios.”</p>

<p class="wp-block-paragraph">A plataforma de segurança cibernética nativa da nuvem do Keeper fornece uma abordagem abrangente para segurança de identidade e gerenciamento de acesso privilegiado, unificando o <a href="https://www.keepersecurity.com/enterprise.html">gerenciamento de senhas corporativas</a>, o <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">gerenciamento de segredos</a>, o <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/privileged-session-management/">gerenciamento de sessões privilegiadas</a>, o gerenciamento de banco de dados e o <a href="https://www.keepersecurity.com/endpoint-privilege-management/">gerenciamento de privilégios de endpoint</a> em uma única plataforma. A estratégia de segurança de identidade nativa de IA do Keeper estende esses recursos de maneira integrada a identidades não humanas e ambientes de IA agêntica, permitindo que as organizações descubram, gerenciem e protejam credenciais de máquina e cargas de trabalho autônomas com o mesmo rigor aplicado aos usuários humanos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que as empresas adotam tecnologias de IA em grande escala, a proliferação de identidades não humanas está ultrapassando rapidamente a das identidades humanas na proporção de 150:1, segundo relatórios, criando assim novas superfícies de ataque e complexidade operacional. A plataforma do Keeper ajuda as organizações a estabelecer estratégias de segurança centradas em identidade que proporcionam segurança, visibilidade, governança e controles de privilégio mínimo em todo o ecossistema de identidades.</p>

<p class="wp-block-paragraph">“Agentes autônomos, LLMs de ponta e fluxos de trabalho máquina a máquina já estão em operação em ambientes corporativos neste momento — sem governança, gerenciamento de segredos nem controles de acesso adequados”, afirmou Craig Lurey, CTO e cofundador da Keeper Security. “O Keeper foi desenvolvido especificamente para resolver esse problema em grande escala.”</p>

<p class="wp-block-paragraph">O crescimento contínuo da empresa e o reconhecimento do mercado reforçam sua posição como uma das fornecedoras mais inovadoras e de crescimento mais rápido do setor de segurança cibernética, especializada em soluções de segurança de identidade nativa da IA e de gerenciamento de acesso privilegiado. O perfil financeiro do Keeper combina o melhor crescimento e a melhor rentabilidade do setor, além de uma estrutura de capital livre de dívidas, sendo um ativo posicionado para liderar com eficiência a segurança de identidade na era da IA agêntica.</p>

<p class="wp-block-paragraph">“Ultrapassar US$ 225 milhões em ARR confirma o que temos ouvido em todas as conversas corporativas: que proteger identidades não humanas é o principal desafio de segurança na era da IA”, afirmou Darren Guccione, CEO da Keeper Security. “Estabelecemos um plano acelerado para atingir US$ 1 bilhão em ARR, o que, aliado ao nosso roteiro tecnológico, nos dará flexibilidade para uma oferta pública.”</p>

<p class="wp-block-paragraph"><em>*Gartner, Market Share Analysis: Security Software, Worldwide, 2025, Rahul Yadav, Deepali, 11 de maio de 2026</em></p>

<p class="wp-block-paragraph"><em>Gartner é uma marca registrada da Gartner, Inc. e/ou de suas afiliadas.</em></p>

<p class="wp-block-paragraph"><em>O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço mencionado em suas publicações de pesquisa e não recomenda que os usuários de tecnologia selecionem apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outras designações. As publicações de pesquisa do Gartner refletem as opiniões da organização Business and Technology Insights do Gartner e não devem ser interpretadas como declarações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, relacionadas a esta pesquisa, incluindo garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.</em></p>
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		<title>Acesso seguro no Slack, Teams, Jira e ServiceNow com o Keeper</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/08/secure-access-in-slack-teams-jira-and-servicenow-with-keeper/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrew W.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/08/secure-access-in-slack-teams-jira-and-servicenow-with-keeper/</guid>

					<description><![CDATA[As equipes de segurança estão sob pressão constante para trabalhar mais rapidamente sem abrir mão do controle, mas em muitas organizações, as solicitações de acesso, as aprovações e os fluxos de trabalho de credenciais ainda estão fora de sistemas seguros. Tudo isso acontece por meio de mensagens de chat, comentários em tickets ou processos manuais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As equipes de segurança estão sob pressão constante para trabalhar mais rapidamente sem abrir mão do controle, mas em muitas organizações, as solicitações de acesso, as aprovações e os fluxos de trabalho de credenciais ainda estão fora de sistemas seguros. Tudo isso acontece por meio de mensagens de chat, comentários em tickets ou processos manuais em ferramentas como Slack, Teams, Jira e ServiceNow, aumentando o risco, reduzindo a visibilidade e atrasando o tempo de resposta.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As novas integrações do Keeper com Slack, Teams, Jira e ServiceNow ampliam<strong> </strong>os fluxos de trabalho seguros e orientados por políticas nas ferramentas que as equipes já usam todos os dias, mantendo a <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2020/10/07/zero-trust-begins-with-password-security/">arquitetura de conhecimento zero e confiança zero</a> do Keeper. Ao incorporar o acesso seguro e os fluxos de trabalho privilegiados diretamente em plataformas de colaboração e de gerenciamento de serviços de TI (ITSM), as organizações podem reduzir riscos sem interromper os fluxos de trabalho existentes.</p>

<h2 id="h-why-access-security-belongs-in-everyday-workflows" class="wp-block-heading">Por que a segurança de acesso pertence aos fluxos de trabalho diários</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Na maioria das organizações, as solicitações de acesso não começam em um console de segurança; elas começam com uma mensagem ou um ticket. Quando essas solicitações são tratadas manualmente ou fora de sistemas governados, as equipes de TI costumam ser forçadas a escolher entre velocidade ou segurança. Com o <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM</a>, as equipes não precisam mais escolher e podem, em vez disso, gerenciar o acesso de maneira segura e eficiente por meio de diversas integrações. As integrações do Keeper permitem às equipes:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li>Solicitar, aprovar e gerenciar o acesso sem alternar entre ferramentas</li>



<li>Eliminar o <a href="https://www.keepersecurity.com/features/password-sharing/">compartilhamento de credenciais</a> inseguro em mensagens de chat ou comentários de tickets</li>



<li>Impor o <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/03/06/how-to-implement-the-principle-of-least-privilege/">acesso de privilégio mínimo</a> e as políticas de aprovação de maneira consistente</li>



<li>Manter auditabilidade completa em todas as solicitações de acesso e ações privilegiadas</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso acontece enquanto os segredos permanecem criptografados e totalmente sob controle do usuário por meio do modelo de segurança de conhecimento zero do Keeper.</p>

<h2 id="h-secure-access-requests-and-approvals-in-slack" class="wp-block-heading">Proteja solicitações de acesso e aprovações no Slack</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O Slack é onde as equipes colaboram em tempo real e, muitas vezes, onde solicitações informais de acesso são feitas. A <a href="https://www.keepersecurity.com/features/slack-workflow/">integração do Keeper com o Slack</a> traz estrutura e segurança a essas conversas ao incorporar fluxos de trabalho de acesso seguro diretamente no Slack. Com o aplicativo do Keeper para o Slack, os usuários podem solicitar acesso a registros ou segredos do Cofre do Keeper, encaminhar essas solicitações por meio de fluxos de trabalho de aprovação definidos e receber notificações em tempo real quando o acesso for aprovado, negado ou atualizado. Isso ajuda as equipes de segurança a ter visibilidade e controle totais sem forçar os usuários a enviar solicitações por meio de uma ferramenta ou sistema separado.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como todas as ações de acesso são gerenciadas pelo Keeper, os segredos nunca são expostos em mensagens do Slack. Cada solicitação e aprovação é registrada, dando suporte aos requisitos de auditoria e conformidade, ao mesmo tempo que reduz o atrito para os usuários. Para habilitar essa integração, os usuários devem ter uma licença do <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">Keeper Secrets Manager</a> ou do KeeperPAM, garantindo que o acesso permaneça orientado por políticas e alinhado com os princípios de segurança de confiança zero.</p>

<h2 id="h-integrate-secure-access-and-approvals-in-microsoft-teams" class="wp-block-heading">Integre acesso seguro e aprovações no Microsoft Teams</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O Microsoft Teams é onde muitas organizações colaboram diariamente, e as solicitações de acesso que ocorrem lá, fora de sistemas gerenciados, criam os mesmos pontos cegos que comprometem a aplicação da confiança zero. O <a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/secrets-manager/integrations/teams-app">aplicativo do Keeper para o Teams</a> incorpora fluxos de trabalho de acesso estruturados e auditáveis diretamente no Teams, para que os usuários possam iniciar e aprovar o acesso privilegiado sem alternar entre ferramentas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Com o Keeper integrado ao Teams, os usuários podem solicitar acesso a registros do cofre e pastas compartilhadas com justificativa, permissões personalizadas e janelas de acesso com tempo limitado, além de solicitar links de <a href="https://www.keepersecurity.com/features/one-time-share/">compartilhamento único</a> via URLs de autodestruição. Quando o KeeperPAM também é utilizado, as solicitações de elevação <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-just-in-time-access/">Just-In-Time</a> (JIT) do Keeper Endpoint Privilege Manager são encaminhadas aos aprovadores em tempo real por meio de um canal dedicado do Teams, e os administradores podem lidar com aprovações de dispositivos do SSO Cloud sem sair do Teams.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O aplicativo Teams é hospedado pelo cliente via Docker juntamente com o modo de serviço do Commander, o que significa que as credenciais e os segredos permanecem inteiramente na própria infraestrutura do cliente. Assim como a integração com o Slack, é necessária uma licença do Keeper Secrets Manager ou do KeeperPAM, mantendo o acesso orientado por políticas e consistente com a arquitetura de confiança zero e conhecimento zero do Keeper.</p>

<h2 id="h-bring-secure-access-workflows-into-jira" class="wp-block-heading">Leve fluxos de trabalho de acesso seguro ao Jira</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Para muitas organizações, o Jira é o sistema de registro para solicitações operacionais e de segurança. A <a href="https://www.keepersecurity.com/features/jira-workflow/">integração do Keeper com o Jira</a> incorpora operações seguras de cofre e fluxos de trabalho privilegiados diretamente nos problemas do Jira, permitindo que as equipes trabalhem dentro de processos familiares.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Com o Keeper integrado ao Jira, as equipes podem solicitar e aprovar o acesso a registros do Cofre do Keeper, gerenciar permissões e atualizar credenciais com base no contexto. Toda a atividade permanece conectada ao problema específico do Jira, mantendo uma <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/01/10/what-is-an-audit-trail-importance-and-steps-to-implement-it/">trilha de auditoria</a> detalhada. Quando o KeeperPAM também é usado, as organizações podem habilitar o acesso JIT vinculado a endpoints e recursos de infraestrutura específicos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvida como um aplicativo nativo do Atlassian Forge, a integração com o Jira está alinhada com a arquitetura de confiança zero do Keeper, ao mesmo tempo em que reduz os atrasos causados por aprovações repetitivas e pela alternância entre ferramentas. Isso ajuda as equipes de segurança e de TI a trabalharem mais rapidamente sem comprometer o controle.</p>

<h2 id="h-automate-secure-workflows-in-servicenow" class="wp-block-heading">Automatize fluxos de trabalho seguros no ServiceNow</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O ServiceNow desempenha um papel central na entrega de serviços de TI e nas operações de segurança. A <a href="https://docs.keeper.io/en/keeperpam/secrets-manager/integrations/servicenow-itsm">integração do Keeper com o ServiceNow</a> permite que as organizações automatizem fluxos de trabalho de acesso seguro e segredos diretamente nos processos de ITSM.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Ao conectar o KeeperPAM ao ServiceNow, as equipes podem gerenciar solicitações e aprovações de acesso como parte de tickets padrão de ITSM, automatizar a recuperação segura de segredos e responder a alertas de segurança criando e enriquecendo incidentes automaticamente. Esses fluxos de trabalho reduzem o gerenciamento manual de dados sensíveis, melhoram os tempos de resposta e garantem a execução consistente das políticas em toda a organização. Registros de auditoria detalhados ajudam as organizações a manter a visibilidade do acesso e das atividades privilegiadas, promovendo a responsabilização e reforçando a resposta a incidentes.</p>

<h2 id="h-use-integrations-built-on-zero-trust-and-zero-knowledge" class="wp-block-heading">Use integrações baseadas em confiança zero e conhecimento zero</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As quatro integrações foram projetadas para estender e reforçar o modelo de segurança do Keeper. Os segredos permanecem criptografados o tempo todo, o acesso é regido por políticas e as aprovações são totalmente auditáveis. O Keeper nunca tem visibilidade sobre os segredos dos clientes, e o acesso é concedido somente mediante aprovação explícita.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem permite que as organizações modernizem a maneira como o acesso é solicitado, gerenciado e aprovado, mantendo segurança robusta, conformidade e controle em seus ambientes.</p>

<h2 id="h-get-started-with-keeper-integrations" class="wp-block-heading">Comece a usar as integrações do Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Independentemente de suas equipes trabalharem no Slack, Teams, Jira ou ServiceNow, ou em qualquer combinação dos quatro, o Keeper facilita a proteção do acesso onde o trabalho já acontece. Essas integrações ajudam a reduzir riscos de segurança, otimizar operações e impor o acesso de privilégio mínimo nos fluxos de trabalho de ITSM.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, confira <a href="https://www.keepersecurity.com/integrations/">a lista completa de integrações do Keeper</a> para saber como ele se encaixa nas suas ferramentas existentes, ou <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/keeper-free-trial/">comece uma avaliação gratuita</a> para experimentá-las por conta própria.</p>
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		<item>
		<title>O que é o KeeperDB?</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/07/07/what-is-keeperdb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PAM]]></category>
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					<description><![CDATA[O KeeperDB é um cliente de banco de dados seguro e multiprotocolo, desenvolvido sobre a plataforma de conhecimento zero do Keeper. Disponível como aplicativo desktop autônomo gratuito e como componente de sessão privilegiada do KeeperPAM®, o KeeperDB combina um mecanismo de consulta a bancos de dados, credenciais gerenciadas pelo Cofre, monitoramento de desempenho em tempo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB é um cliente de banco de dados seguro e multiprotocolo, desenvolvido sobre a plataforma de conhecimento zero do Keeper. Disponível como aplicativo desktop autônomo gratuito e como componente de sessão privilegiada do KeeperPAM<sup>®</sup>, o KeeperDB combina um mecanismo de consulta a bancos de dados, credenciais gerenciadas pelo Cofre, monitoramento de desempenho em tempo real e um assistente de banco de dados com IA em uma interface unificada.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre como o KeeperDB funciona, seus principais recursos e os benefícios de usá-lo para proteger o acesso a bancos de dados.</p>

<h2 id="h-how-keeperdb-works" class="wp-block-heading">Como o KeeperDB funciona</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/keeperdb/">KeeperDB</a> está disponível em duas versões: um app para desktop independente e uma experiência integrada iniciada a partir dos registros de banco de dados do <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM</a>. Ambas as versões oferecem a mesma experiência para o usuário final e as mesmas funcionalidades principais. Seja ao baixar o aplicativo ou iniciá-lo a partir de um registro PAM no Cofre do Keeper, o editor de consultas, a grade de dados, o explorador de esquemas, o notebook e o monitor de desempenho funcionam de forma idêntica. A diferença entre a versão para desktop e a versão do KeeperPAM envolve o intermediação de credenciais, a gravação de sessão e o monitoramento. Quando o KeeperDB é executado no KeeperPAM, ele se torna uma <a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/privileged-access-manager/connections">conexão totalmente governada</a> com acesso sem senha em um clique, monitoramento visual de sessão, registro de consultas e detecção de ameaças por IA.</p>

<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="709" src="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-1024x709.png" alt="" class="wp-image-157616" srcset="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-1024x709.png 1024w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-300x208.png 300w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-768x532.png 768w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-1536x1063.png 1536w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/Passwordless-Authentication-2048x1418.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>

<p class="wp-block-paragraph">O que diferencia o KeeperDB dos clientes de banco de dados legados é sua <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">arquitetura de conhecimento zero</a>. Quando implantado por meio do KeeperPAM, as credenciais efêmeras de banco de dados são geradas e descriptografadas no contêiner auto-hospedado do Keeper Gateway do cliente e entregues ao KeeperDB por meio de um canal criptografado, nunca nos servidores do Keeper. Quando o KeeperDB é usado localmente e integrado ao <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">Keeper Secrets Manager</a>, as credenciais são obtidas do Cofre centralizado sob demanda e mantidas na memória apenas durante a sessão. Para engenheiros de dados e DBAs, isso resolve desafios importantes de acesso privilegiado, pois as senhas rotacionadas no Keeper são atualizadas automaticamente, e o desligamento de um contratado ou engenheiro exige apenas uma única revogação. Além disso, o KeeperDB é protegido pelo <a href="https://www.keepersecurity.com/forcefield-endpoint-protection/">Keeper Forcefield</a> durante o tempo de execução, oferecendo proteção de memória contra malware local e infostealers.</p>

<h2 id="h-how-to-connect-to-keeperdb" class="wp-block-heading">Como se conectar ao KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB oferece cinco formas de conexão, mas a mais adequada depende de você estar trabalhando sozinho ou sob controles de acesso privilegiado. Para uma análise mais detalhada do modelo de segurança por trás de cada opção, veja <a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/privileged-access-manager/keeperdb">como o KeeperDB protege o acesso ao banco de dados</a>.</p>
<section id="summaryBlock-block_fd85a993f414f11cb9096402afeeb1a6" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Conexão direta</b><span style="font-weight: 400;">: Use a biometria do Touch ID ou do Windows Hello para autenticar no aplicativo nativo. Forneça os detalhes de conexão de um banco de dados uma vez e o KeeperDB os armazenará no armazenamento seguro do seu sistema operacional. Este é o caminho mais rápido para trabalho local e sandboxes individuais, com armazenamento integrado de credenciais.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Integração com o Secrets Manager</b><span style="font-weight: 400;">: recupere credenciais do Cofre do Keeper fornecendo ao KeeperDB um </span><a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/secrets-manager/overview"><span style="font-weight: 400;">Keeper Secrets Manager</span></a><span style="font-weight: 400;">  token de dispositivo, com acesso limitado a pastas específicas. O início de uma conexão busca as credenciais sob demanda e nunca as armazena em cache, de modo que os usuários nunca veem ou manipulam senhas.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Sessões do KeeperPAM</b><span style="font-weight: 400;">: Crie uma conexão PAM de banco de dados no Cofre do Keeper, ative o protocolo de sessão do KeeperDB e forneça acesso just-in-time ao recurso com credenciais efêmeras ou estáticas e elevação dinâmica de função privilegiada. As sessões são iniciadas a partir do registro do Cofre do Keeper e monitoradas visualmente com gravação, análise de sessão do KeeperAI e detecção de ameaças.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Keeper Tunnels</b><span style="font-weight: 400;">: para um caso de uso híbrido do aplicativo desktop com um modelo de acesso sem VPN, </span><a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/privileged-access-manager/tunnels"><span style="font-weight: 400;">Keeper Tunnels</span></a><span style="font-weight: 400;">  exponha o destino pelo Keeper Gateway para que ele apareça como local para sua máquina. O KeeperDB se conecta a esse endpoint tunelado como faria em uma conexão direta, mas cada byte trafega pelo canal criptografado e de confiança zero do Keeper.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Proxy do KeeperDB em um registro PAM</b><span style="font-weight: 400;">: ativando o </span><a href="https://docs.keeper.io/keeperpam/privileged-access-manager/keeperdb-proxy"><span style="font-weight: 400;">KeeperDB Proxy</span></a><span style="font-weight: 400;">  em um registro de Banco de Dados PAM, cria uma porta de proxy local à qual os clientes de banco de dados nativos podem se conectar sem senha. As credenciais efêmeras ou estáticas fluem automaticamente do Cofre pelo Gateway até o proxy, com registro detalhado de sessão e limites configuráveis de inatividade e duração. Os usuários obtêm acesso sem senha a partir da ferramenta de sua preferência; os administradores obtêm a trilha de auditoria.</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;"/>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 id="h-main-features-of-keeperdb" class="wp-block-heading">Principais recursos do KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB consolida tudo o que as equipes de banco de dados precisam em um único cliente: um espaço de trabalho de banco de dados multiprotocolo, um agente de IA integrado, monitoramento em tempo real e credenciais gerenciadas pelo Cofre.</p>

<h3 id="h-one-client-for-every-database" class="wp-block-heading">Um cliente para cada banco de dados</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB reúne o fluxo de trabalho completo de banco de dados em uma única interface que funciona da mesma forma nos principais bancos de dados corporativos, incluindo PostgreSQL, MySQL, SQL Server, Oracle, Amazon Redshift, MongoDB, DynamoDB, SQLite e mais. Isso garante que um engenheiro de dados que gerencia um ambiente misto não precise alternar entre ferramentas separadas para cada banco de dados. Os drivers nativos já vêm incluídos no app, simplificando a experiência do usuário.</p>

<h3 id="h-full-session-recording" class="wp-block-heading">Gravação de sessão completa</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Quando o KeeperDB é implantado por meio do KeeperPAM, toda interação com o banco de dados é monitorada e registrada, incluindo a atividade de um agente de IA durante uma sessão. Com a <a href="https://www.keepersecurity.com/features/session-recording-and-playback/">gravação e reprodução de sessão</a> do Keeper, cada instrução SQL executada por IA é registrada exatamente como uma digitada manualmente, e cada operação de escrita iniciada por IA é exibida pelo mesmo modal de confirmação que um usuário humano deve aprovar, para que o usuário sempre seja quem autoriza qualquer alteração. Cada gráfico e cada iteração autônoma são atribuídos à gravação de sessão e, com um resumo gerado junto a um registro detalhado de cada ação, os revisores de conformidade obtêm um relato completo de exatamente o que ocorreu durante cada sessão.</p>

<h3 id="h-built-in-ai-agent" class="wp-block-heading">Agente de IA integrado</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI<sup>®</sup></a> é um copiloto integrado com conhecimento completo do seu esquema conectado e opera em três modos: modo <strong>Chat</strong> para responder a perguntas em linguagem natural e SQL, modo <strong>Autonomous</strong> para escrever e executar consultas a fim de atingir um resultado desejado e modo <strong>Explain</strong> para detalhar uma consulta existente. As consultas somente leitura são executadas automaticamente, mas qualquer operação de escrita exibe uma confirmação com o comando exato antes da execução, de modo que você é sempre o aprovador. O KeeperAI também cria gráficos diretamente a partir de conjuntos de resultados em tempo real e analisa bancos de dados lentos a partir do monitor de desempenho em tempo real. O KeeperAI é compatível com múltiplos provedores, o que significa que os administradores podem usar seu provedor de LLM preferido ou um endpoint auto-hospedado, mantendo os prompts e os dados de esquema em seu próprio ambiente.</p>

<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="709" src="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-1024x709.png" alt="" class="wp-image-157630" srcset="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-1024x709.png 1024w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-300x208.png 300w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-768x532.png 768w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-1536x1063.png 1536w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/KeeperAI-2-2048x1418.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>

<h3 id="h-full-sql-workspace" class="wp-block-heading">Espaço de trabalho SQL completo</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A guia <strong>Consulta</strong> é um ambiente SQL completo com realce de sintaxe, preenchimento automático e execução de múltiplas instruções com status por instrução. Isso permite colar um script de migração, executá-lo e ver quais instruções foram bem-sucedidas. Navegue e edite linhas em uma grade de dados paginada com atualizações visualizadas e confirmação antes da execução, e armazene seu trabalho em um Notebook que salva automaticamente células SQL e Markdown juntas. O Notebook permite que as equipes criem bibliotecas de consultas reutilizáveis e documentem descobertas junto ao SQL que as gerou.</p>

<h3 id="h-real-time-performance-monitoring" class="wp-block-heading">Monitoramento de desempenho em tempo real</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Quando um banco de dados fica lento, a guia <strong>Monitor</strong> mostra quem está conectado, o que está sendo executado e quais sessões estão bloqueando outras. Com lista de processos, cadeias de bloqueio e análise de bloqueios, o KeeperDB permite encerrar uma sessão problemática com um clique. O KeeperAI pode recomendar qual sessão encerrar e ajudar a identificar gargalos de desempenho, reduzindo consideravelmente o tempo gasto no diagnóstico de bancos de dados lentos.</p>

<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2-1024x681.png" alt="" class="wp-image-157295" srcset="https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2-1024x681.png 1024w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2-300x199.png 300w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2-768x510.png 768w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2-1536x1021.png 1536w, https://www.keepersecurity.com/blog/wp-content/uploads/2026/07/image-2.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>

<h3 id="h-vault-managed-credentials-and-biometric-authentication" class="wp-block-heading">Credenciais gerenciadas pelo Cofre e autenticação biométrica</h3>

<p class="wp-block-paragraph">No app para desktop, você pode desbloquear o KeeperDB com Face ID ou Windows Hello em vez de usar uma senha armazenada. Quando você se conecta por meio do Keeper Secrets Manager, as credenciais são obtidas do Cofre criptografado no momento da conexão, em vez de ficarem armazenadas em um arquivo de configuração local. Além dessa conveniência, o KeeperDB simplifica a <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/password-rotation/">rotação de senhas</a> ao permitir que todos se reconectem automaticamente com o novo valor, já que ninguém pode reter uma cópia desatualizada. Também transforma o desligamento de funcionários: revogue o compartilhamento do Cofre de um usuário e o acesso é eliminado imediatamente, sem necessidade de redefinições manuais ou espera para rastrear onde uma credencial pode ter sido armazenada em cache.</p>

<h2 id="h-benefits-of-using-keeperdb" class="wp-block-heading">Benefícios do uso do KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os recursos do KeeperDB oferecem benefícios práticos tanto para as equipes de banco de dados que usam a ferramenta quanto para as equipes de segurança responsáveis pelo controle de acesso. Estes são os principais benefícios do KeeperDB:</p>
<section id="summaryBlock-block_a5c9ef676f0a9d77202d2a4006993cac" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Interface moderna com paridade funcional completa</b><span style="font-weight: 400;">: login biométrico, um agente de IA integrado e um monitor de desempenho integrado oferecem aos usuários segurança avançada e poder operacional sem a interface ultrapassada das ferramentas legadas.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Acesso unificado e multiprotocolo</b><span style="font-weight: 400;">: PostgreSQL, MySQL, SQL Server, Oracle, Amazon Redshift, DynamoDB, MongoDB e SQLite ficam por trás de uma única interface com drivers nativos incluídos, sem necessidade de alternar entre ferramentas ou fazer instalações por banco de dados.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Redução da dispersão de credenciais</b><span style="font-weight: 400;">: as credenciais de banco de dados são obtidas no momento da conexão, em vez de armazenadas em arquivos de configuração locais ou documentos compartilhados.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Gratuito para download, com margem para expansão</b><span style="font-weight: 400;">: use o KeeperDB gratuitamente como seu cliente de banco de dados do dia a dia e adicione os recursos governados do KeeperPAM ao mesmo cliente.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Trilha de auditoria centralizada para conformidade</b><span style="font-weight: 400;">: quando usado no KeeperPAM, a atividade do banco de dados pode ser registrada de forma centralizada para fornecer um histórico auditável de quem executou o quê, em qual banco de dados e quando.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 id="h-start-securing-database-access-with-keeperdb" class="wp-block-heading">Comece a proteger o acesso ao banco de dados com o KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os clientes de banco de dados legados eram úteis quando as credenciais ficavam nos endpoints, as sessões não eram monitoradas e o único destinatário de uma consulta era a pessoa que a executava. No entanto, as equipes modernas de engenharia e ciência de dados precisam de uma solução como o KeeperDB que funcione com rapidez e segurança em todos os principais mecanismos, ao mesmo tempo que fecha as lacunas de segurança deixadas pelas ferramentas legadas. Com o KeeperDB, as credenciais não permanecem no endpoint, os dados são protegidos com criptografia de conhecimento zero e as trilhas de auditoria estão prontamente disponíveis.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/download.html?t=db">Baixe o KeeperDB gratuitamente</a> para usar como seu cliente de banco de dados diário ou <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">inicie uma avaliação gratuita do KeeperPAM</a> para adicionar acesso a banco de dados governado, gravado e totalmente auditado.</p>
		<section id="faq-block_be6432c9e9881d5ffc7250f22cf7d0ec" class="faq-section">
			<div class="container">
				<h2>Perguntas frequentes</h2>

				<section id="faq-accordion-block_be6432c9e9881d5ffc7250f22cf7d0ec" class="faq-accordion">
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Como o KeeperDB se diferencia do DBeaver?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">Os clientes de banco de dados legados, como o DBeaver, geralmente dependem de credenciais armazenadas localmente e de ferramentas separadas para o gerenciamento de credenciais e a governança de acesso privilegiado. O KeeperDB integra esses recursos e oferece ainda mais diretamente em sua plataforma por meio do Cofre do Keeper, do KeeperAI e do KeeperPAM. Para uma comparação completa entre  </span><a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/06/22/keeperdb-vs-dbeaver-comparing-database-access-and-management-tools/"><span style="font-weight: 400">KeeperDB x DBeaver</span></a><span style="font-weight: 400">, leia nosso blog.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>O que o KeeperAI pode fazer no KeeperDB?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O KeeperAI atua como um copiloto de DBA integrado. Ele pode responder perguntas sobre um esquema de banco de dados conectado, gerar consultas SQL, criar visualizações a partir de conjuntos de resultados e ajudar a solucionar problemas de desempenho do banco de dados. Para operações de escrita, o KeeperAI sempre exige aprovação explícita do usuário antes de executar qualquer instrução SQL destrutiva.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Quais bancos de dados o KeeperDB cobre?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O KeeperDB suporta PostgreSQL, MySQL, SQL Server, Oracle, Amazon Redshift, DynamoDB, MongoDB e SQLite em uma única interface, com drivers nativos integrados. Protocolos adicionais de banco de dados estão sendo adicionados de acordo com a demanda dos clientes.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Como o KeeperDB protege as credenciais?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O KeeperDB é desenvolvido sobre a arquitetura de confiança zero e conhecimento zero do Keeper, garantindo que as credenciais sejam descriptografadas no Keeper Gateway do cliente e entregues ao KeeperDB por meio de um canal criptografado. Como as senhas são obtidas do Cofre no momento da conexão e zeradas quando a sessão é encerrada, elas nunca são armazenadas nos servidores do Keeper nem no endpoint.</span></p>
							</div>
						</div>
									</section>
			</div>
		</section>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o KeeperMSP simplifica a segurança multi-tenant</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/30/how-keepermsp-simplifies-multi-tenant-security/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[KeeperMSP]]></category>
		<category><![CDATA[MSP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/30/how-keepermsp-simplifies-multi-tenant-security/</guid>

					<description><![CDATA[Para provedores de serviços de segurança gerenciados (MSSPs), gerenciar programas de cibersegurança em múltiplos ambientes de clientes pode ser uma tarefa desafiadora. Alternar entre contas de clientes isoladas, aplicar políticas de acesso em escala e garantir que nenhuma vulnerabilidade em um ambiente afete outro demonstra os desafios contínuos da segurança multi-tenant. Sem a infraestrutura adequada,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para provedores de serviços de segurança gerenciados (MSSPs), gerenciar programas de cibersegurança em múltiplos ambientes de clientes pode ser uma tarefa desafiadora. Alternar entre contas de clientes isoladas, aplicar políticas de acesso em escala e garantir que nenhuma vulnerabilidade em um ambiente afete outro demonstra os desafios contínuos da segurança multi-tenant. Sem a infraestrutura adequada, MSSPs podem sofrer consequências negativas decorrentes de credenciais compartilhadas, permissões aplicadas de forma inconsistente e visibilidade limitada entre clientes, o que coloca em risco tanto o negócio quanto seus clientes. O KeeperMSP simplifica a segurança multi-tenant ao oferecer aos MSSPs uma plataforma unificada para implantar, gerenciar e monitorar a segurança de credenciais e o Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM) em todos os ambientes de clientes, sem comprometer a visibilidade, a governança nem a conformidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre segurança multi-tenant e os benefícios do uso do KeeperMSP para proteger e gerenciar ambientes de clientes.</p>

<h2 id="h-what-is-multi-tenant-security-for-mssps" class="wp-block-heading">O que é segurança multi-tenant para MSSPs?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A segurança multi-tenant é a prática de gerenciar e proteger múltiplos ambientes de clientes dentro de um sistema unificado, em que cada cliente opera em um espaço separado com seus próprios controles de acesso e políticas. As arquiteturas multi-tenant exigem que nenhum usuário, credencial ou dado de um ambiente de cliente seja exposto a outro. Isso garante a separação completa dos tenants, independentemente de quantos compartilhem a mesma plataforma subjacente. Os MSSPs aplicam esse isolamento por meio do <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/role-based-access-control/">Controle de Acesso Baseado em Funções</a> (RBAC), permissões específicas por cliente e controles de acesso granulares que definem exatamente quem pode visualizar, modificar ou gerenciar cada ambiente. No KeeperMSP, cada cliente conta com um conjunto dedicado de cofres, políticas e trilhas de auditoria para atender aos seus requisitos de segurança específicos, gerenciados pelo MSSP sem nenhuma sobreposição entre clientes. Como uma única violação de um cliente pode afetar todos os demais, os MSSPs são alvos de alto valor para cibercriminosos, o que torna a segurança multi-tenant robusta um requisito fundamental para o negócio.</p>

<h2 id="h-main-challenges-of-multi-tenant-security-for-mssps" class="wp-block-heading">Principais desafios da segurança multi-tenant para MSSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A segurança multi-tenant pode ser complexa e levar inadvertidamente a exposições caso os MSSPs não utilizem as ferramentas adequadas e não sigam as melhores práticas de cibersegurança. A seguir estão os principais desafios enfrentados pelos MSSPs ao proteger múltiplos ambientes de clientes.</p>

<h3 id="h-managing-access-across-multiple-client-environments" class="wp-block-heading">Gerenciamento de acesso em múltiplos ambientes de clientes</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O controle de permissões em escala torna-se rapidamente complexo quando os técnicos precisam acessar dezenas, ou até centenas, de sistemas de clientes simultaneamente. Cada ambiente de cliente tem suas próprias ferramentas, plataformas e requisitos de acesso, o que exige que os técnicos administrem múltiplos conjuntos de credenciais e permissões em cada conta atendida. Sem um sistema centralizado para provisionar e revogar permissões, os MSSPs podem não conseguir aplicar o acesso de menor privilégio em todos os clientes, deixando lacunas facilmente exploráveis por cibercriminosos.</p>

<h3 id="h-insecure-credential-sharing" class="wp-block-heading">Compartilhamento inseguro de credenciais</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Compartilhar credenciais de forma insegura é um dos hábitos mais comuns e perigosos nas operações de serviços gerenciados. Equipes que compartilham nomes de usuário e senhas por planilhas, plataformas de mensagens ou até mesmo anotações em papel perdem totalmente a rastreabilidade. Sem uma maneira de rastrear qual técnico usou uma credencial ou o que foi feito com esse acesso, uma única credencial comprometida pode dar a cibercriminosos acesso irrestrito a vários ambientes de clientes simultaneamente.</p>

<h3 id="h-lack-of-visibility-and-compliance-exposure" class="wp-block-heading">Visibilidade limitada e exposição à não conformidade</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Rastrear a atividade de usuários em ambientes de clientes distintos é um desafio, especialmente sem <a href="https://www.keepersecurity.com/features/session-recording-and-playback/">monitoramento e gravação de sessões</a> centralizados. Quando ocorre um comportamento suspeito, os registros fragmentados tornam praticamente impossível identificar a origem em tempo hábil, o que pode resultar em violações de conformidade. Os MSSPs são cada vez mais obrigados a atender a requisitos regulatórios como HIPAA e CMMC e a demonstrar conformidade com frameworks de segurança como SOC 2 e NIST CSF, todos os quais exigem <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/01/10/what-is-an-audit-trail-importance-and-steps-to-implement-it/">trilhas de auditoria</a> detalhadas e comprovação de governança de acesso. Cumprir esses requisitos sem capacidades centralizadas de registro e relatórios torna-se um processo sujeito a erros que pode aumentar a sobrecarga administrativa e comprometer a confiança dos clientes.</p>

<h2 id="h-how-mssps-can-use-keeper-to-secure-multi-tenant-environments" class="wp-block-heading">Como os MSSPs podem usar o Keeper<sup>®</sup> para proteger ambientes multi-tenant</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-password-manager.html">KeeperMSP</a> foi desenvolvido para oferecer aos MSSPs a infraestrutura necessária para aplicar segurança de nível corporativo de forma consistente em todos os ambientes de clientes, a partir de uma plataforma unificada de segurança de identidade. Em vez de gerenciar ambientes multi-tenant com um conjunto de ferramentas desconectadas e processos manuais, os MSSPs podem simplificar a entrega de serviços com o KeeperMSP.</p>

<h3 id="h-centralized-management-across-all-clients" class="wp-block-heading">Gerenciamento centralizado em todos os clientes</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperMSP oferece aos administradores um único painel para gerenciar credenciais, acesso e políticas de segurança em todos os ambientes de seus clientes. Em vez de alternar entre várias plataformas ou ferramentas específicas de cada cliente, os técnicos podem otimizar seus fluxos de trabalho por meio de uma interface centralizada. Isso reduz o risco de erros humanos e oferece à gestão visibilidade completa sobre os eventos de segurança em todo o portfólio de clientes.</p>

<h3 id="h-built-in-tenant-isolation" class="wp-block-heading">Isolamento de tenant integrado</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Cada ambiente de cliente no KeeperMSP é intencionalmente separado por design. Cada tenant opera em seu próprio espaço isolado, com cofres dedicados, políticas de segurança e permissões administrativas que garantem que nenhuma credencial ou dado de um cliente possa ser acessado por outro. Esse isolamento integrado elimina o risco de exposição de dados entre tenants e reforça a confiança de que os dados de cada cliente permanecem protegidos em seu próprio ambiente. O Keeper é certificado FedRAMP High, SOC 2 Tipo II e ISO 27001, o que oferece aos MSSPs um fornecedor cuja própria postura de segurança sustenta os requisitos de conformidade prometidos aos clientes.  </p>

<h3 id="h-secure-credential-management" class="wp-block-heading">Gerenciamento seguro de credenciais</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperMSP utiliza <a href="https://www.keepersecurity.com/features/encrypted-vault/">cofres com criptografia</a> de conhecimento zero e capacidades integradas de gerenciamento de segredos para gerenciar credenciais e segredos dos clientes com segurança. Nessa arquitetura, senhas e segredos nunca são expostos aos técnicos nem ao próprio Keeper. O Keeper gerencia a autenticação em segundo plano, garantindo que as credenciais sejam usadas sem serem visualizadas, armazenadas ou compartilhadas fora do cofre. Isso elimina o risco de dispersão de credenciais, remove a dependência de métodos inseguros de armazenamento e compartilhamento e garante que todas as credenciais e segredos nos ambientes de clientes sejam gerenciados em um único local auditável.</p>

<h3 id="h-least-privilege-and-jit-access-enforcement" class="wp-block-heading">Aplicação do acesso de menor privilégio e acesso JIT</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperMSP permite que os administradores apliquem o acesso de menor privilégio em todos os ambientes de clientes, limitando as permissões a determinadas funções e responsabilidades. Com o acesso just-in-time (JIT), os MSSPs podem provisionar o acesso conforme necessário e revogá-lo automaticamente ao término de uma tarefa, garantindo que os técnicos nunca mantenham acesso permanente além do exigido pelo trabalho. As permissões são configuradas por cliente, de modo que os controles de acesso são sempre definidos para o ambiente específico, em vez de serem aplicados como uma política genérica. Como resultado, o <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-privileged-access-manager/">KeeperPAM para MSSPs</a> oferece um modelo de acesso rigidamente controlado que reduz o risco de abuso de privilégios e acesso não autorizado.</p>

<h3 id="h-session-monitoring-and-recording" class="wp-block-heading">Monitoramento e gravação de sessões</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os MSSPs obtêm visibilidade completa sobre a atividade privilegiada em todos os ambientes de clientes por meio das capacidades de monitoramento e gravação de sessões do KeeperMSP. Cada sessão é monitorada, gravada e registrada, criando uma trilha de auditoria detalhada que dá suporte a relatórios de conformidade e à responsabilização interna. Além do monitoramento de sessões, o <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI<sup>®</sup></a> analisa ativamente a atividade das sessões e os padrões comportamentais para detectar atividades suspeitas e potenciais ameaças cibernéticas em tempo real.</p>

<h3 id="h-endpoint-privilege-management" class="wp-block-heading">Gerenciamento de privilégios de endpoint</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperMSP estende os controles de acesso privilegiado além de credenciais e segredos até o nível de endpoint com o <a href="https://www.keepersecurity.com/endpoint-privilege-management/">Keeper Endpoint Privilege Manager</a> (EPM). Em vez de conceder aos técnicos direitos administrativos amplos nos dispositivos dos clientes, o Keeper EPM permite que os MSSPs elevem privilégios por aplicativo ou por tarefa, apenas quando necessário. Isso elimina os riscos de segurança associados ao acesso permanente, incluindo instalações não autorizadas de software e movimentação lateral, sem deixar de conceder aos técnicos o acesso necessário para a execução de suas tarefas. O Keeper EPM garante que o acesso de menor privilégio seja aplicado não apenas nos cofres dos clientes, mas também em todos os dispositivos usados pelos técnicos para atender a esses ambientes.</p>

<h2 id="h-benefits-of-using-keepermsp" class="wp-block-heading">Benefícios do uso do KeeperMSP</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O gerenciamento e a proteção de ambientes multi-tenant em escala exigem uma plataforma desenvolvida especificamente para MSPs e MSSPs. Aqui estão os principais benefícios do uso do KeeperMSP para simplificar a segurança multi-tenant:</p>
<section id="summaryBlock-block_4f6b6afdb59f9f3f391c461ea2593417" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Redução do risco de credenciais</b><span style="font-weight: 400;">: ao eliminar senhas compartilhadas e restringir o acesso por meio do Controle de Acesso Baseado em Funções (RBAC), o KeeperMSP reduz significativamente a superfície de ataque em todos os ambientes de clientes.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Maior produtividade e eficiência</b><span style="font-weight: 400;">: o gerenciamento centralizado de credenciais oferece aos técnicos acesso seguro ao que precisam, quando precisam, sem transferências manuais, solicitações de senhas ou troca de ferramentas.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Maior facilidade de conformidade e auditoria:</b><span style="font-weight: 400;"> as gravações de sessão e os logs de auditoria fornecem aos MSSPs a documentação necessária para comprovar a conformidade com frameworks regulatórios como SOC 2, NIST CSF e CMMC.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Segurança escalável para todos os clientes</b><span style="font-weight: 400;">: o KeeperMSP cresce junto com o seu negócio, facilitando a ambientação de novos ambientes de clientes com rapidez e a aplicação de políticas de segurança padronizadas.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Visibilidade total sobre acessos e atividades</b><span style="font-weight: 400;">: com o monitoramento de sessões e a detecção de ameaças do KeeperAI, os MSSPs obtêm visibilidade em tempo real sobre quem acessou o quê, quando e quais ações foram realizadas em cada ambiente de cliente.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<p class="wp-block-paragraph">Veja como a <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/queen-consulting-case-study/">Queen Consulting</a> padronizou a segurança entre clientes contratantes federais usando o KeeperMSP.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Reforce a segurança dos clientes com o Keeper para MSSPs</h2>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que os MSSPs integram novos clientes, gerenciam mais credenciais privilegiadas e enfrentam um conjunto crescente de ameaças cibernéticas, a segurança multi-tenant se torna cada vez mais essencial. O controle de acesso centralizado e seguro é o que diferencia os MSSPs que crescem com confiança daqueles continuamente expostos a riscos de segurança evitáveis. O KeeperMSP foi desenvolvido para tratar a segurança multi-tenant em todas as camadas, do armazenamento de credenciais com conhecimento zero e o isolamento estrito de ambientes de clientes à aplicação do acesso de menor privilégio e aos relatórios de conformidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/start-msp-trial/">Comece hoje o seu teste gratuito do KeeperMSP</a> para reduzir a superfície de ataque e oferecer a segurança multi-tenant que os seus clientes merecem.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Violação de dados da LastPass em 2026: o que aconteceu desta vez?</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/29/2026-lastpass-breach-what-happened-this-time/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades e Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/29/2026-lastpass-breach-what-happened-this-time/</guid>

					<description><![CDATA[Os cofres de senhas dos clientes permaneceram seguros. Mas, em junho de 2026, cibercriminosos comprometeram uma plataforma terceirizada de inteligência de mercado e expuseram dados de clientes. A LastPass confirmou o incidente. Esta não é a primeira vez que dados de clientes da LastPass são expostos. Na grande violação de 2022, cibercriminosos roubaram backups dos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os cofres de senhas dos clientes permaneceram seguros. Mas, em junho de 2026, cibercriminosos comprometeram uma plataforma terceirizada de inteligência de mercado e expuseram dados de clientes. A LastPass confirmou o incidente. Esta não é a primeira vez que dados de clientes da LastPass são expostos. <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2022/12/23/lastpass-breach-what-you-should-know/">Na grande violação de 2022</a>, cibercriminosos roubaram backups dos cofres de senha dos clientes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre a violação de dados da LastPass em 2026, como ela se encaixa no histórico de incidentes de segurança da empresa e por que o Keeper<sup>®</sup> é uma alternativa mais segura para proteger seus dados confidenciais.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Pronto para <a href="https://www.keepersecurity.com/switch-from-lastpass/">migrar do LastPass para o Keeper</a> após esta última violação de dados? Junte-se aos milhares de clientes da LastPass que já fizeram a mudança.</p>

<h2 id="h-what-to-know-about-the-2026-lastpass-breach" class="wp-block-heading">O que saber sobre a violação de dados da LastPass em 2026</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Confira os principais fatos sobre a violação de dados da LastPass em 2026 e como ela ocorreu:</p>
<section id="summaryBlock-block_9a43c4995c23849444ffe2963fa8a740" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>A violação não ocorreu diretamente na LastPass</b><span style="font-weight: 400;">. Cibercriminosos comprometeram a </span><a href="https://blog.lastpass.com/posts/klue-supply-chain-incident-and-lastpass-response" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Klue</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma plataforma de inteligência de mercado terceirizada integrada ao ambiente Salesforce da LastPass. Em vez de invadir a infraestrutura da LastPass diretamente, os hackers roubaram os tokens OAuth que a Klue utilizava para se conectar aos sistemas da LastPass e os usaram para acessar dados de clientes no CRM Salesforce da empresa.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Dados de clientes da LastPass foram expostos</b><span style="font-weight: 400;">. Segundo a empresa, as informações roubadas incluem nomes, números de telefone, endereços de e-mail, endereços físicos, registros de suporte ao cliente e dados relacionados a vendas.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Os cofres dos clientes e a infraestrutura da LastPass não foram afetados</b><span style="font-weight: 400;">. A empresa declarou que seus produtos, serviços e infraestrutura não sofreram impacto com a violação e que os cofres dos clientes permanecem seguros.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Os dados roubados ainda representam riscos de segurança</b><span style="font-weight: 400;">. Embora os cofres não tenham sido acessados, nomes e informações de contato expostos fornecem material valioso para que cibercriminosos realizem </span><a href="https://www.keepersecurity.com/threats/what-is-phishing/"><span style="font-weight: 400;">ataques de phishing</span></a><span style="font-weight: 400;"> convincentes. A LastPass recomendou que os clientes fiquem atentos a e-mails ou ligações não solicitadas, especialmente de quem solicitar informações confidenciais.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 class="wp-block-heading">Por que o histórico de incidentes de segurança da LastPass é importante</h2>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.pcmag.com/news/lastpass-breached-once-again-hackers-gain-access-to-sensitive-customer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A violação de 2026 da LastPass</a> é mais um incidente em uma série que a empresa sofreu nos últimos anos. Cada ocorrência corrói a confiança dos clientes de que suas credenciais estão de fato protegidas. Essa violação foi divulgada dez dias após a LastPass tomar conhecimento do comprometimento da Klue. A empresa soube do incidente em 12 de junho de 2026, mas só o tornou público em 22 de junho de 2026. Nesse período, os clientes podem não ter sabido que suas informações pessoais poderiam ter sido expostas. Essa abordagem de divulgação tardia também foi adotada pela LastPass durante a violação de 2022.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Esse padrão revela uma realidade preocupante: suas informações podem ser expostas mesmo que seu provedor não seja hackeado diretamente. A infraestrutura da LastPass não foi comprometida desta vez, mas mesmo em um ataque à cadeia de fornecedores, dados de clientes foram expostos. À medida que as organizações conectam mais ferramentas e plataformas, cada integração se torna um ponto de entrada em potencial. Um elo vulnerável na cadeia de fornecedores pode comprometer dados de clientes.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Por que o Keeper é uma alternativa mais segura ao LastPass</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Após várias violações, é natural que os usuários do LastPass repensem onde armazenam suas senhas. Acesse nossa página <a href="https://www.keepersecurity.com/vs/lastpass/">Keeper x LastPass</a> para comparar históricos, arquiteturas de segurança e responsabilidade na proteção dos dados dos clientes.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Criptografia de conhecimento zero</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper foi desenvolvido sobre uma <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">arquitetura de segurança de conhecimento zero</a>, o que significa que toda a criptografia e descriptografia é realizada localmente no dispositivo do usuário. A chave usada para desbloquear um cofre é derivada da senha-mestra do usuário e nunca sai do dispositivo. Dessa forma, o Keeper nunca pode visualizar, descriptografar ou acessar os dados armazenados. Esta é uma distinção fundamental: mesmo que os sistemas do Keeper fossem alvo de um ataque, os dados dos cofres dos clientes permaneceriam ilegíveis, pois as chaves de descriptografia não estariam disponíveis para roubo.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Auditorias e certificações independentes</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper é a plataforma mais certificada e auditada do setor. Ele conta com a certificação <a href="https://www.keepersecurity.com/fedramp/">FedRAMP High</a>, a autorização GovRAMP High e é validado pela SOC 2, ISO 27001 e FIPS 140-3, além de estar em conformidade com o GDPR, a HIPAA e o PCI DSS, entre outras certificações. Essas são avaliações rigorosas e independentes nas quais pessoas, empresas e órgãos governamentais se baseiam antes de confiar seus dados mais confidenciais a uma plataforma. A plataforma do Keeper é <a href="https://www.keepersecurity.com/security.html">continuamente validada</a> por especialistas externos por meio de testes de penetração regulares, um programa ativo de recompensa por vulnerabilidades e um programa público de divulgação de vulnerabilidades, para garantir que suas soluções sejam testadas, verificadas e aprimoradas de forma consistente.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Histórico limpo de segurança</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Além de sua arquitetura de conhecimento zero e suas extensas certificações, o Keeper nunca sofreu uma violação de seus cofres criptografados ou de sua infraestrutura subjacente. O longo histórico inabalável do Keeper, respaldado pela criptografia de conhecimento zero e pela verificação independente, mostra que seu modelo de segurança foi desenvolvido para proteger os dados dos clientes mesmo nos piores cenários.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Mude para o Keeper hoje e mantenha sua segurança</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Cada novo incidente de segurança do LastPass é um lembrete de que a proteção de informações confidenciais não deve ser confiada a uma ferramenta com registro de exposições frequentes. Felizmente, migrar para um gerenciador de senhas mais seguro como o Keeper é simples. Com o Keeper, você importa suas senhas, pastas, pastas compartilhadas, códigos TOTP e anexos diretamente do LastPass em poucos passos, sem precisar reinserir credenciais uma a uma nem perder nenhum dado no processo. Em vez de esperar para descobrir se outra violação vai afetá-lo, migre para uma plataforma construída sobre criptografia de conhecimento zero, respaldada pelas certificações independentes mais rigorosas do setor e com um histórico limpo de proteção dos cofres dos clientes.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/keeper-free-trial/">Comece hoje seu teste gratuito do Keeper</a> e proteja suas senhas e outros dados confidenciais.</p>
		<section id="faq-block_dfbe040c7a8180d39af22d0fd42a9136" class="faq-section">
			<div class="container">
				<h2>Perguntas frequentes</h2>

				<section id="faq-accordion-block_dfbe040c7a8180d39af22d0fd42a9136" class="faq-accordion">
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Como fazer a migração do LastPass para o Keeper?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">Leva apenas alguns minutos para </span><a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2018/06/28/migrate-lastpass-keeper/"><span style="font-weight: 400">importar os dados do LastPass para o Keeper</span></a><span style="font-weight: 400">. Após criar uma conta no Keeper, você exporta o cofre do LastPass e importa os dados diretamente para o Keeper. Suas senhas e demais informações são transferidas para o Cofre do Keeper, sem necessidade de reinserção manual.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>As senhas foram expostas na violação do LastPass em 2026?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o LastPass, os cofres de senhas dos clientes e sua infraestrutura principal não foram afetados pela violação de junho de 2026. Os dados expostos nesta violação mais recente limitaram-se às informações armazenadas no ambiente Salesforce CRM do LastPass, incluindo nomes de clientes, informações de contato e registros de suporte ao cliente. No entanto, como essas informações de contato podem ser usadas em ataques de phishing direcionados e engenharia social, tenha cuidado com mensagens inesperadas que afirmem ser do LastPass e as verifique pelos canais oficiais de suporte do LastPass antes de responder.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Os gerenciadores de senhas ainda são seguros?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">Gerenciadores de senhas confiáveis como o Keeper são muito mais seguros do que reutilizar senhas ou armazená-las em locais inseguros, mas o que mais importa é a arquitetura e a segurança da ferramenta. Incidentes como as violações do LastPass mostram por que a criptografia de conhecimento zero é essencial. Com uma plataforma de confiança zero e conhecimento zero como o Keeper, seus dados são criptografados e descriptografados somente no seu dispositivo. Não abandone os gerenciadores de senhas, mas escolha um desenvolvido para proteger seus dados em qualquer circunstância.</span></p>
							</div>
						</div>
									</section>
			</div>
		</section>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A mudança para priorizar a identidade no recrutamento de MSPs</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/25/the-identity-first-shift-in-msp-recruitment/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Peter Koros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:15:11 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/25/the-identity-first-shift-in-msp-recruitment/</guid>

					<description><![CDATA[Distribuidores líderes de provedores de serviços gerenciados (MSP) não estão apenas adicionando ferramentas de identidade ao mercado. Eles estão redefinindo os critérios para parceria dentro dos ecossistemas. Durante anos, entrar no mercado de um grande distribuidor era essencialmente uma transação comercial. Envie os detalhes da sua empresa, passe por algumas checagens básicas de integração e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Distribuidores líderes de provedores de serviços gerenciados (MSP) não estão apenas adicionando ferramentas de identidade ao mercado. Eles estão redefinindo os critérios para parceria dentro dos ecossistemas.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, entrar no mercado de um grande distribuidor era essencialmente uma transação comercial. Envie os detalhes da sua empresa, passe por algumas checagens básicas de integração e comece a vender. A segurança de identidade era deixada para depois, uma categoria de produto em vez de um requisito de parceria.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Esses dias já ficaram para trás.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Em todo o canal, os distribuidores de MSP estão fazendo uma mudança decisiva. O que antes era apenas um item no menu de produtos de um MSP virou uma porta de entrada fundamental para o próprio ecossistema. Os MSPs que não priorizarem estratégias de segurança centradas na identidade poderão ter dificuldades para se manterem competitivos nas redes de parceiros atuais.  </p>

<h2 id="h-why-identity-security-is-becoming-required-for-msp-partnerships-nbsp" class="wp-block-heading">Por que a segurança de identidade está se tornando um requisito para parcerias com MSP  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www.huntress.com/resources/managed-itdr-report-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório ITDR Gerenciado Huntress 2025</a>, ataques baseados em identidade representam mais de 40% de todos os incidentes de segurança, com mais da metade das organizações atingidas por violações de e-mails empresariais somente no ano passado. Além disso, a <a href="https://www.sophos.com/en-us/press/press-releases/2025/10/sophos-launches-itdr-protect-against-growing-identity-based-attacks" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa da Sophos X-Ops</a> descobriu que as anúncios de credenciais roubadas na dark web aumentaram 106% entre junho de 2024 e junho de 2025. Não são métricas abstratas de inteligência contra ameaças; são a realidade diária das organizações que os MSPs atendem.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como violações relacionadas à identidade podem ter consequências de longo alcance em ambientes de clientes, os distribuidores têm uma responsabilidade crescente de promover proteções de identidade mais fortes em toda a rede de parceiros. As principais plataformas já estão respondendo, lançando programas formais de segurança baseados em estruturas como CIS Controls e curando portfólios de fornecedores focados na identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">A mensagem está clara. Controles robustos de identidade e acesso agora são requisito básico para membros do marketplace.  </p>

<h3 id="h-how-microsoft-s-csp-requirements-are-raising-identity-security-standards-for-msps-nbsp" class="wp-block-heading">Como os requisitos do CSP da Microsoft estão elevando os padrões de segurança de identidade para MSPs  </h3>

<p class="wp-block-paragraph">Se o cenário de ameaças justificava a segurança de identidade, <a href="https://learn.microsoft.com/en-us/partner-center/security/security-requirements" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os requisitos atualizados do CSP da Microsoft</a> demonstraram a rapidez com que essas expectativas estão se formalizando. É apenas um exemplo de uma mudança mais ampla que está ocorrendo em todo o ecossistema tecnológico, onde fornecedores, marketplaces, seguradoras cibernéticas e estruturas de conformidade estão elevando o padrão de responsabilidade pela segurança.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Em 1º de outubro de 2025, a política atualizada do CSP da Microsoft entrou em vigor em todos os níveis de parceria, exigindo medidas como a aplicação obrigatória da autenticação multifator (MFA), a designação de contatos de segurança e respostas oportunas a alertas de segurança. Para parceiros existentes, a conformidade é validada anualmente, com possibilidade de desautorização para aqueles que não cumprem essas obrigações.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Padrões como esses estão se tornando um componente cada vez mais essencial da avaliação de parceiros. MSPs que não conseguem comprovar higiene básica de identidade, incluindo aplicação de MFA e gestão segura de credenciais, podem ter mais dificuldade para participar de ecossistemas de fornecedores, programas de distribuidores e parcerias focadas em segurança daqui para frente.</p>

<h2 id="h-why-distributors-are-prioritizing-identity-first-msps-nbsp" class="wp-block-heading">Por que os distribuidores estão priorizando MSPs com foco em identidade  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que as ameaças à identidade se tornam uma preocupação cada vez maior para as empresas, elas não estão apenas mudando o que os MSPs precisam fazer — estão também redefinindo o perfil de profissionais que os distribuidores desejam recrutar desde o início.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, os distribuidores operam na intersecção entre fornecedores e MSPs. O sucesso depende não apenas de atrair fornecedores que priorizam a identidade, mas também de recrutar parceiros com as habilidades e os recursos necessários para esses produtos. Um MSP rodando com credenciais compartilhadas, sem aplicação de MFA ou visibilidade de <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/05/28/why-your-organization-needs-pam-and-itdr/">Detecção e Resposta a Ameaças de Identidade</a> (ITDR), pode acabar prejudicando a reputação e a postura de conformidade do distribuidor.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Provedores conscientes da segurança estão se tornando recrutas premium. MSPs que investiram em infraestrutura de identidade – como a aplicação de MFA, <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">Gerenciamento de Acesso Privilegiado</a> (PAM) e ITDR – são cada vez mais atraentes para distribuidores que buscam crescer no mercado. Esses fornecedores estão frequentemente mais bem posicionados para incrementar vendas, reduzir o risco operacional e atender organizações que consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica, não apenas uma exigência de conformidade.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As avaliações de postura de segurança são cada vez mais comuns no processo de seleção de parceiros. Um MSP que comprove uma estratégia bem desenvolvida de gestão de identidade sinaliza maturidade operacional, consciência de conformidade e prontidão para apoiar soluções e serviços de segurança de ponta.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Essa tendência vai além dos tradicionais controles de acesso e de credenciais. O ITDR está emergindo como um diferencial poderoso entre os MSPs que os distribuidores buscam recrutar, ajudando os provedores a aprimorar os serviços de segurança com monitoramento contínuo de identidade, detecção e resposta a ameaças. À medida que os ataques baseados em identidade aumentam, a resiliência de identidade tornou-se uma prioridade fundamental para usuários, sistemas e pontos de acesso.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os distribuidores, representa mais do que apenas uma categoria de segurança. Isso está criando uma divisão crescente entre os MSPs que podem prestar serviços avançados de segurança de identidade e aqueles que não podem. Provedores que conseguem posicionar, implantar e gerenciar soluções modernas em identidade de forma eficaz estão criando novas oportunidades de receita recorrente e atendendo às necessidades dos clientes que muitos dos concorrentes não estão prontos para atender.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A gestão de identidades também está evoluindo para além dos usuários humanos. Contas de serviço, credenciais de API, identidades de máquinas e fluxos de trabalho orientados por IA agora têm acesso a sistemas críticos para os negócios em ambientes gerenciados por MSPs. À medida que as organizações continuam a adotar tecnologias de automação e IA, a proteção dessas <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/07/28/how-keeper-protects-non-human-identities-nhis-in-it-environments/">Identidades Não Humanas</a> (NHIs) está emergindo como um componente crítico das estratégias modernas de segurança.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Os MSPs que investirem nessas práticas de segurança hoje estarão em melhor posição para enfrentar os desafios à segurança de amanhã. Da mesma forma, distribuidores que reconhecem essas tendências antes e alinham os ecossistemas de parceiros estarão mais bem preparados para atrair MSPs visionários, apoiar o sucesso de parceiros no longo prazo e fortalecer a posição em um cenário de canais orientado por segurança.  </p>

<h2 id="h-how-msp-distributors-can-build-identity-first-partner-environments-nbsp" class="wp-block-heading">Como os distribuidores de MSP podem criar ambientes de parceiros com foco em identidade  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os distribuidores que agirem com urgência definirão o futuro dos profissionais de MSP nas redes de parceiros. A identidade agora serve como a lente através da qual o recrutamento, a capacitação e a implementação de parceiros ajudam a criar mercados centrados na identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">A seguir, apresentamos algumas práticas que os principais distribuidores podem priorizar para criar marketplaces mais robustos e focados na identidade do usuário:</p>
<section id="summaryBlock-block_1ab46f7d7d2fda9255be6625190ab5b3" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Padronizar as avaliações focadas na identidade em todo o processo de integração de MSPs  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lançar programas de capacitação destinados a ajudar os MSPs a vender, em vez de apenas implantar, soluções de segurança de identidade internamente</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estabelecer parâmetros de competência de identidade e caminhos de certificação para parceiros MSP  </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incentivar os MSPs competentes com condições preferenciais, maior suporte de marketing conjunto e acesso prioritário a novos fornecedores</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Facilitar a troca de conhecimento entre pares de MSPs que tenham implementado práticas de segurança focadas na identidade</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Esclarecer as expectativas de maturidade da identidade via materiais de recrutamento e pontos de contato contínuos</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 class="wp-block-heading">A segurança de identidade é a nova medida do sucesso do MSP  </h2>

<p class="wp-block-paragraph">O que começou como uma exigência de segurança está se transformando em uma vantagem concorrencial. Os distribuidores que lideram essa mudança não estão mais gerenciando mercados onde a segurança é opcional. Eles estão montando ecossistemas onde a segurança de identidade é fundamental, e parceiros que não atendem a esses padrões podem ter dificuldades para permanecer relevantes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para os distribuidores de MSP, o momento certo é crucial. As expectativas de conformidade estão mais rigorosas, a exposição ao risco está aumentando, e os clientes finais exigem níveis mais elevados de maturidade operacional dos prestadores de serviços. Práticas fortes de identidade estão rapidamente se tornando uma característica definidora dos MSPs com os quais clientes, fornecedores e parceiros de canal desejam trabalhar.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">A pergunta para cada distribuidor é simples: seu marketplace é para os MSPs do passado ou para aqueles de que os seus clientes realmente precisam?</p>

<h2 class="wp-block-heading">KeeperMSP: desenvolvido para as necessidades dos distribuidores de padrões de identidade</h2>

<p class="wp-block-paragraph">É aqui que as soluções em segurança de identidade criadas especificamente ajudarão os distribuidores a fortalecer as estratégias de recrutamento e capacitação de MSP. Como uma plataforma PAM com confiança zero e conhecimento zero, o <a href="https://www.keepersecurity.com/msp-privileged-access-manager/">KeeperMSP</a> tem a infraestrutura de identidade necessária para atender aos requisitos de conformidade, proteger os ambientes dos clientes e se destacar no processo de triagem dos parceiros.</p>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que as expectativas dos MSP continuam a evoluir, os distribuidores precisam de mais do que mais um logotipo para adicionar aos portfólios ou outra solução em segurança para suas plataformas de mercado. Eles precisam de parceiros que os ajudem a atrair, capacitar e reter os MSPs que estão moldando o futuro do canal.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper já bem incorporado nos principais ecossistemas de distribuição, fornecendo aos MSPs uma plataforma multi-inquilinos especialmente projetada para proteger credenciais, gerenciar segredos e operacionalizar a segurança de identidade em larga escala. Além da própria tecnologia, a Keeper posiciona os distribuidores para capitalizar uma das prioridades que mais cresce em serviços gerenciados: permitir que os MSPs entreguem serviços de segurança escaláveis e recorrentes, centrados na identidade.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Uma base de identidade sólida traz benefícios estratégicos que vão muito além da adoção de tecnologia. Isso gera um envolvimento mais profundo dos parceiros, melhores conversas de recrutamento e um crescimento sustentável do ecossistema. Ao equipar os MSPs com as ferramentas, os recursos e as capacidades de segurança de que precisam para ter sucesso, os distribuidores podem estabelecer um serviço de canal mais diferenciado e valioso.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O canal está entrando em uma nova fase – uma em que os MSPs avaliam parcerias com base não apenas nas capacidades do produto, mas também nos resultados de negócios que essas parcerias proporcionam.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os distribuidores que prosperarem nesse ambiente serão aqueles que alinharem os ecossistemas com a direção para a qual a demanda de MSP está se encaminhando. Ao adotar uma abordagem que prioriza a identidade, eles estarão mais bem posicionados para atrair a próxima geração de MSPs, fomentar relacionamentos mais fortes com parceiros e cultivar programas de canal mais resilientes e com maior margem.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/start-msp-trial/">Comece sua avaliação gratuita do KeeperMSP hoje mesmo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o Keeper protege dos ataques de força bruta no registro de aparelhos do gerenciador de senhas</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/24/how-keeper-protects-against-brute-force-attacks-on-password-manager-device-registration/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[brute force attacks]]></category>
		<category><![CDATA[dashlane]]></category>
		<category><![CDATA[device registration]]></category>
		<category><![CDATA[Keeper]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciador de senhas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/24/how-keeper-protects-against-brute-force-attacks-on-password-manager-device-registration/</guid>

					<description><![CDATA[Os gerenciadores de senhas estão entre as ferramentas de segurança mais úteis disponíveis, oferecendo geração de senhas fortes e armazenamento criptografado de credenciais. No entanto, os atacantes estão começando a direcionar os gerenciadores de senhas explorando o fluxo de registro de aparelhos, que é o processo usado para avaliar e aprovar um novo aparelho antes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os gerenciadores de senhas estão entre as ferramentas de segurança mais úteis disponíveis, oferecendo geração de senhas fortes e armazenamento criptografado de credenciais. No entanto, os atacantes estão começando a direcionar os gerenciadores de senhas explorando o fluxo de registro de aparelhos, que é o processo usado para avaliar e aprovar um novo aparelho antes que ele possa acessar o cofre do usuário. Ao utilizar o método de força bruta nas senhas de uso único (OTPs) que protegem essa etapa, os invasores podem registrar aparelhos não autorizados e baixar cópias dos cofres criptografados.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Foi isso o que aconteceu com <a href="https://support.dashlane.com/hc/en-us/articles/36038764990866-Security-advisory-Brute-force-attack-on-Dashlane-user-accounts" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dashlane em maio de 2026</a>: os atacantes usaram força bruta para descobrir os códigos de seis dígitos usados para registrar novos aparelhos, adicionando aparelhos não autorizados a menos de 20 contas e baixando cópias dos cofres desses usuários. A criptografia em si nunca foi quebrada, mas a vulnerabilidade estava na forma como os novos aparelhos eram aprovados. Ataques de força bruta direcionados ao registro de aparelhos em gerenciadores de senhas representam uma ameaça cibernética crescente, mas são ineficazes contra a arquitetura com confiança zero e conhecimento zero do Keeper, que garante que conhecer uma senha nunca seja suficiente para registrar um aparelho e acessar um cofre.</p>

<h2 id="h-how-brute-force-attacks-on-device-registration-work" class="wp-block-heading">Como funcionam os ataques de força bruta ao registro de aparelhos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Ao adicionar um novo aparelho a um gerenciador de senhas, o provedor de serviços precisa confirmar que o aparelho é seu antes de dar acesso ao seu cofre. Essa etapa de confirmação no fluxo de registro do aparelho é o alvo destes <a href="https://www.keepersecurity.com/threats/brute-force-attack/">ataques de força bruta</a>. Para saber por que gerenciadores de senhas como o Dashlane estavam vulneráveis a esse ataque, enquanto outros, como o Keeper<sup>®</sup>, não estavam, veja como os ataques normalmente funcionam:</p>
<section id="summaryBlock-block_ca3d3e50c441ae358d2c2394e225e683" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ol>
<li><b>Um código é emitido</b><span style="font-weight: 400;"> após adicionar um novo aparelho a uma conta, o serviço precisa confirmar a identidade do usuário, geralmente enviando um código OPT de seis dígitos por e-mail ou gerando-o com um aplicativo autenticador. Esse código comprova que a pessoa que está registrando o aparelho é o legítimo proprietário da conta.</span></li>
<li><b>O endpoint fica sobrecarregado</b><span style="font-weight: 400;">: como um OTP de seis dígitos tem apenas 1 milhão de combinações possíveis, um atacante pode sobrecarregar um endpoint de API de registro de aparelho com solicitações automatizadas. Se o endpoint não aplicar limites de taxa, janelas de expiração de código ou bloqueios por tentativa, o atacante pode rapidamente adivinhar valores possíveis até identificar o código válido.</span></li>
<li><b>Um código válido foi adivinhado</b><span style="font-weight: 400;">: após tentativas suficientes contra um endpoint com proteção frágil, o atacante acaba adivinhando o código correto. Como esse código comprova a identidade do usuário, o aparelho do atacante é aceito como legítimo.</span></li>
<li><b>O aparelho está registrado</b><span style="font-weight: 400;">: o provedor de serviços autoriza o novo aparelho e sincroniza o cofre criptografado do usuário com ele. Embora os dados do cofre permaneçam criptografados, o invasor agora tem uma cópia dos dados criptografados e pode tentar descriptografá-los off-line indefinidamente.</span></li>
</ol>
    </div>
</section>


<p class="wp-block-paragraph">Esse processo não é hipotético; foi assim que o ataque à Dashlane aconteceu, e é por isso que garantir a segurança do fluxo de registro de aparelhos é tão importante quanto proteger os cofres de dados.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Por que o registro não autorizado de aparelhos pode criar riscos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O registro não autorizado de aparelhos apresenta sérios riscos à segurança porque, quando um novo aparelho é registrado em uma conta de gerenciador de senhas, ele pode acessar o cofre do usuário e aparecer como um usuário legítimo e autenticado. O atacante não precisa burlar, enfraquecer nem quebrar a criptografia do cofre para realizar esse tipo de ataque de força bruta. Basta que o provedor de serviços confie no aparelho sob o controle dele, permitindo que os dados criptografados do cofre sejam sincronizados diretamente com o hardware sob o controle dele.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As implicações de um atacante ter uma cópia do cofre criptografado de um usuário são de longo prazo, já que o atacante pode tentar quebrá-lo offline no próprio ritmo, pelo tempo que for necessário para obter acesso. Embora a criptografia robusta do cofre torne estatisticamente improvável o sucesso dessa tentativa, a probabilidade de êxito depende fortemente de algo que o usuário pode controlar: a força da senha-mestra. Uma senha-mestra longa, complexa e única pode impedir que um cofre exfiltrado seja quebrado, mas, uma senha-mestra fraca ou reutilizada tem uma probabilidade muito maior de ser quebrada com o tempo. Garantir a segurança do fluxo de registro do aparelho é essencial para que a proteção do cofre do usuário não dependa inteiramente da força da senha-mestra.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Como o Keeper ajuda a prevenir ataques de força bruta no registro de aparelhos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Pessoas que usam o Keeper não seriam vítimas do mesmo tipo de ataque de força bruta que afetou a Dashlane, porque o Keeper garante que simplesmente saber a senha de um usuário ou quebrar um OTP por força bruta não seja suficiente para registrar um novo aparelho ou acessar um cofre.</p>

<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Keeper Security Encryption Model" src="https://player.vimeo.com/video/868437681?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>

<h3 class="wp-block-heading">Aprovação de aparelhos</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Com o Keeper, cada novo aparelho precisa ser explicitamente aprovado antes de poder acessar um cofre. Essa aprovação é uma etapa separada e intencional, não algo que ocorre assim que um código é usado. Para usuários individuais, a aprovação vem do dono da conta usando um aparelho já confiável; para empresas, um administrador pode aprovar novos aparelhos em nome de usuários legítimos. Neste tipo de ataque, adivinhar um OTP válido é suficiente para completar o registro do aparelho, mas com o Keeper, não há um único endpoint da API cujo código possa ser forçado por força bruta para finalizar o processo.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Autenticação multifator (MFA)</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper cobre uma variedade de métodos MFA, ou <a href="https://www.keepersecurity.com/features/two-factor-authentication/">autenticação por dois fatores</a> (2FA), incluindo chaves de hardware de segurança FIDO2/WebAuthn, biometria, aplicativos autenticadores e SMS. Nem todos esses métodos são igualmente resistentes a ataques de força bruta. Os códigos enviados por e-mail ou SMS são os mais vulneráveis, pois podem ser adivinhados ou interceptados durante a transmissão. Aplicativos autenticadores oferecem proteção mais forte porque o código é gerado no aparelho do usuário, mas ainda dependem de códigos curtos baseados em tempo, e, portanto, dependem de limitação de requisições e outros controles para evitar tentativas de força bruta. As chaves de segurança de hardware oferecem a proteção mais robusta, pois se baseiam na autenticação criptográfica do tipo “desafio-resposta”, em vez de um código curto. Como não existe um valor previsível que um atacante possa submeter repetidamente a um endpoint de API, os ataques de força bruta direcionados ao registro de aparelhos tornam-se ineficazes.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Segurança com confiança zero</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper é construído sobre um <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/zero-trust-security/">modelo de segurança com confiança zero</a>, o que significa que toda solicitação de acesso deve ser aprovada independentemente da localização da rede ou histórico de autenticação anterior. Com o Keeper, um aparelho não recebe confiança persistente e implícita simplesmente porque já foi registrado ou aprovado; cada solicitação é avaliada de forma independente. Esse modelo de segurança significa que, mesmo que um invasor conseguisse registrar um aparelho, esse único sucesso não garantiria acesso contínuo. Em um modelo com confiança zero, não existe nenhum mecanismo pelo qual um invasor possa explorar o registro do aparelho para obter acesso indefinido.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Módulo de Relatórios e Alertas Avançados (ARAM)</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/advanced-reporting-alerts-module/">Módulo de Relatórios e Alertas Avançados</a> (ARAM) do Keeper oferece aos administradores visibilidade sobre comportamentos suspeitos no ambiente, incluindo anomalias de autenticação e tentativas de registro de aparelhos. Tentativas de validação ocorrendo em um curto período ou um alto volume de tentativas fracassadas de registro de aparelhos são exatamente os tipos de evento que o ARAM pode apresentar. Ter visibilidade completa de atividades incomuns permite que os administradores ajam rapidamente, em vez de deixar que comportamentos suspeitos passem despercebidos até que um aparelho não autorizado seja registrado.</p>
<section id="summaryBlock-block_9c45a8a08b0c95c6770ccfbe14135d8b" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <p><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre como a arquitetura de aprovação, autenticação e criptografia de aparelhos da Keeper se compara aos da Dashlane, visite nossa página de comparação </span><a href="https://www.keepersecurity.com/vs/dashlane/"><span style="font-weight: 400;">Keeper x Dashlane</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
    </div>
</section>


<h2 class="wp-block-heading">Por que a arquitetura com conhecimento zero do Keeper é importante</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os controles de acesso do Keeper foram projetados para impedir que um invasor registre um aparelho, mas outra camada de proteção reforça ainda mais a segurança: uma <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">arquitetura com conhecimento zero</a>. Na prática, o conceito de conhecimento zero significa que tudo armazenado no cofre do usuário é criptografado de ponta a ponta o tempo todo, de modo que nem mesmo o Keeper pode descriptografá-lo. Como as chaves de criptografia são geradas no aparelho do usuário, os dados também são criptografados e descriptografados localmente, garantindo que o cofre permaneça totalmente sob o controle do usuário. Mesmo que um atacante de alguma forma obtivesse uma cópia do cofre criptografado de um usuário, ele enfrentaria um desafio quase impossível, já que as chaves de criptografia necessárias para acessar um Cofre do Keeper não existem na infraestrutura do Keeper.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Proteja seus dados dos ataques de força bruta com o Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O incidente de segurança da Dashlane prova que a criptografia robusta do cofre, por si só, não é suficiente. À medida que os atacantes mudam o foco da quebra de cofres criptografados para a exploração dos fluxos de trabalho que dão acesso, saber <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/04/16/how-to-prevent-brute-force-attacks/">como prevenir ataques de força bruta</a> e garantir a segurança dos processos de registro e autenticação de aparelhos é essencial. Um gerenciador de senhas deve proteger tanto os cofres dos usuários quanto o fluxo que controla quem pode acessá-los.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2022/12/23/lastpass-breach-what-you-should-know/">A violação da LastPass em 2022</a> teve um resultado semelhante, mas por um caminho diferente: atacantes violaram a infraestrutura da empresa e roubaram cópias de cofres criptografados, mas pesquisadores de segurança desde então rastrearam o roubo até cofres pouco protegidos. Os incidentes do Dashlane e do LastPass mostram que, uma vez que um invasor tem acesso ao cofre criptografado de um usuário, este pode ser atacado indefinidamente, ressaltando a importância de usar um gerenciador de senhas seguro para proteger seus dados.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O Keeper foi construído para se defender desses tipos de ataque por meio da aprovação do aparelho, garantindo que um código adivinhado não possa registrar um novo aparelho sozinho; múltiplos métodos de MFA; e um modelo de segurança com confiança zero, que garante que nenhum aparelho seja implicitamente confiável. Essas proteções operam dentro de uma arquitetura com conhecimento zero que mantém as chaves de criptografia sob o controle do usuário.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/keeper-free-trial/">Comece uma avaliação gratuita do Keeper</a> para saber como a segurança em camadas do Keeper garante que os dados do seu cofre sejam criptografados sob chaves que só você controla.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>KeeperDB x DBeaver: comparação de ferramentas de acesso e gerenciamento de banco de dados</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/22/keeperdb-vs-dbeaver-comparing-database-access-and-management-tools/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comparação]]></category>
		<category><![CDATA[database access]]></category>
		<category><![CDATA[database management]]></category>
		<category><![CDATA[dbeaver]]></category>
		<category><![CDATA[keeperdb]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/22/keeperdb-vs-dbeaver-comparing-database-access-and-management-tools/</guid>

					<description><![CDATA[O KeeperDB é uma ferramenta moderna de gerenciamento de banco de dados com suporte a múltiplos protocolos, que funciona tanto como cliente desktop autônomo quanto como recurso integrado ao KeeperPAM® para acesso totalmente governado com confiança zero. O DBeaver é um cliente de banco de dados universal desenvolvido para quem precisa de um ambiente flexível]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB é uma ferramenta moderna de gerenciamento de banco de dados com suporte a múltiplos protocolos, que funciona tanto como cliente desktop autônomo quanto como recurso integrado ao KeeperPAM<sup>®</sup> para acesso totalmente governado com confiança zero. O DBeaver é um cliente de banco de dados universal desenvolvido para quem precisa de um ambiente flexível para o trabalho diário com dados. A principal diferença entre o KeeperDB e o DBeaver é o propósito central de cada um: o KeeperDB é uma ferramenta de trabalho com segurança em primeiro lugar, que incorpora o acesso a bancos de dados em uma plataforma de confiança zero e conhecimento zero, enquanto o DBeaver é desenvolvido para produtividade com amplo suporte a bancos de dados.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre essas ferramentas de gerenciamento de banco de dados, seus recursos exclusivos e o que as diferencia.</p>

<h2 id="h-what-is-keeperdb" class="wp-block-heading">O que é o KeeperDB?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-db/">KeeperDB</a> é um cliente de banco de dados completo, com suporte a múltiplos protocolos, desenvolvido para engenheiros, Administradores de Banco de Dados (DBAs) e equipes de dados. Ele foi desenvolvido para fechar uma lacuna de segurança significativa: os bancos de dados têm sido acessados tradicionalmente por meio de ferramentas não gerenciadas, credenciais compartilhadas e conexões não monitoradas fora dos controles de segurança. Uma versão do KeeperDB está disponível como aplicação desktop autônoma gratuita para Windows, macOS e Linux, substituindo ferramentas legadas como DBeaver e MySQL Workbench por uma interface moderna, autenticação biométrica e um agente de IA integrado.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A seguir, algumas formas pelas quais o KeeperDB se destaca das ferramentas legadas de gerenciamento de banco de dados:</p>
<section id="summaryBlock-block_3550d1b3307ad511d0e1cf2a4825ad3d" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Autenticação biométrica</b><span style="font-weight: 400;"> com Face ID e Windows Hello, criando uma experiência sem senha e eliminando credenciais armazenadas em texto simples no disco</span></li>
<li aria-level="1"><b>Integração com o </b><a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html"><b>Keeper Secrets Manager</b></a><span style="font-weight: 400;">, que recupera as credenciais do banco de dados diretamente do Cofre do Keeper no momento da conexão, em vez de deixá-las em arquivos de configuração</span></li>
<li aria-level="1"><b>O agente de IA integrado</b><span style="font-weight: 400;"> usa o provedor de LLM de sua preferência para criar consultas em linguagem natural, gerar e refinar SQL e gerar gráficos dos resultados</span></li>
<li aria-level="1"><b>Suporte a múltiplos protocolos</b><span style="font-weight: 400;"> para as principais plataformas de banco de dados empresariais, incluindo PostgreSQL, MySQL, SQL Server, Oracle, Amazon Redshift e SQLite – tudo a partir de uma única interface</span></li>
<li aria-level="1"><b>Monitoramento de desempenho em tempo real</b><span style="font-weight: 400;"> com listas de processos, cadeias de bloqueio, análise de bloqueios e encerramento de sessão com um clique nos mecanismos compatíveis</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<p class="wp-block-paragraph">Os recursos do KeeperDB se expandem quando implantado como parte do <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/">KeeperPAM</a>, tornando-se uma sessão de acesso privilegiado totalmente governada dentro do Cofre do Keeper. Nos fluxos de trabalho do Keeper, as credenciais nunca são expostas ao usuário nem armazenadas localmente no endpoint; elas são descriptografadas dentro do Keeper Gateway e entregues por um canal criptografado para dar suporte ao acesso sem senha. Cada consulta e sessão é registrada em uma trilha de auditoria detalhada, o acesso é governado com provisionamento Just-in-Time (JIT) e o <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI<sup>®</sup></a> analisa continuamente as atividades em busca de consultas suspeitas e tentativas de exfiltração de dados. Seja usado como cliente autônomo ou por meio do KeeperPAM, o KeeperDB oferece às equipes uma única ferramenta para trabalhar com múltiplos protocolos e ambientes, eliminando a necessidade de alternar entre aplicações ao gerenciar vários bancos de dados.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O que é o DBeaver?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O DBeaver é um cliente de gerenciamento de banco de dados amplamente utilizado por desenvolvedores e DBAs que precisam de um ambiente flexível para trabalhar com dados. Ele oferece suporte a fontes de dados SQL, NoSQL e baseadas em cloud a partir de uma única interface, tornando-se uma escolha popular para equipes que gerenciam ambientes de banco de dados diversificados. O DBeaver inclui uma variedade de recursos de produtividade, como um editor SQL completo, visualização de esquemas, diagramas ER, análise de desempenho de consultas e extensos plugins. Sua ampla compatibilidade com mais de 100 sistemas de banco de dados o torna útil para equipes que trabalham com plataformas legadas, infraestrutura mista ou fontes de dados de nicho.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O DBeaver oferece uma edição Community gratuita e de código aberto que cobre o básico da administração de banco de dados de uso geral, além de edições pagas que adicionam recursos mais avançados, como integrações de cloud, Single Sign-On (SSO) e ferramentas adicionais para desenvolvedores. Embora o DBeaver priorize flexibilidade e eficiência, nenhuma de suas edições oferece autenticação biométrica ou recuperação de credenciais baseada em cofre.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Comparação de recursos: KeeperDB x DBeaver</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB e o DBeaver oferecem recursos de administração de banco de dados, mas foram desenvolvidos com base em princípios e prioridades centrais diferentes. A seguir, as formas como eles se comparam:</p>

<table id="tablepress-184" class="tablepress tablepress-id-184">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1"><b>Features</b></th><th class="column-2"><b>KeeperDB</b></th><th class="column-3"><b>DBeaver</b></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr class="row-2">
	<td class="column-1"><b>Deployment</b></td><td class="column-2">Standalone desktop app and vault-embedded privileged session</td><td class="column-3">Standalone desktop app</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1"><b>Databases supported</b></td><td class="column-2">PostgreSQL, MySQL, SQL Server, Oracle, Amazon Redshift and SQLite</td><td class="column-3">100+ databases</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1"><b>Authentication</b></td><td class="column-2">Biometric authentication; no master password necessary</td><td class="column-3">No biometric authentication; SSO available in paid tiers</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"><b>Credential handling</b></td><td class="column-2">Retrieved from Keeper Secrets Manager at connection time</td><td class="column-3">Stored locally by default; encrypted storage available in paid tiers</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1"><b>AI assistance</b></td><td class="column-2">Built-in AI agent using your preferred LLM provider</td><td class="column-3">SQL completion and AI chat available in paid tiers via OpenAI or GitHub Copilot</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1"><b>Session recording</b></td><td class="column-2">Full <a href="https://www.keepersecurity.com/features/session-recording-and-playback/">session monitoring and recording</a> with centralized vault management when deployed in KeeperPAM</td><td class="column-3">Not offered</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1"><b>PAM integration</b></td><td class="column-2">Yes, JIT access, threat detection and SIEM streaming with KeeperPAM</td><td class="column-3">Not offered</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1"><b>Compliance support</b></td><td class="column-2">Centralized auditing, session recording and policy enforcement, when deployed in KeeperPAM, help organizations meet compliance requirements such as FedRAMP, SOC 2 and HIPAA</td><td class="column-3">Compliance and governance features are available in paid tiers</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1"><b>Open source</b></td><td class="column-2">No</td><td class="column-3">Community edition is open source</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1"><b>Pricing</b></td><td class="column-2">Available as a free standalone desktop app; also included in KeeperPAM license integrated within the vault</td><td class="column-3">Community edition is free; paid Pro and Ultimate tiers available</td>
</tr>
</tbody>
</table>


<h3 class="wp-block-heading">Experiência diária do usuário</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB foi desenvolvido para ser a ferramenta que os DBAs realmente querem usar, com uma interface moderna, editor de consultas, notebook SQL, explorador de esquemas, diagramas ER, agente de IA integrado e monitor de desempenho em tempo real. O DBeaver oferece recursos completos e um ecossistema maduro de plugins, o que contribui para sua ampla adoção. No entanto, o KeeperDB combina seu apelo visual com autenticação biométrica e recuperação de credenciais baseada em cofre, enquanto o DBeaver – como a maioria dos clientes legados – ainda depende de credenciais armazenadas localmente no endpoint por padrão.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Segurança e acesso</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB se autentica com Face ID ou Windows Hello e recupera as credenciais do banco de dados do Keeper Secrets Manager no momento da conexão, de modo que as credenciais não ficam armazenadas em texto simples em arquivos de configuração no endpoint. Quando o KeeperDB é utilizado no KeeperPAM ou quando um cliente existente é roteado pelo Proxy do KeeperDB, as credenciais nunca chegam ao endpoint; cada sessão é gravada e o acesso sem senha é governado por políticas de segurança de confiança zero.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">O DBeaver oferece suporte a SSO, Kerberos e MFA nas versões pagas, com gerenciamento de credenciais disponível por meio de um gerenciador de segredos especificamente no plano Ultimate. Embora sejam recursos úteis, eles são apenas complementos de uma ferramenta com foco em produtividade, na qual as credenciais ainda são armazenadas localmente por padrão. Quando o KeeperDB é implantado no KeeperPAM, as credenciais nunca chegam ao endpoint, cada sessão é gravada e o acesso é governado por políticas de segurança de confiança zero. Embora o DBeaver ofereça controles de acesso nas versões pagas, a ausência de injeção de credenciais e gravação de sessões significa que ele não corresponde ao nível de segurança e governança do KeeperDB.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Compatibilidade e suporte a banco de dados</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB oferece suporte às principais plataformas de banco de dados empresariais – PostgreSQL, MySQL, Microsoft SQL Server, Oracle, Amazon Redshift e SQLite – com uma interface consistente em todas elas. Isso significa que os DBAs que gerenciam vários bancos de dados não precisam alternar entre ferramentas. O DBeaver, por outro lado, oferece suporte a mais de 100 sistemas de banco de dados, incluindo NoSQL, o que o torna uma boa opção para uso geral ou para equipes que trabalham com fontes de dados legadas, de nicho ou diversificadas que estão fora das principais plataformas empresariais.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Preços</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB está disponível como aplicação desktop autônoma gratuita, com recursos avançados disponíveis por meio de uma assinatura paga. Para organizações com licença do KeeperPAM, o KeeperDB também está incluído na plataforma e pode ser iniciado diretamente do Cofre do Keeper como uma sessão de banco de dados incorporada e governada. Isso oferece às equipes a flexibilidade de começar com o KeeperDB como um cliente de banco de dados autônomo e moderno e expandir para a segurança avançada com o PAM conforme suas necessidades evoluem. Assim como o KeeperDB, o DBeaver segue um modelo de gratuito para pago. Sua edição Community é gratuita e de código aberto, e as versões pagas, como Pro e Ultimate, adicionam recursos voltados para empresas, como integrações de cloud e drivers de banco de dados adicionais.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Qual ferramenta de banco de dados com suporte a múltiplos protocolos é melhor para você: KeeperDB ou DBeaver?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Ao escolher entre o KeeperDB e o DBeaver, considere as prioridades da sua equipe, os requisitos de conformidade e a postura de segurança geral.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB pode ser a melhor opção se:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li>Você quer uma substituição moderna e visualmente atraente para ferramentas legadas como DBeaver ou MySQL Workbench.</li>



<li>Você quer autenticação biométrica e credenciais recuperadas do Keeper Secrets Manager em vez de armazenadas em arquivos de configuração locais.</li>



<li>Você quer um agente de IA integrado que usa o seu provedor de LLM preferido.</li>



<li>Você tem requisitos de conformidade a cumprir, incluindo FedRAMP, SOC 2 ou HIPAA, e precisa de monitoramento, gravação e auditoria completos de sessões.</li>



<li>Você já usa o Keeper e deseja acessar bancos de dados a partir da mesma plataforma, ou quer ter a opção de expandir para um acesso privilegiado governado no futuro.</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">O DBeaver pode ser a melhor opção se:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li>Você precisa de ampla compatibilidade com bancos de dados diversificados ou de nicho, incluindo NoSQL.</li>



<li>Você depende de um plugin ou integração específica no ecossistema do DBeaver.</li>



<li>Você prefere um cliente de código aberto com uma comunidade grande.</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Se o seu ambiente inclui bancos de dados NoSQL ou de nicho que o KeeperDB não suporta atualmente, o DBeaver é uma opção razoável para essas conexões específicas. No entanto, com o Proxy do KeeperDB, você não precisa escolher — sua equipe mantém a interface do DBeaver com a qual está familiarizada enquanto o Keeper cuida da segurança e da governança em segundo plano.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Como o Proxy do KeeperDB permite usar os dois</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Se sua equipe usa o DBeaver e não está pronta para mudar de ferramenta, o Proxy do KeeperDB <a href="https://www.keepersecurity.com/developer/">permite que os desenvolvedores</a> continuem usando seus clientes de banco de dados preferidos – incluindo o DBeaver – enquanto todas as conexões são roteadas com segurança pelo Keeper. A aplicação centralizada de políticas, a visibilidade completa e a arquitetura de conhecimento zero do Keeper são mantidas em segundo plano sem interromper os fluxos de trabalho existentes. O Proxy do KeeperDB oferece um duplo benefício: a flexibilidade do DBeaver com a segurança e a governança do Keeper.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Para saber mais sobre como o Proxy do KeeperDB funciona, <a href="https://docs.keeper.io/pt/keeperpam/privileged-access-manager/keeperdb">consulte nossa documentação</a>.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Priorize a segurança do acesso a banco de dados com o KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Como cliente autônomo, o KeeperDB é uma substituição moderna para ferramentas legadas e, quando sua equipe estiver pronta, a mesma ferramenta se expande para o KeeperPAM com autenticação sem senha, recuperação de credenciais baseada em cofre e governança de confiança zero. O DBeaver continua sendo uma ferramenta flexível e amplamente compatível para uso geral e de nicho, mas não consegue igualar a experiência do dia a dia e a segurança de nível empresarial do KeeperDB.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/download.html?t=db">Baixe o KeeperDB</a> para modernizar como sua equipe trabalha com bancos de dados, e <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">Inicie uma avaliação gratuita do KeeperPAM</a> para saber como ele escala o acesso a bancos de dados governado e seguro.</p>
		<section id="faq-block_ab75c577a7f685ef447cdcd9f6f7ba0a" class="faq-section">
			<div class="container">
				<h2>Perguntas frequentes</h2>

				<section id="faq-accordion-block_ab75c577a7f685ef447cdcd9f6f7ba0a" class="faq-accordion">
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>O KeeperDB pode substituir o DBeaver?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O KeeperDB pode substituir o DBeaver em muitos fluxos de trabalho de acesso diário a banco de dados, especialmente em ambientes onde a segurança e a auditabilidade são prioridades. Com autenticação biométrica, recuperação de credenciais baseada em cofre e um agente de IA integrado para os principais bancos de dados empresariais, o KeeperDB foi desenvolvido para substituir ferramentas legadas como o DBeaver. Para equipes que trabalham com NoSQL ou fontes de dados de nicho fora do suporte atual do KeeperDB, o DBeaver ainda pode gerenciar essas conexões específicas – e com o Proxy do KeeperDB, essas conexões do DBeaver podem ser roteadas pelo Keeper para que a segurança e a governança não sejam comprometidas no processo.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>O KeeperDB oferece suporte a MySQL e PostgreSQL?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O KeeperDB oferece suporte a MySQL, PostgreSQL, Microsoft SQL Server, Oracle, Amazon Redshift e SQLite, tudo a partir de uma única interface no app para desktop autônomo ou em uma sessão iniciada do Cofre do Keeper.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Posso usar o DBeaver com o KeeperPAM?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O Proxy do KeeperDB foi desenvolvido especificamente para equipes que desejam a segurança e a governança do Keeper sem abandonar seus clientes de banco de dados existentes, incluindo o DBeaver. As conexões do DBeaver podem ser roteadas pela infraestrutura do Keeper, o que significa que sua equipe pode manter a interface com a qual está familiarizada enquanto a TI obtém visibilidade completa, proteção de credenciais e aplicação de políticas que normalmente exigiriam uma migração completa para outra ferramenta.</span></p>
							</div>
						</div>
									</section>
			</div>
		</section>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a Diretiva NIS2: uma overview prática para organizações</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/17/nis2-directive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/17/nis2-directive/</guid>

					<description><![CDATA[A Diretiva NIS2 é a versão atualizada do quadro de cibersegurança da União Europeia, concebida para melhorar a resiliência cibernética em setores críticos. Com base na sua antecessora, a Diretiva de Segurança das Redes e da Informação (NIS), a NIS2 amplia consideravelmente o seu escopo para abranger setores como saúde, manufatura, energia, transporte e serviços]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="h-">A Diretiva NIS2 é a versão atualizada do quadro de cibersegurança da União Europeia, concebida para melhorar a resiliência cibernética em setores críticos. Com base na sua antecessora, a Diretiva de Segurança das Redes e da Informação (NIS), a NIS2 amplia consideravelmente o seu escopo para abranger setores como saúde, manufatura, energia, transporte e serviços gerenciados. A NIS2 também introduz requisitos de cibersegurança mais rigorosos, responsabilidade direta da alta liderança e prazos definidos para a notificação de incidentes. As organizações que operam na União Europeia não precisam apenas compreender essas obrigações, mas também implementar medidas de segurança concretas para atender aos requisitos de conformidade.</p>

<h2 id="h-key-takeaways" class="wp-block-heading">Principais pontos</h2>

<ul class="wp-block-list">
<li>A NIS2 é o framework atualizado de cibersegurança da União Europeia. Ela introduz requisitos mais rigorosos, cobertura de mais setores e maior responsabilidade executiva para as organizações que operam na UE.</li>



<li>A NIS2 substituiu a diretiva NIS original porque o framework anterior não conseguia acompanhar o ritmo dos ataques de ransomware modernos, dos ataques à cadeia de fornecimento e das ameaças cibernéticas avançadas que visam infraestruturas críticas.</li>



<li>O NIS2 se aplica principalmente a organizações médias e grandes que atuam em setores abrangidos; no entanto, algumas entidades precisam cumprir independentemente do seu tamanho devido à natureza crítica de seus serviços.</li>



<li>O Artigo 21 define as sete medidas de segurança fundamentais que as organizações precisam implementar, abrangendo desde a gestão de riscos até a resposta a incidentes e a segurança da cadeia de fornecimento.</li>



<li>As lacunas mais comuns de conformidade com a NIS2 incluem a aplicação inconsistente de MFA, pouca visibilidade sobre fornecedores e um Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM) deficiente.</li>



<li>As consequências do não cumprimento podem incluir multas de até € 10.000.000 ou 2% do faturamento anual global (o que for maior) para entidades essenciais, além de obrigações de notificação obrigatória dentro de 24 horas, 72 horas e um mês após um incidente significativo.</li>
</ul>

<h2 id="h-why-nis2-replaced-the-original-nis-directive" class="wp-block-heading">Por que a NIS2 substituiu a diretiva NIS original</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A diretiva NIS original abrangia principalmente infraestruturas críticas tradicionais e focava na segurança de perímetro. Ela carecia de obrigações claras de notificação e foi implementada de forma inconsistente nos estados-membros da UE, o que limitou sua eficácia. A NIS2 amplia a cobertura para os setores definidos nos Anexos I e II, introduz prazos mais rigorosos para a notificação de incidentes e aumenta a responsabilidade da alta gestão, incluindo responsabilidade pessoal em algumas implementações nacionais dos estados-membros. Essa mudança representa uma transição de requisitos mínimos de segurança para uma abordagem mais proativa à resiliência cibernética.</p>

<h2 id="h-who-is-required-to-comply-with-nis2" class="wp-block-heading">Quem é obrigado a cumprir a NIS2?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A NIS2 classifica as organizações em dois grupos principais: entidades essenciais e entidades importantes. Ambas precisam cumprir as obrigações de cibersegurança e notificação da NIS2, embora as entidades essenciais estejam sujeitas a uma supervisão mais rigorosa e, potencialmente, a penalidades mais severas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Em geral, a NIS2 se aplica a organizações de médio e grande porte que atuam nos setores abrangidos pela diretiva. De acordo com a <a href="https://eur-lex.europa.eu/eli/reco/2003/361/oj/eng" target="_blank" rel="noreferrer noopener">definição da UE</a>, as médias empresas são aquelas com 50 ou mais funcionários e faturamento anual superior a € 10.000.000 — ambos os critérios são considerados em conjunto, e não como alternativas. Os setores abrangidos pela NIS2 incluem diversas indústrias, como <a href="https://www.keepersecurity.com/industries/healthcare/">saúde</a>, <a href="https://www.keepersecurity.com/industries/manufacturing/">manufatura</a>, <a href="https://www.keepersecurity.com/industries/financial-services/">serviços financeiros</a>, energia, transporte, água, infraestrutura digital, espaço e gestão de resíduos.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O tamanho de uma organização não determina o escopo da NIS2. Algumas entidades estão no escopo da diretiva se os seus serviços forem considerados críticos para a estabilidade social ou econômica. Para organizações que operam em vários estados-membros da UE, a NIS2 se aplica no nível nacional. Portanto, os requisitos de conformidade podem variar conforme a forma como cada país transpôs a diretiva para a legislação nacional.</p>

<h2 id="h-7-security-measures-organisations-need-for-nis2-compliance" class="wp-block-heading">7 medidas de segurança que as organizações precisam para a conformidade com a NIS2</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.nis-2-directive.com/NIS_2_Directive_Article_21.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Artigo 21 da NIS2</a> estabelece as medidas de cibersegurança que as organizações devem implementar. As medidas de segurança refletem, em linhas gerais, como um programa de segurança bem gerido deve funcionar, mas muitas organizações enfrentam dificuldades na implementação devido ao extenso jargão jurídico da diretiva. A seguir, estão as sete principais áreas abordadas pelo framework.</p>

<h3 id="h-1-risk-management" class="wp-block-heading">1. Gerenciamento de risco</h3>

<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a NIS2, as organizações precisam estabelecer um processo contínuo de gestão de riscos, em vez de depender de avaliações pontuais. As organizações precisam identificar continuamente onde estão as suas vulnerabilidades de segurança, avaliar os danos potenciais que esses riscos podem causar e tratá-los de forma regular. Isso implica realizar avaliações de risco frequentes, manter planos de mitigação documentados e monitorar continuamente as atividades para identificar novas ameaças. Em última análise, algum membro da organização precisa ser responsabilizado por cada risco identificado e encarregado de mitigá-lo.</p>

<h3 id="h-2-incident-response-capability" class="wp-block-heading">2. Capacidade de resposta a incidentes</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A NIS2 exige que as organizações mantenham procedimentos formais de resposta a incidentes antes que um incidente de segurança ocorra, para evitar o caos durante a sua gestão. Isso significa ter um plano de resposta a incidentes documentado, com responsabilidades definidas, e eliminar a ambiguidade sobre quem deve realizar determinadas tarefas. Tão importante quanto criar planos claros é testá-los. Por exemplo, se um ransomware for detectado em parte da rede de uma organização no meio da noite, a diferença entre conter o incidente e sofrer uma interrupção grave pode depender de a equipe ter ou não ensaiado o processo.</p>

<h3 id="h-3-business-continuity" class="wp-block-heading">3. Continuidade dos negócios</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A NIS2 exige que as organizações mantenham a resiliência durante e após incidentes cibernéticos, abrangendo processos de backup e recuperação, armazenamento de dados acessível em caso de comprometimento de sistemas e a capacidade de restaurá-los dentro de prazos definidos. O planejamento de recuperação de desastres deve definir objetivos claros de tempo de recuperação, contemplando por quanto tempo uma organização pode suportar, de forma realista, uma interrupção operacional. Testes regulares de resiliência garantem que esses planos funcionem na prática e, onde for operacionalmente adequado, a redundância em sistemas e infraestruturas críticos adiciona uma camada adicional de proteção. No centro da continuidade dos negócios está a necessidade de proteger as credenciais e os acessos conectados a sistemas críticos, pois a recuperação se torna muito mais difícil quando as chaves da infraestrutura estão entre os ativos comprometidos.</p>

<h3 id="h-4-supply-chain-security" class="wp-block-heading">4. Segurança da cadeia de fornecimento</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A NIS2 dá ênfase significativa à gestão de riscos de terceiros. A NIS2 deixa claro que as organizações são responsáveis por gerenciar os riscos introduzidos por fornecedores, prestadores de serviços e parceiros comerciais. Com a visibilidade em primeiro plano, as organizações precisam saber quais terceiros têm acesso aos seus sistemas, qual é o nível de acesso que possuem e se os fornecedores mantêm controles de segurança adequados. As avaliações de risco de fornecedores, as revisões de acesso e o monitoramento contínuo devem se tornar processos operacionais padrão. Os ataques modernos à cadeia de fornecimento demonstraram que a exposição a terceiros pode rapidamente se tornar um risco organizacional grave.</p>

<h3 id="h-5-access-control-and-identity-management" class="wp-block-heading">5. Controle de acesso e gerenciamento de identidade</h3>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações precisam ser capazes de controlar quem tem acesso aos seus sistemas e o que podem fazer com esse acesso, a fim de reduzir a superfície de ataque. Como parte dos requisitos fundamentais da NIS2, o Princípio do Menor Privilégio (PoLP) deve orientar a concessão de acessos, com usuários e sistemas obtendo acesso apenas ao que é necessário. O <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/role-based-access-control/">Controle de Acesso Baseado em Funções</a> (RBAC) fornece a estrutura para aplicar esse princípio de forma consistente em escala, e o gerenciamento do ciclo de vida de usuários ajuda a tratar contas inativas ou órfãs que podem se tornar vulnerabilidades de segurança exploráveis no futuro. Isso é especialmente importante para contas privilegiadas, principalmente porque administradores e contas de serviço com acesso privilegiado são alvos valiosos. <a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PAM</a>, combinado com forte segurança de credenciais em toda a organização, ajuda a garantir que essas contas sejam protegidas, monitoradas e auditadas.</p>

<h3 id="h-6-encryption-and-cryptography" class="wp-block-heading">6. Criptografia</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Mesmo as organizações mais bem preparadas podem sofrer uma violação de dados, e a criptografia desempenha uma função importante na determinação do dano real causado por essa violação. A NIS2 exige que as organizações criptografem dados em repouso e em trânsito, protejam credenciais e dados confidenciais e adotem padrões criptográficos seguros. Embora a NIS2 não prescreva uma arquitetura de criptografia específica, a <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/zero-knowledge-for-ultimate-password-security/">criptografia de conhecimento zero</a> vai além dos requisitos mínimos e pode oferecer proteção adicional relevante para organizações que lidam com credenciais e dados confidenciais. Em um ambiente de conhecimento zero, os dados são criptografados e descriptografados no nível do dispositivo, o que significa que nem mesmo o prestador de serviços pode acessá-los.</p>

<h3 id="h-7-mfa-and-secure-authentication" class="wp-block-heading">7. MFA e autenticação segura</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Como as credenciais comprometidas são um dos pontos de entrada mais comuns para cibercriminosos, a NIS2 exige que as organizações implementem controles de autenticação robustos em todos os sistemas e usuários. Isso inclui a aplicação da Autenticação Multifator (MFA), que adiciona uma camada adicional de verificação e limita o impacto de credenciais roubadas. Sempre que possível, as organizações devem habilitar métodos de <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/passwordless-authentication/">autenticação sem senha</a> resistentes a phishing para eliminar o risco de usuários serem manipulados a compartilhar credenciais ou aprovar solicitações. Esses controles tornam muito mais difícil para os cibercriminosos obter acesso não autorizado e reduzem significativamente o impacto de credenciais comprometidas.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações que buscam próximos passos práticos podem consultar nosso guia sobre <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/05/15/how-organizations-can-prepare-for-nis2/">como se preparar para a NIS2 de forma eficaz</a>.</p>

<h2 id="h-common-nis2-compliance-gaps-organisations-face" class="wp-block-heading">Lacunas comuns de conformidade com a NIS2 que as organizações enfrentam</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A maioria das organizações já conta com alguns controles de segurança, mas fragilidades operacionais frequentemente impedem a conformidade plena, especialmente com a Diretiva NIS2. Tanto a falta de compreensão da diretiva quanto a falha na implementação dos seus requisitos podem expor as organizações a consequências.</p>

<h3 id="h-incomplete-mfa-enforcement" class="wp-block-heading">Aplicação de MFA incompleta</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações implementam o MFA de forma inconsistente. Embora as contas de usuários possam estar protegidas, podem persistir lacunas em sistemas legados ou acessos via VPN que ainda dependem exclusivamente de senhas tradicionais. A cobertura parcial de MFA cria pontos de entrada exploráveis para cibercriminosos e compromete os esforços gerais de segurança por meio de acessos privilegiados ou de acesso remoto não protegido.</p>

<h3 id="h-poor-supplier-visibility" class="wp-block-heading">Baixa visibilidade do fornecedor</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os requisitos da NIS2 relativos à cadeia de fornecimento revelam uma realidade preocupante para muitas organizações: elas não têm uma compreensão clara de quem tem acesso aos seus ambientes ou quais riscos terceiros introduzem. O acesso de fornecedores é frequentemente superprovisionado e raramente revisado. Sem visibilidade plena, as organizações não conseguem gerenciar com eficácia os riscos de terceiros no âmbito da NIS2.</p>

<h3 id="h-weak-privileged-access-controls" class="wp-block-heading">Controles de acesso privilegiado deficientes</h3>

<p class="wp-block-paragraph">As contas privilegiadas estão entre os ativos de maior risco em qualquer organização, mas os controles relacionados a elas costumam ser muito fracos. Credenciais administrativas compartilhadas e privilégios permanentes ainda são práticas comuns, mas aumentam a superfície de ataque e o risco de uso indevido de credenciais. A NIS2 exige uma governança mais robusta em relação ao acesso privilegiado, ao monitoramento de sessões e à auditoria.</p>

<h2 id="h-nis2-incident-reporting-timelines" class="wp-block-heading">Prazos de notificação de incidentes da NIS2</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A NIS2 introduz obrigações de notificação estruturadas após incidentes cibernéticos significativos. As organizações devem seguir um processo multietapas definido a partir do momento em que tomam conhecimento de um incidente significativo:</p>

<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Em até 24 horas</strong>: enviar um alerta antecipado às autoridades nacionais competentes confirmando que um incidente significativo está em andamento.</li>



<li><strong>Em até 72 horas</strong>: fornecer um panorama mais completo do incidente, abrangendo o que se sabe sobre sua natureza e impacto.</li>



<li><strong>Em até um mês</strong>: enviar um relatório final com um relato completo do ocorrido, de como foi gerenciado e das medidas que serão tomadas para evitar a recorrência.  </li>
</ol>

<p class="wp-block-paragraph">Para cumprir esses prazos, as organizações precisam monitorar e registrar incidentes de segurança em tempo real, em vez de tentar reconstruir uma linha do tempo precisa dos eventos após o fato. Em última análise, a conformidade com a NIS2 exige que as organizações estabeleçam práticas maduras de cibersegurança, melhorem a resiliência operacional e mantenham visibilidade plena sobre usuários e sistemas para reduzir os riscos de segurança.</p>

<h2 id="h-how-keeper-can-help-support-nis2-compliance" class="wp-block-heading">Como o Keeper pode ajudar a dar suporte à conformidade com a NIS2</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Atender aos padrões de conformidade com a NIS2 exige uma infraestrutura de segurança confiável que possa aplicar controles de acesso granulares, proteger credenciais e oferecer visibilidade plena para gerenciar riscos em escala. A plataforma de segurança de identidade de conhecimento zero da Keeper apoia as organizações ao consolidar diversas soluções de segurança, incluindo PAM, gerenciamento de senhas, gerenciamento de segredos, gerenciamento de privilégios de endpoint e acesso remoto seguro. Para atender a vários dos requisitos mais exigentes da NIS2, o Keeper oferece recursos avançados como RBAC, aplicação de MFA, auditoria de credenciais, monitoramento de sessões e segurança de confiança zero. Seja para começar a implementar as medidas da NIS2 ou para aprimorar a postura de segurança existente, o Keeper oferece à sua organização a capacidade de atender aos requisitos da NIS2 com confiança.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Comece sua <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/start-business-trial/">avaliação gratuita do Keeper hoje</a> e fortaleça a prontidão da sua organização para atender aos requisitos da NIS2</p>
		<section id="faq-block_a8211f6e792ac389de2eddc098660a39" class="faq-section">
			<div class="container">
				<h2>Perguntas frequentes</h2>

				<section id="faq-accordion-block_a8211f6e792ac389de2eddc098660a39" class="faq-accordion">
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>A NIS2 se aplica a empresas fora da UE?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">A NIS2 pode se aplicar a organizações com sede fora da UE se elas prestarem serviços a clientes ou entidades dentro da União Europeia. Isso afeta principalmente provedores de cloud, empresas de SaaS e operadores de serviços que se enquadram nos setores abrangidos pela NIS2. Se a sua organização atende a clientes ou infraestruturas na UE, você deve verificar se as obrigações da NIS2 se aplicam ao seu caso.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>O que acontece se uma empresa não cumprir a NIS2?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">O não cumprimento da NIS2 traz consequências financeiras, jurídicas e reputacionais significativas. De acordo com a NIS2, as entidades essenciais podem ser multadas em até €10.000.000 ou 2% do faturamento anual global (o que for maior), e as entidades importantes podem ser multadas em até €7.000.000 ou 1,4% do faturamento anual global (o que for maior). As autoridades também podem impor auditorias e até suspender temporariamente as operações.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>A ISO 27001 é suficiente para a conformidade com a NIS2?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">Embora a ISO 27001 demonstre um compromisso sólido com a segurança da informação, ela não abrange todos os requisitos necessários para a conformidade com a NIS2. A NIS2 introduz obrigações específicas em relação aos prazos de notificação de incidentes, à segurança da cadeia de fornecimento e à responsabilidade da gestão. A ISO 27001 pode contribuir para a prontidão em relação à NIS2, mas as organizações geralmente precisam de medidas de governança adicionais para alcançar a conformidade plena com a diretiva.</span></p>
							</div>
						</div>
									</section>
			</div>
		</section>
		
<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é Segurança de TI? Entendendo os fundamentos</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/17/what-is-it-security/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/17/what-is-it-security/</guid>

					<description><![CDATA[A segurança de Tecnologia da Informação (TI) é a prática de proteger os sistemas, dados e redes de uma organização contra acessos não autorizados e ameaças cibernéticas. Abrange uma ampla gama de processos, políticas e tecnologias projetadas para proteger tudo, desde dispositivos de funcionários até infraestrutura em nuvem. À medida que as empresas se tornam]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A segurança de Tecnologia da Informação (TI) é a prática de proteger os sistemas, dados e redes de uma organização contra acessos não autorizados e ameaças cibernéticas. Abrange uma ampla gama de processos, políticas e tecnologias projetadas para proteger tudo, desde dispositivos de funcionários até infraestrutura em nuvem. À medida que as empresas se tornam mais dependentes de sistemas digitais, uma estratégia sólida de segurança de TI é essencial para proteger os dados sensíveis da empresa, manter a confiança dos clientes e garantir a conformidade com os padrões regulatórios.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre segurança de TI e como as empresas podem implementá-la.</p>

<h2 id="h-key-takeaways" class="wp-block-heading">Principais conclusões</h2>

<ul class="wp-block-list">
<li>A segurança de TI protege os sistemas, redes e dados de uma organização contra acessos não autorizados e ameaças cibernéticas.</li>



<li>Embora segurança de TI, segurança da informação e cibersegurança sejam frequentemente usadas de forma intercambiável, a segurança da informação é a disciplina mais ampla, com a segurança de TI e a cibersegurança atuando como subconjuntos especializados.</li>



<li>As ameaças de segurança de TI mais comuns são malware, ransomware, phishing e ameaças internas, todas com potencial de causar graves consequências financeiras e operacionais.</li>



<li>Controles de identidade robustos, como segurança de confiança zero, RBAC e PAM, estão entre as defesas mais eficazes que as organizações podem implementar.</li>



<li>A IA está permitindo que cibercriminosos automatizem ataques, gerem conteúdo de phishing convincente e ampliem operações que antes exigiam recursos e expertise consideráveis, tornando os controles de segurança proativos mais importantes do que nunca.</li>
</ul>

<h2 id="h-it-security-vs-information-security-vs-cybersecurity" class="wp-block-heading">Segurança de TI x segurança da informação x cibersegurança</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Embora segurança de TI, segurança da informação e cibersegurança possam ser usadas de forma intercambiável, cada termo tem um significado distinto. A seguir, as principais diferenças:</p>

<table id="tablepress-181" class="tablepress tablepress-id-181">
<thead>
<tr class="row-1">
	<td class="column-1"></td><th class="column-2"><b>IT security</b></th><th class="column-3"><b>Information security</b></th><th class="column-4"><b>Cybersecurity</b></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr class="row-2">
	<td class="column-1"><b>Definition</b></td><td class="column-2">The protection of digital systems, infrastructure and networks from threats</td><td class="column-3">The protection of all types of information from unauthorized access or data loss</td><td class="column-4">The protection of internet-connected systems and data from online threats</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1"><b>Scope</b></td><td class="column-2">Part of information security focused on technology systems</td><td class="column-3">Covers all information (broadest scope)</td><td class="column-4">A subset of information security focused on protecting systems and data connected to the internet</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1"><b>What it protects</b></td><td class="column-2">Devices, servers, software, networks and stored data</td><td class="column-3">Data, physical documents and intellectual property</td><td class="column-4">Cloud environments, applications, data and networks</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"><b>Threats addressed</b></td><td class="column-2">Cyber attacks, system failures and unauthorized access</td><td class="column-3">Data breaches, theft, insider threats and human error</td><td class="column-4">Malware, phishing and ransomware attacks</td>
</tr>
</tbody>
</table>

<p class="wp-block-paragraph">Em termos simples, a segurança da informação é o guarda-chuva sob o qual a segurança de TI e a cibersegurança se enquadram, cada uma com foco em uma área mais específica. Na prática, a segurança da informação pode se manifestar na política de segurança de uma empresa que abrange arquivos armazenados em servidores e em arquivos físicos; a segurança de TI pode se manifestar em uma equipe de TI que aplica a Autenticação Multifator (MFA) nos dispositivos dos funcionários; e a cibersegurança envolve o bloqueio de tráfego malicioso para que não alcance as aplicações da empresa.</p>

<h2 id="h-the-three-protection-goals-of-it-security" class="wp-block-heading">Os três objetivos de proteção da segurança de TI</h2>

<p class="wp-block-paragraph">No centro de qualquer estratégia de segurança de TI estão três objetivos fundamentais, conhecidos como a tríade CIA: Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade. Esses princípios formam a base de toda política e controle de segurança de TI que uma organização implementa.</p>

<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Confidencialidade</strong>: garante que as informações sensíveis sejam acessíveis apenas a usuários autorizados. Esse objetivo previne o acesso não autorizado ou o uso indevido por meio de medidas como criptografia e MFA. Por exemplo, uma organização de saúde deve criptografar os registros de pacientes para que apenas profissionais de saúde autorizados possam acessá-los.</li>



<li><strong>Integridade</strong>: mantém a precisão e a consistência dos dados, garantindo que não sejam alterados por partes não autorizadas. Seja acidental ou intencional, qualquer modificação não autorizada viola a integridade dos dados. Na prática, um banco pode depender da integridade dos dados para garantir que os registros de transações não possam ser alterados entre o momento em que um pagamento é efetuado e quando é processado.</li>



<li><strong>Disponibilidade</strong>: garante que sistemas, dados e redes estejam acessíveis aos usuários autorizados quando necessário. Isso significa tanto prevenir interrupções de serviço quanto ter planos de recuperação prontos para eventuais necessidades. Um exemplo disso é uma empresa que investe em sistemas de recuperação de desastres para garantir que sua plataforma online permaneça disponível mesmo durante uma falha de hardware.</li>
</ul>

<h2 id="h-it-security-threats-the-most-common-types-of-attacks" class="wp-block-heading">Ameaças à segurança de TI: os tipos de ataques mais comuns</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Compreender os <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2023/08/30/the-most-common-types-of-cyberattacks/">tipos mais comuns de ataques cibernéticos</a> e ameaças à segurança de TI ajuda as organizações a aprenderem como se defender contra eles.</p>

<h3 id="h-malware-and-ransomware" class="wp-block-heading">Malware e ransomware</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Malware é um software malicioso desenvolvido para se infiltrar em um sistema, causar danos ou obter acesso não autorizado a ele. Um dos <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/01/24/twelve-common-types-of-malware/">tipos de malware</a> mais prejudiciais é o ransomware, no qual cibercriminosos criptografam os arquivos de uma organização e exigem o pagamento de um resgate para liberá-los. <a href="https://www.keepersecurity.com/threats/ransomware/">Ataques de ransomware</a> bem-sucedidos podem interromper operações, bloquear o acesso das organizações a sistemas críticos ou causar prejuízos financeiros graves.</p>

<h3 id="h-phishing-and-social-engineering" class="wp-block-heading">Phishing e engenharia social</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/threats/what-is-phishing/">Ataques de phishing</a> envolvem a manipulação de indivíduos para que compartilhem informações sensíveis, como credenciais de login, por meio da personificação de uma fonte confiável. O phishing é uma das formas mais comuns de engenharia social — uma categoria de ataques que explora o comportamento humano, e não vulnerabilidades de segurança, para obter acesso não autorizado. Os atacantes exploram pessoas porque elas são mais difíceis de corrigir do que softwares, o que faz do phishing um dos pontos de entrada mais comuns para violações de dados.</p>

<h3 id="h-insider-threats" class="wp-block-heading">Ameaças internas</h3>

<p class="wp-block-paragraph">As ameaças internas envolvem funcionários atuais ou antigos, prestadores de serviços ou parceiros que fazem uso indevido do seu acesso aos sistemas e dados de uma organização. Sejam intencionais ou negligentes, as ameaças internas são especialmente difíceis de detectar e conter porque os agentes internos já possuem acesso legítimo a informações sensíveis e sistemas críticos.</p>

<h3 id="h-ddos-attacks" class="wp-block-heading">Ataques DDoS</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2022/09/30/what-is-a-ddos-attack/">Os ataques de Negação de Serviço Distribuído (DDoS)</a> sobrecarregam um servidor, rede ou aplicação-alvo com um volume excessivo de tráfego, tornando-os indisponíveis para usuários legítimos. Esses tipos de ataques são frequentemente usados para causar danos à reputação ou servir de distração enquanto outro ataque cibernético é executado. Organizações com aplicações voltadas ao cliente ou serviços online são especialmente vulneráveis a esse tipo de ataque.</p>

<h2 id="h-implementing-it-security" class="wp-block-heading">Implementando a segurança de TI</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A segurança de TI moderna depende fortemente do Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM) porque controlar quem tem acesso ao quê é uma das formas mais eficazes de reduzir a superfície de ataque de uma organização. Seja quando um funcionário acessa uma aplicação corporativa ou quando um administrador acessa dados sensíveis, verificar a identidade e aplicar controles de acesso granulares são medidas essenciais para manter sistemas e dados seguros. Isso significa que as organizações precisam implementar o Princípio do Menor Privilégio (PoLP), exigindo métodos de autenticação robustos como o MFA e protegendo as credenciais com gerenciadores de senhas corporativos ou soluções de Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM).</p>

<h3 id="h-privileged-access-management-pam" class="wp-block-heading">Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM)</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/privileged-access-management/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O PAM</a> é uma solução de cibersegurança que permite às organizações controlar e monitorar o acesso aos seus sistemas e contas mais críticos. As contas privilegiadas, geralmente mantidas por administradores e equipes de DevOps, possuem permissões elevadas que podem conceder aos cibercriminosos amplo acesso a dados sensíveis e infraestrutura se forem comprometidas. Ao aplicar o acesso de menor privilégio, rotacionar credenciais automaticamente e oferecer visibilidade completa das sessões, o PAM reduz significativamente o risco de violações de dados e ameaças internas.</p>

<h3 id="h-zero-trust-security-and-rbac" class="wp-block-heading">Segurança de confiança zero e RBAC</h3>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/zero-trust-security/">A segurança de confiança zero</a> e o <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/role-based-access-control/">Controle de Acesso Baseado em Funções</a> (RBAC) funcionam em conjunto para garantir que o acesso seja limitado pela identidade e pela função do usuário. A confiança zero opera com base no princípio de &#8220;nunca confiar, sempre verificar&#8221;, o que significa que nenhum usuário, dispositivo ou sistema recebe acesso por padrão e cada solicitação de acesso é autenticada continuamente. O RBAC complementa esse modelo ao atribuir permissões com base na função do usuário, e não de forma individual, garantindo que cada função tenha acesso apenas ao que é necessário. Combinadas, essas duas abordagens dificultam significativamente a movimentação lateral de cibercriminosos em uma rede ou a exploração de contas com permissões excessivas.</p>

<h3 id="h-password-management" class="wp-block-heading">Gerenciamento de senhas</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Um <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/enterprise-password-management/">gerenciador de senhas corporativo</a> é uma solução que armazena, gerencia e preenche automaticamente as credenciais de contas e aplicações de uma organização de forma segura. Em vez de depender dos funcionários para criar e gerenciar senhas manualmente — o que frequentemente resulta em senhas fracas ou reutilizadas — um gerenciador de senhas corporativo aplica senhas fortes e exclusivas para cada conta e garante que sejam armazenadas em um cofre criptografado. O uso de um gerenciador de senhas elimina uma das causas mais comuns de violações de dados, dando às equipes de TI controle sobre a segurança de credenciais em toda a organização.</p>

<h3 id="h-multi-factor-authentication-mfa-and-passwordless-authentication" class="wp-block-heading">Autenticação Multifator (MFA) e autenticação sem senha</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O MFA fortalece a segurança das contas ao exigir que os usuários verifiquem sua identidade com dois ou mais fatores antes de obterem acesso. Por exemplo, um usuário pode se autenticar com uma senha e uma leitura biométrica; mesmo que a senha seja comprometida, o acesso exige o segundo fator. À medida que as organizações buscam superar completamente a autenticação por senha tradicional, métodos de <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/passwordless-authentication/">autenticação sem senha</a>, como passkeys e biometria, estão se tornando cada vez mais comuns. Esses métodos sem senha eliminam as vulnerabilidades de credenciais que o MFA foi concebido para compensar em primeiro lugar.</p>

<h3 id="h-secrets-management" class="wp-block-heading">Gerenciamento de segredos</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Na segurança de TI, segredos referem-se a credenciais usadas por aplicações e sistemas para se autenticarem e se comunicarem entre si. Alguns exemplos incluem chaves de API, tokens e certificados. Ao contrário das senhas tradicionais usadas por usuários humanos, os segredos são frequentemente incorporados de forma fixa em arquivos de configuração e repositórios de código, tornando-os um vetor de ataque negligenciado, mas altamente explorável. Uma <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">solução de gerenciamento de segredos</a> garante que os segredos sejam armazenados com segurança, rotacionados automaticamente e acessíveis apenas aos sistemas e serviços que deles necessitam.</p>

<h3 id="h-encryption-and-secure-data-transmission" class="wp-block-heading">Criptografia e transmissão segura de dados</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A criptografia é o processo de converter dados em um formato ilegível, que só pode ser lido por uma parte autorizada com a chave de descriptografia correta. Como um dos aspectos mais essenciais da segurança de TI, a criptografia garante que, mesmo que os dados sejam interceptados ou acessados por um usuário não autorizado, eles permaneçam ilegíveis e inutilizáveis. A criptografia se aplica a dados em repouso e em trânsito, protegendo tanto os dados armazenados quanto as informações transmitidas pelas redes. Protocolos de transmissão segura como o Transport Layer Security (TLS) protegem os dados enquanto eles trafegam entre sistemas e usuários, garantindo que dados sensíveis não possam ser adulterados ou interceptados durante o trânsito.</p>

<h2 id="h-how-ai-is-changing-cyber-attacks" class="wp-block-heading">Como a IA está transformando os ataques cibernéticos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A Inteligência Artificial (IA) está permitindo que cibercriminosos realizem ataques em velocidades maiores, em maior escala e com maior sofisticação técnica. A IA está sendo usada para gerar e-mails de phishing convincentes com táticas avançadas de engenharia social que estão se tornando cada vez mais difíceis de identificar pelos funcionários. Mais do que nunca, as equipes de TI e segurança precisam desenvolver controles capazes de proteger sistemas, dados e credenciais contra ameaças cibernéticas altamente automatizadas e inteligentes. Seguir as melhores práticas, como aplicar controles de acesso robustos, MFA e PAM, é essencial para se defender contra ataques cibernéticos baseados em IA. O Keeper ajuda as organizações a implementar essas defesas com uma plataforma unificada de segurança de identidade que combina gerenciamento de senhas corporativas, aplicação de MFA, gerenciamento de segredos e PAM para garantir que todas as identidades, credenciais e sistemas estejam protegidos.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">Inicie sua avaliação gratuita do KeeperPAM</a> para aprimorar a estratégia de segurança de TI da sua organização.</p>
		<section id="faq-block_080419923152b7bf02a3ba02757a34f7" class="faq-section">
			<div class="container">
				<h2>Perguntas frequentes</h2>

				<section id="faq-accordion-block_080419923152b7bf02a3ba02757a34f7" class="faq-accordion">
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>O que é segurança de TI, explicado de forma simples?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">A segurança de TI é a prática de proteger os dispositivos, redes e dados de uma organização contra acessos não autorizados e ataques cibernéticos. A segurança de TI pode ser compreendida como um conjunto de alarmes e bloqueios projetados para manter os sistemas digitais e os dados sensíveis de uma empresa protegidos de pessoas que não precisam ter acesso a eles.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Qual é a diferença entre segurança de TI e proteção de dados?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">Embora a segurança de TI e a proteção de dados sejam conceitos relacionados, eles não são a mesma coisa. A segurança de TI se concentra em proteger dados, redes e sistemas contra acessos não autorizados e ameaças cibernéticas mais amplas. A proteção de dados, no entanto, refere-se à responsabilidade legal que as organizações têm sobre como os dados pessoais são coletados, armazenados e tratados — geralmente regulada por normas de conformidade como o GDPR.</span></p>
							</div>
						</div>
											<div class="question" name="faq">

                            <h3>Por que a segurança de TI é importante para as empresas?</h3>

							<div class="answer">
								<p><span style="font-weight: 400">A segurança de TI é fundamental para as organizações porque uma única violação de dados pode ter consequências graves em toda a organização. Do ponto de vista financeiro, ataques cibernéticos podem gerar altos custos, desde a resposta a incidentes até multas legais. Do ponto de vista da proteção de dados, as organizações são responsáveis por proteger os dados sensíveis de clientes, funcionários e negócios, e a falha em fazê-lo pode causar danos à reputação a longo prazo.</span></p>
							</div>
						</div>
									</section>
			</div>
		</section>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como as universidades de pesquisa podem se preparar para a conformidade com a CMMC nível 2</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/16/how-research-universities-can-prepare-for-cmmc-level-2-compliance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Setor público]]></category>
		<category><![CDATA[CMMC]]></category>
		<category><![CDATA[cmmc level 2]]></category>
		<category><![CDATA[compliance]]></category>
		<category><![CDATA[ksgc]]></category>
		<category><![CDATA[universities]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cybersecurity Maturity Model Certification (CMMC) é uma estrutura do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) criada para que as organizações que lidam com informações federais mantenham controles adequados de cibersegurança. Embora a CMMC esteja frequentemente associado a agências governamentais e contratados de defesa, universidades de pesquisa envolvidas em projetos financiados pelo DoD também podem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Cybersecurity Maturity Model Certification (CMMC) é uma estrutura do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) criada para que as organizações que lidam com informações federais mantenham controles adequados de cibersegurança. Embora a CMMC esteja frequentemente associado a agências governamentais e contratados de defesa, universidades de pesquisa envolvidas em projetos financiados pelo DoD também podem precisar proteger Informações Não Classificadas Controladas (CUI), como dados de pesquisa e especificações técnicas. À medida que buscam financiamento governamental para pesquisas e bolsas federais, as universidades devem atender os mais recentes os requisitos para cumprir os critérios e proteger dados sensíveis. Universidades de pesquisa podem se preparar para a conformidade com a CMMC nível 2 identificando onde o CUI reside, aprimorando os controles de acesso e implementando as medidas de segurança necessárias para proteger dados sensíveis.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber mais sobre a CMMC nível 2, por que ela é importante para universidades de pesquisa, e como o <a href="https://www.keepersecurity.com/cmmc/">Keeper cumpre a CMMC</a>.</p>

<h2 id="h-what-is-cmmc-level-2" class="wp-block-heading">O que é CMMC nível 2?</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A CMMC inclui vários níveis de certificação; no entanto, instituições envolvidas em pesquisas financiadas pelo DoD têm mais probabilidade de enfrentar requisitos da CMMC nível 2. A <a href="https://www.keepersecurity.com/compliance/cmmc/">CMMC nível 2</a> vale para organizações que armazenam, processam ou compartilham CUI, para que informações governamentais sensíveis fiquem protegidas de ciberameaças e acessos não autorizados. A CMMC nível 2 está alinhada com os controles de segurança descritos na <a href="http://csrc.nist.gov/pubs/sp/800/171/r2/upd1/final" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicação especial 800-171 do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST)</a>, uma estrutura projetada para ajudar organizações não federais a proteger CUI. Seus 110 controles de segurança abrangem uma ampla gama de práticas de cibersegurança, incluindo controle de acesso, autenticação, resposta a incidentes e integridade dos dados.</p>

<h2 id="h-why-cmmc-level-2-is-important-for-research-universities" class="wp-block-heading">Por que a CMMC nível 2 é importante para as universidades de pesquisa</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2026/04/15/how-government-agencies-can-enforce-zero-trust-security-with-keeper/">agências governamentais</a> estão adotando princípios de segurança com confiança zero à medida que as ciberameaças que as visam continuam a aumentar, mas os requisitos da CMMC não são reservados apenas para os contratados tradicionais de defesa. Para as universidades de pesquisa, a CMMC nível 2 é importante principalmente porque muitos projetos de pesquisa financiados pelo governo envolvem dados sensíveis, resultados de pesquisas, resultados de testes e outras formas de CUI. A CMMC nível 2 exige que as instituições comprovem que controles de segurança adequados estão em vigor para proteger as CUI ao longo de todo o ciclo de vida.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A regra de execução que exige a CMMC nos contratos do DoD (48 CFR) entrou em vigor em 10 de novembro de 2025, e os contratos do DoD agora cumprem os requisitos da CMMC em um cronograma em fases. Durante a primeira fase, a maioria dos requisitos assume a forma de uma autoavaliação de nível 1 ou nível 2, embora alguns contratos já exijam a certificação de nível 2 por meio de uma Organização Certificada de Avaliação por Terceiros (C3PAO). A partir de 10 de novembro de 2026, entrarão em vigor os requisitos gerais de certificação C3PAO nível 2. Os requisitos específicos dependem dos detalhes do contrato e das informações que estão sendo tratadas. Universidades de pesquisa envolvidas em projetos atuais ou futuros financiados pelo DoD devem avaliar a postura de segurança agora para se prepararem.</p>

<h2 id="h-what-research-universities-should-do-for-cmmc-compliance" class="wp-block-heading">O que as universidades de pesquisa devem fazer para cumprirem com a CMMC</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Preparar-se para a conformidade com a CMMC nível 2 exige que as universidades de pesquisa compreendam onde o CUI existe em seus ambientes, avaliem os controles de segurança atuais e apoiem esforços contínuos de conformidade. Adotar uma postura proativa em relação à conformidade com a CMMC nível 2 pode ajudar as instituições a identificar precocemente as lacunas na segurança e a desenvolver uma base mais sólida para a proteção de dados sensíveis.</p>

<h3 id="h-identify-where-cui-resides" class="wp-block-heading">Identifique onde as CUI residem</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Antes de implementar controles de segurança, as universidades de pesquisa devem entender onde as CUI são armazenadas e processadas em toda a organização. As CUI podem existir em bancos de dados de pesquisa, sistemas de laboratório, plataformas em nuvem e aparelhos usados por docentes e pesquisadores. Como as universidades costumam operar em vários departamentos e cursos, pode ser um desafio manter total visibilidade sobre as informações confidenciais. Em muitos casos, as CUI existem além de ambientes dedicados de pesquisa, incluindo mensagens de e-mail, unidades compartilhadas ou aparelhos de propriedade do corpo docente. Identificar essas fontes de dados é um primeiro passo importante para determinar quais usuários e sistemas devem estar sujeitos a mais controles de segurança.</p>

<h3 id="h-conduct-a-thorough-security-gap-assessment" class="wp-block-heading">Realize uma avaliação completa das lacunas na segurança</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Depois que as CUI são identificadas, as universidades de pesquisa devem avaliar como as práticas vigentes de segurança se comparam aos requisitos descritos no NIST SP 800-171. Isso deve incluir a revisão dos controles de acesso, dos recursos de monitoramento, dos planos de resposta a incidentes e dos processos de auditoria. As universidades também devem inventariar <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/glossary/what-is-a-privileged-account/">contas privilegiadas</a> e revisar as permissões para determinar se o acesso vai além do necessário para as funções dos usuários. Embora muitas instituições já tenham medidas de segurança implementadas, esses controles podem não ser aplicados de forma consistente em todos os departamentos e programas.</p>

<h3 id="h-implement-secure-research-environments" class="wp-block-heading">Implemente ambientes de pesquisa seguros</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os ambientes de pesquisa devem ser construídos para limitar o acesso às CUI apenas a usuários e sistemas autorizados. Restringir o acesso reduz a exposição dos dados e ajuda a prevenir a divulgação não autorizada de informações sensíveis. Soluções em gerenciamento de identidade e acesso (IAM) podem ajudar as universidades a impor o acesso de privilégio mínimo garantindo que os usuários tenham apenas as permissões necessárias para desempenhar as funções. As instituições também devem exigir a autenticação multifator (MFA) para todas as contas que acessam sistemas contendo CUI, incluindo ambientes de acesso remoto. Controles rigorosos de identidade e acesso ajudam a minimizar as ameaças internas e atendem aos requisitos da CMMC nível 2 relativos à identificação e autenticação.</p>

<h3 id="h-document-ssps-and-poams" class="wp-block-heading">Documente SSPs e POAMs</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Tem Planos de Segurança do Sistema (SSPs) e Planos de Ação e Marcos (POAMs) precisos pode simplificar avaliações futuras e comprovar a conformidade com a CMMC nível 2. O SSP documenta os controles de segurança de uma organização e define como eles são implementados e gerenciados. O POAM identifica falhas de segurança e as ações necessárias para resolvê-las. As universidades devem tratar essa documentação como um processo contínuo em vez de algo pontual, para que as informações permaneçam precisas à medida que os sistemas e ambientes de pesquisa mudam ao longo do tempo.</p>

<h3 id="h-prepare-for-audits-by-c3paos" class="wp-block-heading">Prepare-se para a auditoria das C3PAOs</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Universidades de pesquisa que buscam a certificação CMMC nível 2 podem ser obrigadas a passar por avaliações conduzidas por C3PAOs. A preparação para essas avaliações exige não só a implementação de controles de segurança como a comprovação de que esses controles estão funcionando corretamente. As instituições devem manter evidências que comprovem as práticas de segurança, incluindo trilhas detalhadas de auditoria, registros de acesso, políticas de segurança e registros de treinamento. A coleta antecipada dessas informações pode agilizar o processo de avaliação e reduzir o trabalho de preparação das revisões formais.</p>

<h2 id="h-how-keeper-supports-cmmc-2-0-readiness" class="wp-block-heading">Como a Keeper<sup>®</sup> faz a preparação para a CMMC 2.0</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações que lidam com CUI precisam de rigorosos controles de acesso, visibilidade total das atividades dos usuários e a capacidade de comprovar que os controles de segurança estão funcionando de maneira eficaz. A obtenção da CMMC nível 2 exige uma combinação de pessoas, tecnologia e processos, e o <a href="https://www.keepersecurity.com/government-cloud/">Keeper Security Government Cloud</a> (KSGC) ajuda organizações a <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/12/19/get-ready-for-cmmc-enforcement-essential-steps-to-secure-cui/">proteger as CUI</a> e aprimorar diversos controles de segurança para a preparação para a CMMC. Como plataforma certificada FedRAMP High, o Keeper oferece às universidades de pesquisa as ferramentas para proteger informações sensíveis, controlar o acesso privilegiado e manter visibilidade pronta para auditoria em todos os ambientes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A KSGC ajuda as universidades de pesquisa a se prepararem para a CMMC 2.0, permitindo que elas:</p>
<section id="summaryBlock-block_cacaf1fc37e7385a9983b3cb61b41053" class="summaryBlock">
    <div class="summaryContent">
        <ul>
<li aria-level="1"><b>Protejam credenciais e dados sensíveis em uma arquitetura com conhecimento zero (SC.L2-3.13.11, SC.L2-3.13.16, IA.L2-3.5.10)</b><span style="font-weight: 400;">: protegendo senhas, credenciais relacionadas à pesquisa e informações confidenciais em </span><a href="https://www.keepersecurity.com/features/encrypted-vault/"><span style="font-weight: 400;">cofres criptografados</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Implementem controles de acesso baseados em funções (RBAC) (AC.L2-3.1.2, AC.L2-3.1.4, AC.L2-3.1.5)</b>:<span style="font-weight: 400;"> limitando o acesso a sistemas e dados com base nas responsabilidades do usuário, o que reduz a exposição desnecessária de CUI.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Reforçarem a autenticação com MFA (IA.L2-3.5.3, IA.L2-3.5.4)</b><span style="font-weight: 400;">: aprimorando a segurança das contas ao exigir mais fatores de validação a usuários que acessam sistemas com informações confidenciais.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Monitorarem e registrarem sessões privilegiadas (AU.L2-3.3.1, AU.L2-3.3.2)</b><span style="font-weight: 400;">: tendo visibilidade sobre atividades privilegiadas via </span><a href="https://www.keepersecurity.com/features/session-recording-and-playback/"><span style="font-weight: 400;">monitoramento e gravação de sessões</span></a><span style="font-weight: 400;"> que apoiam a responsabilização e as investigações de segurança.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Gerarem relatórios prontos para auditoria (AU.L2-3.3.6)</b><span style="font-weight: 400;">: mantendo </span><a href="https://www.keepersecurity.com/features/compliance-reports/"><span style="font-weight: 400;">relatórios de conformidade</span></a><span style="font-weight: 400;"> completos que registram a atividade do usuário, os controles de acesso e segurança, o que pode agilizar a preparação para auditorias.</span></li>
<li aria-level="1"><b>Implementarem os princípios de segurança com confiança zero (SC.L2-3.13.1, SC.L2-3.13.6)</b><span style="font-weight: 400;"> aprovando todos os usuários e aparelhos antes de dar acesso e eliminando a confiança implícita em ambientes de pesquisa no local, híbridos e na nuvem.</span></li>
</ul>
    </div>
</section>


<h2 class="wp-block-heading">Prepare-se para a conformidade com a CMMC nível 2 usando o Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">À medida que as universidades de pesquisa continuam a se envolver em pesquisas financiadas pelo DoD, a conformidade com a CMMC é cada vez mais crucial para proteger informações sensíveis e cumprir os critérios para futuras oportunidades de pesquisa. Como a CMMC nível 2 foca especificamente a proteção das CUI, as instituições devem começar a avaliar a postura de segurança o quanto antes, em vez de esperar que a conformidade seja obrigatória. <a href="https://www.keepersecurity.com/demo/request-demo/">Solicite hoje uma demonstração </a> para saber como o KSGC pode ajudar sua instituição a fortalecer os controles de acesso, proteger as CUI e apoiar a preparação para a CMMC nível 2.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o KeeperDB protege o acesso aos bancos de dados</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/15/how-keeperdb-secures-database-access/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ashley D'Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PAM]]></category>
		<category><![CDATA[database access]]></category>
		<category><![CDATA[enterprise security]]></category>
		<category><![CDATA[keeperdb]]></category>
		<category><![CDATA[keeperPAM]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/15/how-keeperdb-secures-database-access/</guid>

					<description><![CDATA[O acesso a bancos de dados é um dos maiores pontos cegos na segurança empresarial. As credenciais são frequentemente compartilhadas, armazenadas ou transmitidas de forma insegura, sem monitoramento. O KeeperDB é um cliente moderno de banco de dados multi-protocolo que preenche essas lacunas ao aceitar PostgreSQL, MySQL, Microsoft SQL Server e outros protocolos principais, tudo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O acesso a bancos de dados é um dos maiores pontos cegos na segurança empresarial. As credenciais são frequentemente compartilhadas, armazenadas ou transmitidas de forma insegura, sem monitoramento. O KeeperDB é um cliente moderno de banco de dados multi-protocolo que preenche essas lacunas ao aceitar PostgreSQL, MySQL, Microsoft SQL Server e outros protocolos principais, tudo em uma interface unificada. Como app independente para desktop com autenticação biométrica e recuperação de credenciais baseada em cofre, o KeeperDB é uma alternativa segura a ferramentas legadas como DBeaver e MySQL Workbench. Quando usado no KeeperPAM, ele vira uma sessão de acesso privilegiado totalmente gerenciada e com confiança zero.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Continue lendo para saber como o KeeperDB protege o acesso ao banco de dados e por que isso é importante na segurança empresarial moderna.</p>

<h2 id="h-why-securing-database-access-is-important" class="wp-block-heading">Por que é importante proteger o acesso ao banco de dados</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os bancos de dados estão entre os ativos mais críticos no armazenamento de dados organizacionais sensíveis. Diversos fatores fazem da segurança do acesso ao banco de dados algo muito importante:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alvos de alto valor</strong>: os bancos de dados contêm um enorme volume de informações sensíveis, sendo valiosos para cibercriminosos que buscam ganhos financeiros ou estratégicos</li>



<li><strong>Visibilidade limitada</strong>: muitas organizações não têm monitoramento e registro em tempo real das sessões de atividade do banco de dados, levando a acessos não autorizados ou comportamentos suspeitos que passam despercebidos</li>



<li><strong>Risco à conformidade</strong>: sem a auditoria adequada, as organizações podem não cumprir estruturas regulatórias como SOC 2, HIPAA e ISO 27001</li>



<li><strong>Ataques baseados em credenciais</strong>: credenciais violadas, reutilizadas ou mal gerenciadas continuam sendo um dos vetores de ataque mais comuns usados pelos cibercriminosos para invadir sistemas</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Para enfrentar esses desafios, as organizações precisam ter total visibilidade e controle sobre o acesso ao banco de dados. Isso inclui a aplicação da segurança com confiança zero, o gerenciamento de credenciais no nível do cliente e a manutenção de trilhas detalhadas de auditoria. O <a href="http://keepersecurity.com/features/keeper-db/">KeeperDB</a> oferece isso usando autenticação biométrica via Face ID e Windows Hello, criando um login sem senha. Nas credenciais do banco de dados, o KeeperDB se integra diretamente com <a href="https://www.keepersecurity.com/secrets-manager.html">Keeper Secrets Manager</a>, retirando-os do Cofre do Keeper no momento da conexão, em vez de deixá-los espalhados entre os endpoints.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Confira sete maneiras pelas quais o KeeperDB garante o acesso ao banco de dados.</p>

<h2 id="h-1-eliminate-stored-credentials-with-passwordless-access" class="wp-block-heading">1. Eliminação das credenciais armazenadas com acesso sem senha</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As credenciais de banco de dados armazenadas representam um grande risco à segurança das organizações. Em muitos ambientes, as senhas são salvas em arquivos de configuração, incorporadas em scripts ou compartilhadas entre equipes. Essas práticas criam vários pontos de exposição, facilitando aos cibercriminosos o roubo de credenciais via ataques de phishing ou malware. Uma vez expostas, as credenciais podem ser reutilizadas para movimentação lateral entre sistemas ou escalonamento de privilégios.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB elimina esse risco ao manter as credenciais do banco de dados fora dos arquivos de configuração em texto simples. Como app independente para desktop e com o Keeper Secrets Manager integrado, as credenciais são retiradas do cofre no momento da conexão em vez de serem salvas em arquivos de configuração locais, e a autenticação biométrica substitui completamente a senha mestra. Quando o KeeperDB é implantado via KeeperPAM, as credenciais nunca chegam ao endpoint; elas são descriptografadas apenas dentro do Keeper Gateway controlado pelo cliente no momento do acesso. A partir daí, as credenciais são passadas para o KeeperDB na memória por um canal criptografado e apagadas imediatamente após a sessão.</p>

<p class="wp-block-paragraph">As sessões são totalmente isoladas usando o <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/remote-browser-isolation/">isolamento de navegador remoto do Keeper</a> (RBI), onde o KeeperDB é transmitido para o navegador do usuário em uma sessão totalmente contida. Como nenhuma credencial é gravada no endpoint, elas permanecem efêmeras e controladas, garantindo uma separação rigorosa entre o banco de dados e o endpoint. Ao eliminar os segredos armazenados, as organizações reduzem o risco de roubo de credenciais e limitam a movimentação lateral na infraestrutura.</p>

<h2 id="h-2-enforce-zero-trust-security-in-all-database-sessions" class="wp-block-heading">2. Aplique a segurança com confiança zero em todas as sessões do banco de dados</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Quando implantado no KeeperPAM, o KeeperDB impõe o acesso com modelo com confiança zero, estabelecendo conexões autenticadas e criptografadas de ponta a ponta via Keeper Gateway. Os bancos de dados nunca são expostos em firewalls de entrada, e nenhuma VPN é necessária. Em vez disso, o acesso é intermediado via conexões seguras, somente de saída, que reduzem muito a superfície de ataque.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB também faz o acesso Just-in-Time (JIT), permitindo que as organizações deem acesso limitado ao banco de dados somente quando necessário. As solicitações de acesso podem ser iniciadas e aprovadas via <a href="https://www.keepersecurity.com/integrations/">integrações</a> como Slack, Jira, ServiceNow e Microsoft Teams. As permissões são automaticamente revogadas após o uso, eliminando privilégios permanentes. Ao combinar segurança com confiança zero e acesso JIT (Just-in-Time), o KeeperDB reduz a probabilidade de acesso não autorizado, mantendo a eficiência operacional.</p>

<h2 id="h-3-launch-secure-sessions-directly-from-the-keeper-vault" class="wp-block-heading">3. Inicie sessões seguras diretamente no Cofre do Keeper</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Nas equipes que usam o KeeperPAM, o KeeperDB permite que os usuários iniciem sessões seguras de banco de dados diretamente no Cofre do Keeper, eliminando a necessidade de VPNs e de configuração manual. As sessões são executadas dentro do ambiente RBI do Keeper, garantindo que toda a atividade ocorra em uma sessão totalmente isolada, transmitida para o navegador do usuário. Como as credenciais nunca chegam ao endpoint e não são armazenadas no local, essa camada de isolamento reforça a segurança baseada no princípio da confiança zero, ao mesmo tempo em que aprimora a experiência do usuário.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O fluxo de trabalho do KeeperDB permite que os usuários selecionem um registro do banco de dados no cofre, iniciem o KeeperDB e se conectem na hora pela interface integrada. Não há necessidade de copiar e colar credenciais, configurar arquivos de conexão nem gerenciar ferramentas separadas. Diferente dos fluxos de trabalho tradicionais, que dependem dos segredos armazenados no local e da configuração manual, o KeeperDB centraliza o acesso e elimina atritos no processo. Essa abordagem simplifica o acesso seguro para engenheiros e equipes de segurança, mantendo o controle total sobre cada sessão.</p>

<h2 id="h-4-monitor-record-and-audit-database-activity-in-real-time" class="wp-block-heading">4. Monitore, registre e audite a atividade de banco de dados em tempo real</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB inclui um monitor de desempenho em tempo real que funciona tanto no aplicativo independente para desktop quanto na implantação PAM incorporada. Ele revela informações operacionais importantes, incluindo listas de processos ativos, cadeias de bloqueio, análise de bloqueios e encerramento de sessão com um clique. Se um banco de dados ficar lento, as equipes podem identificar rapidamente consultas de longa duração ou que estejam bloqueando o sistema e encerrar as sessões para restaurar o desempenho.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Quando implantado no KeeperPAM, o KeeperDB registra todas as sessões privilegiadas e registra toda a atividade SQL, adicionando a camada de governança que muitos clientes legados não têm. O registro em nível de consulta garante que cada comando seja rastreado com carimbos de data/hora, contexto da sessão e status de execução. Essas ações são consolidadas em trilhas detalhadas de auditoria, que dão um registro completo do acesso ao banco de dados. Essa visibilidade fortalece tanto a segurança quanto a conformidade, mantendo registros claros de estruturas como SOC 2, HIPAA e ISO 27001. Ao combinar monitoramento em tempo real com auditoria abrangente, o KeeperDB garante que cada interação com o banco de dados seja visível e rastreável.</p>

<h2 id="h-5-use-keeperai-to-automate-database-operations-securely" class="wp-block-heading">5. Use o KeeperAI<sup>®</sup> para automatizar com segurança as operações de banco de dados</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB integra o <a href="https://www.keepersecurity.com/features/keeper-ai/">KeeperAI</a> para otimizar fluxos de trabalho de banco de dados, mantendo controles de acesso granulares. Os usuários podem interagir com bancos de dados usando linguagem natural, reduzindo o tempo necessário para escrever e solucionar problemas em consultas SQL. O KeeperAI opera em vários modos controlados:</p>

<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Consultas em linguagem natural</strong>: gera e explica SQL usando o contexto completo do esquema</li>



<li><strong>Automação somente leitura</strong>: executa consultas e analisa resultados sem intervenção do usuário</li>



<li><strong>Operações de gravação baseadas em aprovação</strong>: exige autorização explícita nas alterações de DML ou DDL para evitar ações potencialmente destrutivas antes da execução</li>
</ul>

<p class="wp-block-paragraph">Quando o KeeperDB é usado no KeeperPAM, o KeeperAI analisa continuamente a atividade das sessões em busca de anomalias e tentativas de exfiltração, além de oferecer a terminação automatizada das sessões. Isso ajuda as equipes a acelerar a resolução de problemas e a geração de relatórios, mantendo o controle total sobre as alterações no banco de dados e preservando a integridade dos dados.</p>

<h2 id="h-6-secure-connections-with-tunnels-and-keeperdb-proxy" class="wp-block-heading">6. Conexões seguras com túneis e KeeperDB Proxy</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O acesso a bancos de dados legados geralmente depende de VPNs ou servidores bastião, mas o KeeperDB substitui esses recursos por túneis com confiança zero, que oferecem conectividade segura, somente de saída, via Keeper Gateway. Em vez de abrir regras de firewall de entrada ou expor diretamente os bancos de dados, os túneis fazem com que bancos de dados remotos pareçam locais para o usuário, enquanto o tráfego permanece criptografado e roteado pela arquitetura com confiança zero do Keeper.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O KeeperDB Proxy estende esse modelo para fluxos de trabalho no desktop. Quando ativado em um registro de banco de dados do PAM, o proxy atua como um mediador, manipulando a autenticação em nome do usuário. O Proxy KeeperDB recupera credenciais de forma segura do cofre via Keeper Gateway e as injeta diretamente no handshake do protocolo do banco de dados, garantindo que o usuário nunca veja ou gerencie credenciais. Em conjunto, os túneis e o KeeperDB Proxy eliminam a sobrecarga na infraestrutura e minimizam o risco de acesso não autorizado a bancos de dados remotos ou internos.</p>

<h2 id="h-7-centralize-credential-management-and-rotation" class="wp-block-heading">7. Centralize a gestão e a rotação de credenciais</h2>

<p class="wp-block-paragraph">O gerenciamento manual de credenciais traz riscos significativos aos ambientes de banco de dados, principalmente quando as senhas são compartilhadas entre equipes, reutilizadas ou rotacionadas de forma inconsistente. O KeeperDB resolve esse desafio centralizando o gerenciamento de credenciais dentro da arquitetura com conhecimento zero e confiança zero do Keeper. Todas as credenciais dos banco de dados são armazenadas com segurança no Cofre do Keeper e nunca são expostas aos usuários.</p>

<p class="wp-block-paragraph">No KeeperPAM, as organizações podem aplicar políticas <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/password-rotation/">automatizadas de rotação</a> que atualizam as credenciais regularmente sem interromper os fluxos de trabalho. Após a alteração da senha, os usuários autorizados recebem automaticamente acesso à credencial atualizada via Cofre do Keeper. Essa abordagem reduz muito a proliferação de credenciais, pois retira as senhas de endpoints, scripts e documentos compartilhados. O KeeperDB também simplifica o processo de desativação de contas, revogando o acesso ao cofre e garantindo que as credenciais permaneçam protegidas durante todo o ciclo de vida.</p>

<h2 id="h-modernize-database-access-with-keeperdb" class="wp-block-heading">Modernize o acesso aos bancos de dados com o KeeperDB</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Ferramentas de banco de dados legadas, como DBeaver e MySQL Workbench, foram criadas para funcionalidade, não para segurança em larga escala. Eles dependem de credenciais armazenadas no local, não têm gravação de sessão e criam pontos cegos de auditoria que os frameworks de conformidade não aceitam; o KeeperDB foi construído de forma diferente. Como app para desktop, o KeeperDB oferece autenticação biométrica, recuperação de credenciais baseada em cofres e uma interface moderna com IA, sendo uma alternativa robusta às ferramentas desatualizadas. Quando sua organização estiver pronta, o KeeperDB pode se estender para o KeeperPAM e dar acesso privilegiado com confiança zero, gravação de sessões e provisão Just-in-Time (JIT), garantindo que a segurança do seu banco de dados cresça junto com a sua organização.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.keepersecurity.com/download.html?t=db">Baixe o KeeperDB</a> para modernizar como sua equipe trabalha com os bancos de dados e <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">inicie já uma avaliação gratuita do KeeperPAM</a> para saber como ele escala o acesso seguro a bancos de dados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a IA sombra está criando uma crise de identidades não gerenciadas</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/09/how-shadow-ai-is-creating-an-unmanaged-identity-crisis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Darren Guccione]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 14:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[AI]]></category>
		<category><![CDATA[identity and access management]]></category>
		<category><![CDATA[nhi]]></category>
		<category><![CDATA[non-human identity]]></category>
		<category><![CDATA[shadow AI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/09/how-shadow-ai-is-creating-an-unmanaged-identity-crisis/</guid>

					<description><![CDATA[Os funcionários adotam ferramentas, agentes e automações de IA mais rápido do que as organizações conseguem gerenciá-los. O verdadeiro perigo surge quando essas ferramentas se conectam diretamente a sistemas internos e dados confidenciais em nome da produtividade. Entre os funcionários que usam IA no trabalho, uma parcela expressiva o faz sem aprovação formal das equipes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os funcionários adotam ferramentas, agentes e automações de IA mais rápido do que as organizações conseguem gerenciá-los. O verdadeiro perigo surge quando essas ferramentas se conectam diretamente a sistemas internos e dados confidenciais em nome da produtividade. Entre os funcionários que usam IA no trabalho, uma parcela expressiva o faz sem aprovação formal das equipes de TI ou segurança. Essa prática é conhecida como IA sombra.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações ainda tratam a IA sombra como um problema de exposição de dados, quando, na verdade, ela está se tornando uma questão de governança de identidades. Cada integração de IA não autorizada cria silenciosamente novas contas, credenciais e identidades que operam fora dos controles de acesso tradicionais. As organizações precisam estender os controles de segurança centrados em identidade para cada identidade humana e não humana conectada aos seus sistemas, a fim de recuperar a visibilidade, aplicar a governança e reduzir os riscos de segurança.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-what-shadow-ai-actually-creates">O que a IA sombra realmente cria</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A IA sombra se propaga rapidamente porque as ferramentas de IA modernas exigem pouca ou nenhuma configuração. Os funcionários podem conectar aplicativos, automatizar fluxos de trabalho e processar dados quase instantaneamente sem envolver a equipe de TI. As ferramentas em si raramente são o problema. O risco vem do que os funcionários conectam a elas. Quando plataformas de IA obtêm acesso a plataformas SaaS, ambientes de cloud e bancos de dados internos, elas introduzem credenciais e identidades que a maioria das equipes de segurança desconhece e para as quais não existe nenhum framework de governança.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Cada integração de IA não autorizada cria novas identidades e credenciais que ninguém está auditando. Cada uma delas aumenta um inventário crescente de contas, pontos de acesso e segredos que a equipe de TI nunca provisionou e, portanto, não consegue revogar. Quando os funcionários criam contas para ferramentas de IA, eles criam identidades com seu próprio escopo de acesso, permissões de dados e históricos de sessão. Essas identidades se multiplicam rapidamente. A equipe de TI acaba com um conjunto invisível de identidades não gerenciadas espalhadas por plataformas externas, sem visibilidade sobre o que podem acessar, sem como auditar o uso e sem um processo de desprovisionamento quando o funcionário deixa a organização.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Quando os funcionários vão além e conectam ferramentas de IA a sistemas internos, introduzem contas de serviço nos ambientes organizacionais. Essas identidades não humanas geralmente operam completamente fora do gerenciamento de ciclo de vida, da rotação de credenciais e da governança de acesso. E cada integração gera credenciais, como chaves de API, tokens e segredos, que muitas vezes acabam armazenados em extensões de navegador ou arquivos de configuração fora do perímetro de segurança. Essas credenciais raramente são rotacionadas e quase nunca são auditadas.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-the-identity-governance-gap-this-creates">A lacuna de governança de identidades que isso cria</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A segurança de identidade tradicional foi desenvolvida para usuários humanos, acesso provisionado pela equipe de TI e perímetros de rede definidos. A IA sombra compromete os três pressupostos ao mesmo tempo.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Em muitos ambientes corporativos, as NHIs já superam as identidades humanas. Agentes de IA com acesso a um banco de dados de produção representam o mesmo nível de risco de acesso privilegiado que um administrador humano com permissões equivalentes. No entanto, eles costumam ser provisionados sem o mesmo rigor, monitorados sem a mesma consistência e desprovisionados sem o mesmo processo.  </p>

<p class="wp-block-paragraph">Nossa própria pesquisa confirma isso. O <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/insight-report-identity-security-at-machine-speed/">relatório Identity Security at Machine Speed da Keeper Security</a> constatou que 43% dos responsáveis por decisões de segurança cibernética em todo o mundo identificam o gerenciamento de identidades não humanas relacionadas à IA como uma das principais lacunas em seus programas de governança de identidades. As organizações que reconhecem essa lacuna estão à frente das que ainda não a identificaram.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-what-organizations-need-to-do-differently">O que as organizações precisam fazer de forma diferente</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A resposta à IA sombra não está em políticas mais rígidas nem em proibições mais amplas. Trata-se de estender os controles de segurança centrados em identidade para abranger cada identidade criada por ferramentas de IA, tanto humanas quanto de máquinas, e tornar a governança contínua em vez de periódica.</p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-gain-full-visibility-over-ai-usage">Obtenha visibilidade total sobre o uso da IA</h3>

<p class="wp-block-paragraph">As organizações não conseguem governar o que não podem ver. Por isso, precisam descobrir continuamente cada ferramenta, agente, automação e integração de IA, aprovada ou não, que opera em seus ambientes. Ao monitorar suas redes, as organizações conseguem rastrear o uso de aplicativos e desenvolver controles para limitar ferramentas de IA não aprovadas, além de identificar cada NHI criada por essas ferramentas que nunca foi originalmente provisionada pela equipe de TI. Além da descoberta, as organizações precisam implementar monitoramento e gravação de sessões privilegiadas em tempo real para manter visibilidade total sobre os fluxos de trabalho orientados por IA, priorizando auditorias contínuas em vez de revisões periódicas e retrospectivas.</p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-apply-identity-security-to-both-humans-and-machines">Aplique a segurança de identidade tanto a humanos quanto a máquinas</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Cada NHI (Identidade Nacional de Saúde) deve estar sujeita aos mesmos processos de autenticação, autorização e gerenciamento de ciclo de vida que uma identidade humana, com acesso de menor privilégio, rotação automatizada de credenciais e desprovisionamento definido vinculado ao ciclo de vida do proprietário humano ou da carga de trabalho associada. Os mesmos controles aplicados a contas humanas privilegiadas também devem se aplicar aos agentes de IA e contas de serviço que operam junto a elas.</p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-give-employees-a-viable-path">Ofereça aos funcionários um caminho viável</h3>

<p class="wp-block-paragraph">Os funcionários que recorrem à IA sombra muitas vezes não o fazem para contornar a segurança, mas porque desconhecem a existência de uma alternativa gerenciada. Orientações claras sobre quais ferramentas são aprovadas, para quais casos de uso e em quais condições, combinadas com alternativas aprovadas e acessíveis, tratam a causa raiz em vez do sintoma.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-enhance-your-identity-security-to-manage-shadow-ai">Fortaleça sua segurança de identidade para gerenciar a IA sombra</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Os modelos de segurança tradicionais foram desenvolvidos para usuários humanos, acesso provisionado pela equipe de TI e limites de rede definidos. A IA sombra compromete esses pressupostos ao introduzir identidades de máquinas, credenciais e integrações não gerenciadas em ambientes de cloud e SaaS cada vez que um funcionário conecta uma ferramenta de IA não aprovada à infraestrutura. As organizações que enxergam a IA sombra apenas como um problema de vazamento de dados ignoram o perigo subjacente: a expansão descontrolada de identidades. Para gerenciar a IA sombra com mais eficácia, as organizações precisam ter visibilidade total sobre o acesso orientado por IA, governança sobre identidades humanas e de máquinas, e controles automatizados para credenciais e acesso privilegiado. Para saber como as organizações estão adaptando suas estratégias de segurança de identidade para ambientes orientados por IA, <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/insight-report-identity-security-at-machine-speed/">leia nosso relatório mais recente</a>.</p>
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		<title>Por que a guerra cibernética é agora um problema de segurança para todas as empresas</title>
		<link>https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/08/why-cyber-warfare-is-now-a-security-issue-for-all-enterprises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Darren Guccione]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 14:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[cyber warfare]]></category>
		<category><![CDATA[enterprise security]]></category>
		<category><![CDATA[keeperPAM]]></category>
		<category><![CDATA[PAM]]></category>
		<category><![CDATA[privileged access management]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.keepersecurity.com/blog/pt-br/2026/06/08/why-cyber-warfare-is-now-a-security-issue-for-all-enterprises/</guid>

					<description><![CDATA[A guerra cibernética não se limita mais à geopolítica. O que antes era uma preocupação principalmente para agências governamentais e contratantes de defesa é agora uma realidade para empresas de todos os setores. Em março de 2026, um grupo de hackers vinculado ao Irã, o Handala, afirmou ter destruído mais de 200.000 sistemas, servidores e]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A guerra cibernética não se limita mais à geopolítica. O que antes era uma preocupação principalmente para agências governamentais e contratantes de defesa é agora uma realidade para empresas de todos os setores. Em março de 2026, um grupo de hackers vinculado ao Irã, o Handala, afirmou ter <a href="https://www.hipaajournal.com/stryker-cyberattack-iran/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">destruído mais de 200.000 sistemas</a>, servidores e dispositivos móveis na Stryker, uma empresa de tecnologia médica sem qualquer ligação direta com conflitos geopolíticos, ao explorar uma ferramenta legítima de gerenciamento de endpoints no ambiente da empresa.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Essa é a realidade para a qual as empresas precisam se preparar agora. As organizações estão sendo atacadas independentemente de sua proximidade com conflitos, e a suposição de que apenas agências governamentais correm risco tornou-se cada vez mais perigosa. A superfície de ataque cibernético se expandiu, as táticas continuam evoluindo e a postura de segurança das empresas precisa evoluir junto.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-how-cyber-warfare-is-reaching-enterprises">Como a guerra cibernética está chegando às empresas</h2>

<p class="wp-block-paragraph">As táticas que impulsionam a guerra cibernética moderna não se voltam mais apenas a alvos federais. Atores de estados-nação atacam cada vez mais as empresas como via para causar disrupções mais amplas, seja para acessar cadeias de suprimentos, exfiltrar dados confidenciais ou causar danos colaterais em infraestruturas interconectadas. Ao mesmo tempo, as ameaças criminosas aumentaram de forma independente. A automação por IA tornou ataques sofisticados mais baratos e rápidos de executar, e as plataformas de <a href="https://www.keepersecurity.com/threats/ransomware/">Ransomware como Serviço</a> (RaaS) transformaram o que antes exigia recursos significativos em um manual acessível. Campanhas de phishing geradas por IA e ferramentas de ataque autônomas são agora padrão, não exceção. As empresas enfrentam ambas as ameaças ao mesmo tempo, e as defesas necessárias para combatê-las se sobrepõem de forma significativa.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A dimensão da cadeia de suprimentos torna isso especialmente perigoso. Um único comprometimento pode afetar todas as empresas a ele conectadas, e muitas dessas organizações nunca se consideraram um alvo. Essa suposição é exatamente com o que os invasores contam. As empresas não são meros espectadores. Muitas vezes, elas são o caminho pelo qual os ataques têm sucesso em larga escala. O acesso à rede de uma empresa significa acesso a clientes, parceiros, dados confidenciais e sistemas financeiros. Qualquer organização inserida em uma cadeia de suprimentos complexa pode se tornar um vetor de ataque.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-enterprises-underestimate-the-impact-of-identity-on-the-attack-surface">As empresas subestimam o impacto da identidade na superfície de ataque</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos ataques cibernéticos de grande escala, as identidades comprometidas são os principais alvos. Invasores cibernéticos usam técnicas como <a href="https://www.keepersecurity.com/threats/password-spraying-attack/">pulverização de senhas</a> e coleta de credenciais para comprometer organizações em diversos setores, incluindo saúde e serviços financeiros. Em muitos casos, o ponto de entrada pode ser rastreado até uma identidade comprometida, incluindo <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/07/28/how-keeper-protects-non-human-identities-nhis-in-it-environments/">Identidades não humanas</a> (NHIs), como contas de serviço e agentes de IA.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O relatório de pesquisa da Keeper Security, <a href="https://www.keepersecurity.com/resources/insight-report-identity-security-at-machine-speed/"><em>Identity Security at Machine Speed</em></a>, [Segurança de Identidade na Velocidade das Máquinas], reforça essa tendência e constatou que ferramentas legadas e a adoção irrestrita de IA estão acelerando os ataques baseados em identidade em um ritmo que muitas organizações não conseguem acompanhar. De fato, 43% dos 3.200 responsáveis por decisões de segurança cibernética pesquisados globalmente identificam o gerenciamento de NHIs relacionadas à IA como uma das principais lacunas na governança de identidades. Contas de serviço com permissões desatualizadas, chaves de API incorporadas em repositórios de código e agentes de IA provisionados fora dos processos de governança estabelecidos são lacunas exploradas por invasores cibernéticos. A maioria das organizações não tem visibilidade clara de quantas dessas lacunas existem em seus ambientes.</p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-legacy-pam-wasn-t-designed-for-this-environment">O PAM legado não foi projetado para esse ambiente</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A maioria das empresas ainda governa o acesso privilegiado usando uma arquitetura estruturada para uma era tradicional de ambientes locais, administradores humanos e perímetros de rede definidos. Esse modelo não reflete mais como as empresas modernas realmente operam. As organizações precisam agora considerar ambientes nativos de cloud, forças de trabalho distribuídas, integrações de terceiros e fluxos de trabalho orientados por IA que dissolveram os perímetros que as soluções legadas de <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/12/02/the-hidden-dangers-of-legacy-pam-why-your-security-solution-may-actually-be-a-risk/">Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM</a>) foram projetadas para proteger. Agentes de IA, contas de serviço e outras identidades de máquinas frequentemente permanecem fora do seu escopo.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A lacuna não é apenas técnica. É estrutural. As organizações que não revisaram sua arquitetura de PAM nos últimos três anos provavelmente estão governando apenas uma fração de seu real perímetro de acesso privilegiado.</p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-what-enterprises-must-do-differently-to-stay-secure">O que as empresas precisam fazer de forma diferente para se manter seguras</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Para a maioria das empresas, a distância entre a postura de segurança atual e o que o ambiente de ameaças exige é maior do que parece. Fechar essa lacuna exige maior foco em segurança de confiança zero, PAM e acesso de menor privilégio.</p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-adopt-zero-trust-security">Adote a segurança de confiança zero</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/01/22/zero-trust-vs-traditional-security-models-whats-the-difference/">segurança de confiança zero</a> é baseada no princípio de que nenhum usuário, dispositivo ou sistema é implicitamente confiável, independentemente de operar dentro ou fora do perímetro de rede. O acesso é concedido por meio da verificação contínua de identidade, contexto e risco, e revogado assim que a verificação falha. Para empresas que enfrentam invasores que se movem lateralmente pelos ambientes usando credenciais legítimas, a confiança zero oferece um modelo de segurança mais robusto ao garantir que cada decisão de autenticação seja validada continuamente, em vez de presumida.  </p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-extend-pam-to-nhis">Estenda o PAM para as NHIs</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O PAM que se limita a usuários humanos não gerencia <em>todo</em> o acesso privilegiado. Ele governa apenas uma parte dele. O acesso administrativo e de nível de máquina a dados de treinamento de IA, ambientes de implantação e sistemas de produção críticos precisa ser gerenciado com o mesmo nível de controle aplicado a contas humanas privilegiadas. Na prática, isso significa ter identidades únicas e verificáveis para cada conta de serviço e agente de IA, limites de acesso aplicados e zero privilégios permanentes.  </p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-enforce-least-privilege-access">Aplique o acesso de menor privilégio</h3>

<p class="wp-block-paragraph">O excesso de permissões geralmente é tratado de forma retroativa por meio de revisões periódicas de acesso. O <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2024/03/06/how-to-implement-the-principle-of-least-privilege/">acesso de menor privilégio</a> deve ser integrado diretamente aos pipelines de desenvolvimento e implantação desde o início, para que identidades humanas e de máquinas sejam provisionadas apenas com o acesso necessário a uma tarefa específica, sem nada além disso. Prevenir o acesso não autorizado no ponto de provisionamento é muito mais eficaz do que tentar conter uma violação na cadeia de suprimentos após o fato.  </p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-monitor-and-audit-all-activity">Monitorar e auditar todas as atividades</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A visibilidade total não é opcional quando invasores cibernéticos podem operar em ambientes usando credenciais comprometidas, mas legítimas. A atividade de humanos e NHIs precisa ser monitorada, gravada e registrada continuamente em todas <a href="https://www.keepersecurity.com/solutions/privileged-session-management/">as sessões privilegiadas</a> e nos fluxos de trabalho automatizados. O objetivo é detectar o uso indevido de privilégios, a exposição de dados e comportamentos suspeitos antes que os incidentes se agravem e causem danos mais amplos.  </p>

<h3 class="wp-block-heading" id="h-demand-supplier-assurance">Exija garantias dos fornecedores</h3>

<p class="wp-block-paragraph">A postura de segurança de uma empresa é tão forte quanto o elo mais fraco de sua cadeia de suprimentos. Qualquer <a href="https://www.keepersecurity.com/blog/2025/02/25/cybersecurity-best-practices-for-managing-vendor-access/">fornecedor</a> com acesso à sua infraestrutura por meio de dados, software ou integrações pode se tornar um ponto de entrada para invasores. A autoatestação por si só não é suficiente. Os fornecedores devem ser obrigados a demonstrar conformidade por meio de avaliações independentes e controles verificáveis.  </p>

<h2 class="wp-block-heading" id="h-prepare-for-cyber-warfare-s-collateral-damage">Prepare-se para os danos colaterais da guerra cibernética</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A guerra cibernética chegando às empresas não é novidade. O que mudou é o nível de automação por trás desses ataques e a escala em que agora podem operar. Não há razão prática para presumir que uma empresa será ignorada. As organizações precisam avaliar se sua estratégia de segurança atual está preparada para resistir às ameaças cibernéticas modernas. Se sua organização ainda opera com ferramentas que nunca foram projetadas para ambientes nativos de cloud ou NHIs em escala, a lacuna de governança em acesso de identidade e segurança da cadeia de suprimentos pode ser maior do que parece. O <a href="https://www.keepersecurity.com/trial/pam-free-trial/">KeeperPAM</a> foi desenvolvido para ajudar a fechar essa lacuna.</p>
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